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questão de prova ufu

Caiu na prova de residência da UFU/MG

Veja a questão da Universidade Federal de Uberlândia

O Revisamed selecionou mais uma questão de prova de residência R1 apresentada na prova da Universidade Federal de Uberlândia  no concurso realizado em 2016. A questão apresenta um caso clínico e questiona a medida apropriada para o caso apresentado. Veja no vídeo abaixo.

Veja a questão da Universidade Federal de Uberlândia

Fernanda, 28 anos, foi submetida a uma operação de cesariana; evolui no P.O.com uma grande distensão abdominal com dor difusa a apalpação, porém, sem sinais de irritação peritoneal. Raio X de abdome com grande distensão colônica com diâmetro cecal estimado em 10 cm. Foi levantada hipótese de síndrome de Ogilvie, sendo tentadas todas as medidas clínicas iniciais sem sucesso. A medida mais apropriada agora é:

  • A) Cecostomia
  • B) Colectomia total
  • C) Sigmoidostomia
  • D) Colonoscopia
  • E) Ilieostomia descompressiva

Resposta certa:

D) Colonoscopia

mastalgias

Como classificar as mastalgias? Veja mais uma #dicadeprova Revisamed

Como classificar as mastalgias? Aproximadamente 65-70% das mulheres apresentarão quadro de mastalgia em alguma fase da vida, sendo mais comum no início da adolescência, menacme, diminuindo na pré-menopausa e quase que desaparecendo na pós-menopausa segundo dados epidemiológicos. O Revisamed selecionou uma nova #dicadeprova para você não errar no concurso de Residente Médica. A mestre em Saúde e mastologista do Revisamed, Ana Claudia Figueiredo é quem da a dica. Veja abaixo. 

E, então, gostou da dica de prova. E saiba ainda que o câncer de mama está pouco associado à mastalgia (0,8 a 2% dos casos) e geralmente aparece como uma dor acíclica focal e persistente em determinado ponto da mama. Confira também outras informações sobre o tema da da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia – Febrasgo.

 

A dor mamária, ou mastalgias, também pode estar relacionada com o uso de medicações, principalmente as hormonais e menos frequentemente a fármacos como inibidores da recaptação da serotonina, metildopa, ciclosporina e prostaglandinas.

Mulheres com mastalgia cíclica apresentarão dor associada ou não a ingurgitamento mamário no período pré-menstrual, com remissão dos sintomas após a menstruação. Entretanto, nos casos mais severos, a dor persiste durante todo o ciclo.

A mastalgia acíclica apresenta desconforto geralmente localizado em um ponto da mama, podendo irradiar para axila, braço, ombro e mão. Porém, o fator primordial é a não-concordância com o ciclo menstrual.

Anamnese e sintomas para classificar mastalgias

A anamnese da paciente com quadro de dor mamária necessita de avaliação do início, duração, localização, intensidade, fatores de melhora ou piora, fatores associados e principalmente, relação com o ciclo menstrual. Relacionar os sintomas com a movimentação, com a respiração e se está acompanhada de algum outro sintoma (por exemplo: dispnéia, febre, etc.).

A história recente de traumas mamários ou torácicos também deve ser abordada. Faz-se necessária a abordagem do estado psicológico, com relação ao estado de humor e a presença de dores de origem psicossomática.

Durante o exame físico das mamas, a parede torácica deve ser examinada cuidadosamente a fim de serem excluídas as causas extramamárias. A palpação dos arcos costais e suas articulações são fundamentais para o diagnóstico de osteocondrite.

Propedêutica

A avaliação clínica, com anamnese e exame físico detalhados, são geralmente suficientes para a elucidação do quadro das mastalgias. Os exames de imagem mamários têm pouca validade e devem ficar restritos às pacientes com necessidade de rastreamento ou com suspeita de lesões focais. Nos casos de suspeita de dor extramamária, exames específicos podem ser necessários para avaliar outros sistemas ou órgãos.

