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CFM atualiza lista de especialidades médicas e áreas de atuação

O Conselho Federal de Medicina (CFM) atualizou a relação de especialidades e áreas de atuação médica. A resolução 2.221/18, publicada no final de janeiro, substitui a resolução 2.162/17. Ela manteve o mesmo número de 55 especialidades e 59 áreas de atuação já reconhecidas anteriormente. Porém, houve mudanças na lista de áreas de atuação.

NOVA ÁREA MEDICINA AEROESPACIAL

A resolução criou a área de Medicina Aeroespacial e extinguiu a de Medicina de Urgência. Na verdade, essa última foi incorporada à especialidade de Medicina de Emergência, criada em anos anteriores. Nas demais áreas de atuação e especialidades, não houve mudanças em nomenclaturas, mas algumas terão alterações no seu período de formação.

As novas regras estabelecem que os três anos para a formação de novos pediatras e cirurgiões gerais serão exigidos a partir de 2020 e não a partir de 2019, como previsto anteriormente. Também acrescentou que, a partir de 2020, a residência em Clínica Médica deverá ser de três anos. A resolução ampliou, ainda, para cinco anos o tempo necessário para a formação do cirurgião cardiovascular.

A determinação do CFM também definiu a Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica e a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, respectivamente, como as responsáveis por realizar os concursos para a obtenção de títulos nas duas especialidades. Além das provas aplicadas pelas sociedades, os candidatos a especialistas também poderão cursar os programas de residência médica, cuja duração varia de acordo com a especialidade.

Formada por representantes do CFM, da Associação Médica Brasileira (AMB) e do Ministério da Educação, representado pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM), a CME tem a competência para, periodicamente, atualizar a lista de especialidades médicas e de áreas de atuação, além de estabelecer as regras para a formação de especialistas. Segundo a AMB é natural que ocorra essa atualização, já que novas especialidades e áreas de atuação podem surgir, assim como algumas podem desaparecer ou se transformar.

(fontes: CFM/UNIVADIS)

Saiba como é a residência médica em infectologia

Especialista em Infectologia: conhecimento diversificado e diferentes áreas de atuação

O médico Infectologista é um profissional com conhecimento diversificado que vai além da clínica médica, abrangendo aspetos da epidemiologia, imunologia, e as várias interfaces relacionadas aos processos infecciosos. 

Conforme a Sociedade Brasileira de Infectologia, a especialidade reúne médicos em diferentes áreas da assistência à saúde. Entre elas, área hospitalar e clínica, vigilância em saúde, diagnóstico e enfrentamento de epidemias, estudos de doenças emergentes e reemergentes.  O Infectologista é o médico especialista com reconhecimento pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).

Especialista com reconhecimento do Conselho Federal de Medicina (CFM), o infectologista é capacitado para diagnosticar as doenças infecciosas que podem ser provocadas por vírus, bactérias, fungos entre outros microrganismos.

Como é a função do infectologista

A função do infectologista no consultório, clínica ou hospital, é, em linhas gerais, fazer diagnóstico clínico, promover medidas preventivas, tratar pacientes com infecções causadas por microrganismos e muitos casos são, em geral, encaminhados por outros especialistas.

O objetivo do infectologista é investigar, propor uma terapia adequada e sobretudo prevenir processos infecciosos, além de analisar clinicamente o quadro em questão. Deve, ainda, acompanhar os pacientes para promover uma melhor qualidade para a saúde do paciente.

COMO SE TORNAR UM MÉDICO ESPECIALISTA EM INFECTOLOGIA

Para se tornar um infectologista, o estudante de Medicina, concluída a graduação, deve optar por uma Residência Médica em Infectologia, que seja credenciada pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM). Ainda segundo a SBI, os programas de residência em Infectologia funcionam desde 2004 e, a partir de 2006, foram uniformizados em todo o país, com igual tempo de duração e mesmo conteúdo programático, passando a ser chamados de Residência Médica em Infectologia.

O graduado em Medicina também pode obter o Título de Especialistas em Infectologia. Para isto, ele é submetido a exame realizado pela SBI. O resultado do exame é homologado pela Associação Médica Brasileira. Em 2005, foi aprovada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) uma nova regulamentação que especifica as regras para que o profissional possa manter-se especialista: foram criados o Certificado de Atualização Profissional e a Comissão Nacional de Acreditação, entre outras novidades.

PROGRAMAS DE RESIDÊNCIA MÉDICA EM INFECTOLOGIA

A residência médica oferece a formação necessária e adequada para que o médico se torne um especialista em Infectologia. Extensa legislação apoiada em portaria, leis, decretos e resoluções regulamenta essa área. A uniformização dos programas permitiu que todos passassem a ter duração mínima de três anos.

Todos os programas de residência médica são credenciados pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM), órgão ligado ao MEC. Ao todo, existem 52 programas de Residência Médica nas diferentes regiões do país.

PROGRAMAS DE RESIDÊNCIA MÉDICA

Segundo determinação da CNRM, a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) é a instituição responsável pelo acompanhamento e avaliação de todos os Programas de Residência Médica em Infectologia em todo o país. Na residência médica, 80% das atividades estão voltadas à prática e 20% são destinadas ao ensino e pesquisa.

Outro avanço nos programas de residência médica em infectologia foi a uniformização no tempo de duração. A partir de 2003, foi definido que o tempo para a formação de um médico especialista em infectologia deve ser de três anos, sendo o primeiro ano em clínica médica e os outros dois na especialidade.

Há ainda a possibilidade de um quarto ano adicional ou de área de atuação, na qual o médico pode se especializar um pouco mais em infecção hospitalar ou em outros temas pertinentes à área.

CONTEÚDO DO PROGRAMA

A uniformização equiparou os programas de residência médica em Infectologia das diferentes regiões. O programa conta com tudo que o especialista é obrigado a saber. Porém, em função das diferenças regionais, cada programa poderá dar mais ênfase nas patologias de maior prevalência na região. A Sociedade Brasileira de Infectologia considera que a residência é o melhor caminho para preparação técnico profissional de alto padrão.

PROGRAMAS DE RESIDÊNCIA MÉDICA EM INFECTOLOGIA

Os programas de residência médica em Infectologia credenciados na CNRM são de acesso direto, não sendo exigidos pré-requisitos, e têm tempo de duração de três anos. Deverão ser desenvolvidos em instituições que possuam, pelo menos, um programa na área clínica e/ou na área cirúrgica.

A estrutura dos programas de residência médica deve compreender entre 80 a 90% da carga horária alocada nas atividades de treinamento em serviço, destinando-se 10 a 20% para ações teórico-complementares.

 Entende-se como atividades teórico-complementares as sessões anátomo-clínicas; a discussão de artigos científicos; as sessões clínico-radiológicas e clínico-laboratoriais; os cursos, palestras e seminários.

Nas atividades teórico-complementares devem constar, obrigatoriamente, temas relacionados com Bioética, Ética Médica, Metodologia Científica, Epidemiologia e Bioestatística.

Recomenda-se a participação do Médico Residente em atividades relacionadas ao controle das infecções hospitalares. Por se tratar de uma especialidade que contempla sub-divisão em áreas de atuação, é permitido o oferecimento de anos opcionais e adicionais para aprofundamento dos conhecimentos e habilidades técnicas específicas naquelas áreas, com prévia aprovação da CNRM.

 PROCESSO DE AVALIAÇÃO DO MÉDICO RESIDENTE

Na avaliação periódica do médico residente serão utilizadas as modalidades de prova escrita, oral, prática ou de desempenho por escala de atitudes, que incluam atributos tais como: comportamento ético, relacionamento com a equipe de saúde e com o paciente, interesse pelas atividades e outros a critério da COREME da Instituição.

A frequência mínima das avaliações deverá ser trimestral e, a critério da instituição, poderá ser exigida monografia e/ou apresentação ou publicação de artigo científico ao final do treinamento. Os critérios e os resultados de cada avaliação deverão ser do conhecimento do médico residente.

 A promoção do médico residente para o ano seguinte e a obtenção do certificado de conclusão do programa dependem:

a) do cumprimento integral da carga horária do Programa;

 b) aprovação obtida por meio do valor médio dos resultados das avaliações realizadas durante o ano, com nota mínima definida no Regimento Interno da Comissão de Residência Médica da Instituição.

O não cumprimento destes itens são motivos de desligamento do médico residente do programa. A supervisão permanente do treinamento do médico residente deve ser realizada por docentes, por médicos portadores de certificado de residência médica da área ou de especialidade, ou título superior, ou possuidores de qualificação equivalente, a critério da CNRM.