Tratamento

O principal tratamento da dor mamária é a orientação verbal. A simples informação passada pelo médico sobre o caráter autolimitado do sintoma e também sobre a ausência de relação com o câncer de mama resolve o problema em 85% a 90% das mulheres.

Existem medidas comportamentais que não apresentam eficácia comprovada, porém são relatadas como benéficas e inofensivas. Dentre estas destacam-se o uso de sutiã esportivo, dieta livre de gorduras e a prática de exercícios físicos.

Cuidado com os riscos e efeitos colaterais

Outras drogas têm eficácia no tratamento da dor, mas não são específicas para a mastalgia. Dentre elas citam-se os antiinflamatórios e os analgésicos em geral, porém o uso prolongado apresenta riscos de efeitos colaterais.

Anti-inflamatórios tópicos na forma de gel apresentam resultados satisfatórios e menos efeitos colaterais, podendo ser uma alternativa interessante para dor de origem osteomuscular.

Medicações ansiolíticas ou antidepressivos apresentam efeito global na melhora de quadros de dor, além de tratar quadros que poderiam causar ou exacerbar a dor mamária. Infelizmente ainda não há estudos randomizados avaliando a resposta da mastalgia a estas medicações.

Como as pacientes apresentam altas taxas de resposta à orientação verbal, qualquer medicamento, até mesmo o placebo, aparenta ter taxas de sucesso bastante elevadas. Entretanto, estes fármacos são amplamente usados na prática clínica, acarretando custo e risco desnecessário às pacientes.

Medicações ou medidas ineficazes

Dentre as medicações ou medidas consideradas ineficazes, mas que são constantemente prescritas, pode-se citar diuréticos, dieta livre de xantinas e progestágenos. O tratamento farmacológico preferencial na mastalgia consiste no bloqueio hormonal.

Os inibidores de estrogênio e de prolactina atuam na melhora do quadro, mesmo na ausência de níveis elevados destes hormônios. Srivastava e cols. realizaram metanálise dos estudos randomizados das 4 drogas mais utilizadas no tratamento da dor mamária: o tamoxifeno, o danazol, a bromoergocriptina e os derivados do óleo de prímula (fitoterápicos com alta concentração de ácido gamalinoleico).

Alívio dos sintomas

Apesar de não haver estudos com boa metodologia, algumas conclusões foram obtidas. Os resultados indicaram que o óleo de prímula, vitaminas ou ácido gamalinoleico não demonstraram eficácia no tratamento da mastalgia. Já os outros fármacos hormonais apresentaram resultados positivos no alívio dos sintomas. Destes, o tamoxifeno apresenta menos efeitos colaterais e deve ser o tratamento de escolha, na dose de 10mg ao dia, por via oral, por 3 a 6 meses.

Fonte: Texto extraído do site da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia – Febrasgo

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Veja questão de prova de residência médica da UNIRG-TO

Saiba mais sobre a hidrossalpinge

A hidrossalpinge é uma dilatação da tuba uterina que ocorre quando há obstrução da extremidade tubária próxima ao ovário e a tuba acumula secreção.

Isto normalmente ocorre como consequência de uma infecção do útero e das tubas uterinas (moléstia inflamatória pélvica), mas também pode ocorrer em mulheres com endometriose e naquelas com aderências abdominais causadas por cirurgias ou outras infecções.

É possível fazer uma cirurgia para desobstruir a tuba uterina (salpingoplastia/neossalpingostomia), porém a ocorrência de gravidez após esta cirurgia depende do grau de dilatação da tuba uterina, da causa da obstrução, do estado da porção interna da tuba (endossalpinge) e se a obstrução não irá acontecer novamente.