 Requisitos para credenciamento do programa

Primeiro ano: treinamento nas principais especialidades clínicas.

a) unidade de internação: mínimo de 40% da carga horária anual;

b) ambulatório: mínimo de 20% da carga horária anual;

c) urgência e emergência: mínimo de 10% da carga horária anual;

d) estágios opcionais: mínimo de 10% da carga horária anual;

Segundo ano

a) unidade de internação: mínimo de 30% da carga horária anual;

b) ambulatório e/ou leito dia e/ou interconsultas: mínimo de 20% da carga horária anual;

c) urgência e emergência: mínimo de 15% da carga horária anual;

d) estágios opcionais: mínimo de 15% da carga horária anual;

Terceiro ano

a) racionalização e controle de antimicrobianos: 20% da carga horária anual;

b) consultoria à assistência de pacientes internados: 15% da carga horária anual;

c) ambulatórios especializados: DST/Aids, Hepatites virais, Tuberculose, Endemias regionais, pacientes imunocomprometidos: 20% da carga horária anual;

d) controle e prevenção de infecções hospitalares: 15% da carga horária anual;

e) estágios opcionais: 10% da carga horária anual. Imunização, Imunologia Clínica, Microbiologia Clínica e Micologia Clínica.

Infra-estrutura mínima da instituição para oferecer treinamento na especialidade: laboratório de análises clínicas com microbiologia e imunologia, serviço de patologia, preferencialmente com necropsia e setor de diagnóstico por imagem.

Links úteis

Organização Mundial de Saúde (OMS)

http://www.who.int/eportuguese/countries/bra/pt/

Ministério da Saúde

http://portalsaude.saude.gov.br/

Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais

http://www.aids.gov.br/

Agência Nacional de Vigilância Sanitária

http://portal.anvisa.gov.br/

Conitec – Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS

http://conitec.gov.br/

Fundação Oswaldo cruz

https://portal.fiocruz.br/pt-br

Instituto Butantan

http://www.butantan.gov.br/Paginas/default.aspx

Instituto Emílio Ribas

http://www.emilioribas.sp.gov.br/

Associação Médica Brasileira (AMB)

AMB

Conselho Federal de Medicina (CFM)

https://portal.cfm.org.br/

Instituto Evandro Chagas

http://www.iec.gov.br/portal/

fonte: Texto adaptado do site da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) – https://www.infectologia.org.br

Especialidades Médicas

Especialidades Médicas filiadas à Associação Médica Brasileira – AMB

Conheça as sociedades de especialidade filiadas à AMB

Saiba quais são as especialidades médica filiadas à Associação Médica Brasileira (AMB). A AMB é uma sociedade sem fins lucrativos que tem a missão de defender a dignidade do médico e a assistência de qualidade à saúde da população brasileira.

A AMB conta com 27 associações médicas estaduais e 396 associações regionais. Seu Conselho Científico é composto por sociedades de especialidades que representam as especialidades reconhecidas no Brasil.

Desde 1958, a AMB concede Título de Especialista aos médicos aprovados em rigorosas avaliações teóricas e práticas com o objetivo de buscar o aprimoramento científico e a valorização profissional do médico.

Através da sua Comissão Nacional de Acreditação, a AMB trabalha na atualização dos títulos, administrando os créditos necessários. (fonte AMB)