Além disto, eleva-se o risco de gestação ectópica (na tuba uterina). Assim, cada caso deve ser avaliado individualmente para verificar a melhor alternativa. Em algumas situações é preferível remover a tuba uterina a desobstrui-la. ( Site Minha Vida)

 

neoplasias colorretal

Fatores de risco para as neoplasias colorretais. Dica de prova Revisamed

O Revisamed preparou mais uma #dicadeprova. A médica Cristiane de Souza Bechara, proctologista e membro titular da Sociedade Brasileira de Coloproctologia, fala sobre os fatores de risco modificáveis para as Neoplasias Colorretais. Acompanhe.

 

Como posso prevenir o câncer colorretal?

Assim como métodos preventivos para outros tipos de câncer, é interessante que o indivíduo tenha sempre hábitos de vida saudáveis, com alimentação rica em frutas, verduras, cereais integrais e exercícios físicos. Os alimentos ricos em fibras protegem o intestino porque facilitam a evacuação, aceleram o trânsito intestinal e diminuem o tempo de contato das substâncias carcinógenas (que levam a formação de câncer) com a parede do intestino.

Estilo de vida

A reflexão sobre o seu estilo de vida é sempre uma forma de prevenir qualquer tipo de câncer, pois ao buscar equilíbrio, você certamente atingirá uma vida saudável. Confira algumas dicas para a prevenção do câncer colorretal:

  • Praticar exercícios físicos regulares
  • Não fumar
  • Não ingerir bebidas alcóolicas
  • Não ingerir alimentos defumados, enlatados ou embutidos
  • Não ingerir alimentos com corantes e/ou conservantes
  • Remover pólipos do intestino se diagnosticados pela colonoscopia
  • Ingerir alimentos ricos em vitamina C e E
  • Dieta rica em fibras e com pouca gordura de origem animal
  • Quais são os fatores de risco para o câncer colorretal?

Dieta com alto teor de gordura e pouca fibra, ingestão de carnes gordas assadas em carvão, frituras, manteiga, queijos amarelos, alimentos com corantes, alimentos salgados e defumados (lingüiças, salames, salaminhos) que liberam nitrosaminas no intestino, que são substâncias cancerígenas.

  • Falta de exercícios físicos.
  • Fumo e álcool: o consumo de ambos está relacionado com vários tipos de tumores, incluindo o câncer do cólon e reto.
  • Idade: quanto maior a idade, maior o risco. A idade é um fator de risco importante, o câncer colorretal é mais comum após os 50 anos, contudo a doença pode ocorrer em pessoas mais jovens.
  • Pólipos: São tumores benignos, parecidos com verrugas que se desenvolvem na parede interna do cólon e reto. Cerca de 60% dos pólipos do intestino são adenomas e podem apresentar potencial para a malignidade. É importante o diagnóstico e tratamento precoce, principalmente após os 50 anos e se houver história de câncer colorretal na família.
  • História familiar de câncer intestinal: quanto mais pessoas de uma mesma família tiverem diagnóstico de câncer colorretal, maior o risco de se desenvolver a doença. Se o indivíduo tiver parentes próximos (pai, mãe, irmão, tios ou avós) que tiveram câncer de intestino, o risco de contrair a doença aumenta muito, especialmente se a doença acometeu um parente com menos de 40 anos de idade.
  • Antecedentes pessoais de outros tipos de câncer: Mulheres que tiveram câncer de ovário, endométrio (útero) ou da mama têm maior risco de desenvolver câncer colorretal.
  • Doença inflamatória intestinal: A retocolite ulcerativa (doença inflamatória intestinal que ocorre na mucosa do cólon) e a Doença de Crohn (inflamação crônica que pode atingir toda a extensão do aparelho digestivo – desde o esôfago até o ânus) são doenças inflamatórias do intestino, benignas, mas causadoras de inflamação da mucosa do aparelho digestivo. Estas doenças geram um maior risco de câncer colorretal, principalmente, após 8 anos de evolução. (Texto extraído do site do Hospital do Amor )

 

Síndrome da resposta inflamatória sistêmica

“Como se caracteriza a síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SRIS)?. Veja mais uma dica de prova do Revisamed. O médico infectologista Guilherme Côrtes Fernandas, doutor em Saúde Pública responde à questão Guilherme Côrtes é um dos professores do mais completo curso preparatório para residência médica. Fique atento!

Síndrome da resposta inflamatória sistêmica (português brasileiro) ou síndrome da resposta inflamatória sistémica (português europeu) (SRIS ou SIRS, do inglês Systemic Inflammatory Response Syndrome) é o termo que se utiliza atualmente para descrever uma reação inflamatória sistêmica, ou seja, que afeta o organismo como um todo, e se desenvolve perante diferentes tipos de agentes agressores.

Definição Clínica

A SIRS se caracteriza pela presença de ao menos dois dos seguintes critérios clínicos:

Temperatura corporal > 38 °C (febre) ou <36 °C (hipotermia)

Frequência respiratória > 20 incursões respiratórias/minuto (taquipnéia) ou uma pressão parcial de CO2 no sangue arterial < 32mmHg.

Frequência cardíaca > 90 batimentos cardíacos/minuto.

Aumento ou redução significativos do número de células brancas (leucócitos) no sangue periférico (>12.000 ou <4.000 células/mm3), ou presença de mais 10% leucócitos jovens (bastões).

Aspectos Históricos

Em 1991, devido à enorme variedade de termos médicos em uso, especialistas de duas sociedades americanas ligadas ao estudo da sepse se reuniram em uma conferência para criar avaliar a literatura corrente e sugerir definições que fossem mais adequadas, descritivas e universalmente aceitas nesta área. Termos como “septicemia” foram abandonados, em detrimento dos atualmente em uso, conforme explicitado abaixo.

Causas

  • Infecção
  • Trauma
  • Queimaduras
  • Grandes cirurgias
  • Pancreatite

Fisiopatologia (mecanismos de instalação)

Processos infecciosos, traumáticos ou outros agentes agressores promovem, sob determinadas circunstâncias, uma activação maciça dos sistemas de defesa do organismo, principalmente aqueles relacionados ao sistema imune inato, levando à produção de grandes quantidades de mediadores inflamatórios, especialmente citocinas como o fator de necrose tumoral (TNF) e as interleucinas IL-1, IL-6 e IL-8. As manifestações clínicas descritas são decorrentes da ação destes mediadores em diferentes órgãos.

Complicações

A SIRS pode surgir eventualmente em condições clínicas benignas, como por exemplo em uma infecção de vias aéreas superiores (laringite, amigdalite) ou após cirurgias. Entretanto, quando ocorre em pacientes cujos sistemas de defesa do organismo encontram-se comprometidos torna-se uma condição de elevada gravidade.

Quando associada a infecção que foi comprovada laboratoriamente, tem-se então definição de sepse ou sepsis.

Sepse associada a diminuição da pressão arterial (hipotensão arterial) de difícil tratamento ou refratária é definida como choque séptico. À associação de SRIS com sinais de insuficiência orgânica concomitante que afete ao menos um dos órgãos vitais, dá-se o nome de sepse severa.

A insuficiência de múltiplos órgãos e sistemas é a mais temida e ameaçadora complicação da SRIS. Como o próprio nome indica, nesta complicação mais de um dos órgãos vitais é acometido e se torna disfuncional. Os índices de mortalidade em geral superam 50% dos pacientes acometidos.

Tratamento

Não existem terapias específicas para o tratamento da SIRS. Pacientes com diagnóstico de sepse, sepse severa ou choque séptico necessitam de tratamento de suporte intensivo, de preferência em unidade de terapia intensiva. Nos casos em que existe suspeita ou confirmação de processo infeccioso, a administração de antibióticos deve ser iniciada prontamente segundo critérios médicos. (fonte: wikipedia )

Icterícia

Como caracteriza a icterícia grave do recém-nascido?

Fique ligado! Veja a dica do pediatra neonatologista

A icterícia é um tema frequente nas provas de residência médica. Vitor Fernandes Alvim, do IFF/Fiocruz – Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira. O especialista fala de icterícia. Pediatria é uma das áreas médicas muito frequente nas questões de provas de residência médica.

 

 

Clique aqui e assista todas as dicas de prova Revisamed

 

pneumonia

Escore de gravidade na pneumonia- dica de prova

Escore de gravidade na pneumonia mais utilizado. Doutor em Pneumologia pela Unifesp, o médico Julio Abreu explica no vídeo o escore de gravidade na pneumonia mais utilizados. Fique ligado que o tema é constante nas provas de Residência Médica.

Saiba mais sobre pneumonia adquirida na comunidade e escore de gravidade mais utilizado

A pneumonia adquirida na comunidade desenvolve-se em indivíduos com pouco ou nenhum contato com instituições ou ambientes médicos. Os patógenos mais comumente identificados são Streptococcus pneumoniaeHaemophilus influenzae, bactérias atípicas (i. e., Chlamydia pneumoniaeMycoplasma pneumoniae e Legionella sp) e vírus.

Os sinais e sintomas compreendem febre, tosse, produção de escarro, dispneia, taquipneia e taquicardia. O diagnóstico baseia-se na apresentação clínica e em radiografia de tórax. O tratamento é com antibióticos escolhidos empiricamente.

O prognóstico é excelente para os pacientes relativamente jovens e/ou para os indivíduos sadios, mas muitas pneumonias, em especial quando causadas por S. pneumoniae, Legionella, Staphylococcus aureus e vírus influenza, são graves ou mesmo fatais para pacientes mais idosos e mais enfermos. Clique aqui e confira outras Dicas de Prova.

Fonte:MANUAL MSD Versão para Profissionais de Saúde

financiemnto do sus

Financiamento do SUS

Saiba como é a participação das três esferas de governo – municipal, estadual e federal – no financiamento do Sistema Único de Saúde/SUS. Doutora em Imunologia e Doenças Infecto-Parasitárias pela UFJF, Michelle Freitas é quem explica o tema. Assista o vídeo! Clique aqui e veja também as questões comentadas de provas.

Responsabilidades dos entes que compõem o SUS

União

A gestão federal da saúde é realizada por meio do Ministério da Saúde. O governo federal é o principal financiador da rede pública de saúde. Historicamente, o Ministério da Saúde aplica metade de todos os recursos gastos no país em saúde pública em todo o Brasil, e estados e municípios, em geral, contribuem com a outra metade dos recursos. O Ministério da Saúde formula políticas nacionais de saúde, mas não realiza as ações. Para a realização dos projetos, depende de seus parceiros (estados, municípios, ONGs, fundações, empresas, etc.). Também tem a função de planejar, elabirar normas, avaliar e utilizar instrumentos para o controle do SUS.

Estados e Distrito Federal

Os estados possuem secretarias específicas para a gestão de saúde. O gestor estadual deve aplicar recursos próprios, inclusive nos municípios, e os repassados pela União. Além de ser um dos parceiros para a aplicação de políticas nacionais de saúde, o estado formula suas próprias políticas de saúde. Ele coordena e planeja o SUS em nível estadual, respeitando a normatização federal. Os gestores estaduais são responsáveis pela organização do atendimento à saúde em seu território.

Municípios

São responsáveis pela execução das ações e serviços de saúde no âmbito do seu território.  O gestor municipal deve aplicar recursos próprios e os repassados pela União e pelo estado. O município formula suas próprias políticas de saúde e também é um dos parceiros para a aplicação de políticas nacionais e estaduais de saúde. Ele coordena e planeja o SUS em nível municipal, respeitando a normatização federal. Pode estabelecer parcerias com outros municípios para garantir o atendimento pleno de sua população, para procedimentos de complexidade que estejam acima daqueles que pode oferecer. (Fonte: Ministério da Saúde)