Conheça as Especialidades Médicas filiadas à AMB

ACUPUNTURA

www.cmba.org.br

MEDICINA PREVENTIVA SOCIAL E ADMINISTRAÇÃO EM SAÚDE

cqh@apm.org.br / abrampas@apm.org.br

ALERGIA E IMUNOPATOLOGIA

www.asbai.org.br

ANESTESIOLOGIA

www.sba.com.br

ANGIOLOGIA E CIRURGIA VASCULAR

www.sbacv.com.br

CARDIOLOGIA

www.cardiol.br

CIRURGIA DE CABEÇA E PESCOÇO

www.sbccp.org.br

CIRURGIA CARDIOVASCULAR

www.sbccv.org.br

CIRURGIA DA MÃO

www.cirurgiadamao.org.br

CIRURGIA ONCOLÓGICA

www.sbco.org.br

CIRURGIA DIGESTIVA

www.cbcd.org.br

CIRURGIA GERAL

www.cbc.org.br

CIRURGIA PEDIÁTRICA

www.cipe.org.br

CIRURGIA PLÁSTICA

www.cirurgiaplastica.org.br

CIRURGIA TORÁCICA

www.sbct.org.br

CITOPATOLOGIA

www.citopatologia.org.br

CLÍNICA MÉDICA

www.sbcm.org.br

COLOPROCTOLOGIA

www.sbcp.org.br

DERMATOLOGIA  

www.sbd.org.br

ENDOCRINOLOGIA E METABOLOGIA

www.sbem.org.br

ENDOSCOPIA DIGESTIVA

www.sobed.org.br

GASTROENTEROLOGIA

www.fbg.org.br

GENÉTICA MÉDICA        

www.sbgm.org.br

GERIATRIA E GERONTOLOGIA

www.sbgg.org.br

GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA

www.febrasgo.com.br

HANSENOLOGIA

www.sbhansenologia.org.br

HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA

www.abhh.org.br

HEPATOLOGIA

www.sbhepatologia.org.br

HOMEOPATIA

www.amhb.org.br

INFECTOLOGIA

www.infectologia.org.br

MASTOLOGIA

www.sbmastologia.com.br

MEDICINA DE EMERGÊNCIA

www.abramede.com.br

MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE

www.sbmfc.org.br

MEDICINA DO ESPORTE

www.medicinadoesporte.org.br

MEDICINA DO TRABALHO

www.anamt.org.br

MEDICINA DE TRÁFEGO

www.abramet.org.br

MEDICINA FÍSICA E REABILITAÇÃO

www.abmfr.com.br

MEDICINA INTENSIVA

www.amib.org.br

MEDICINA LEGAL E PERÍCIAS MÉDICAS

www.abmlpm.org.br

MEDICINA NUCLEAR

www.sbmn.org.br

NEFROLOGIA

www.sbn.org.br

NEUROCIRURGIA

www.sbn.com.br

NEUROFISIOLOGIA CLÍNICA

www.mp.fmrp.usp.br/sbnc

NEUROLOGIA

www.abneuro.org

NUTRIÇÃO PARENTERAL E ENTERAL

www.sbnpe.com.br

Saiba como escolher o preparatório para residência médica

NUTROLOGIA

www.abran.org.br

OFTALMOLOGIA

www.cbo.com.br

ONCOLOGIA CLÍNICA

www.sboc.org.br

ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA

www.sbot.org.br

OTORRINOLARINGOLOGIA

www.aborlccf.org.br

PATOLOGIA

www.sbp.org.br

PATOLOGIA CLÍNICA

www.sbpc.org.br

PEDIATRIA

www.sbp.com.br

PNEUMOLOGIA E TISIOLOGIA

www.sbpt.org.br

PSIQUIATRIA

www.abp.org.br

RADIOLOGIA

www.cbr.org.br

RADIOTERAPIA

www.sbradioterapia.com.br

REUMATOLOGIA

www.reumatologia.com.br

UROLOGIA

www.sbu.org.br

Ministério da Saúde lança edital de concessão de bolsas para programas de residência

Serão oferecidas cerca de mil bolsas para as 35 especialidades em residência médica em áreas de atuação e 13 em residência multiprofissional de áreas de concentração

O Ministério da Saúde lançou, nesta quinta-feira (17), o edital de seleção de Programas de Residência Médica (PRM) para concessão de bolsas pelo Ministério da Saúde. Com um período de inscrições de 21 a 31 de janeiro, a seleção tem o objetivo de incentivar a formação em especialidades e áreas de atuação e regiões prioritárias.
O edital financiará cerca de mil bolsas de residência médica e multiprofissional, no valor de R$ 3.330,43, durante todo o período do programa, podendo ser de um a cinco anos, de acordo com a duração de cada especialidade ou área de atuação.

INSTITUIÇÕES QUE PODEM CONCORRER

Podem concorrer a instituições públicas municipais, estaduais e do Distrito Federal, instituições privadas sem fins lucrativos e as instituições federais vinculadas ao Ministério da Educação (MEC). As inscrições serão realizadas, exclusivamente, pelo site do SIGRESIDÊNCIAS, através de formulário eletrônico disponível. O resultado da seleção será publicado no Diário Oficial da União, a partir do dia 6 de fevereiro

ESPECIALIDADES E ÁREAS PRIORITÁRIAS EM RESIDÊNCIA MÉDICA

  • Anestesiologia
  • Cardiologia
  • Clínica Médica
  • Cirurgia Geral
  • Endocrinologia
  • Endocrinologia Pediátrica (Área de Atuação)
  • Genética Médica
  • Ginecologia e Obstetrícia
  • Infectologia
  • Medicina de Emergência
  • Medicina de Família e Comunidade
  • Medicina do Tráfego
  • Medicina do Trabalho
  • Medicina Esportiva
  • Medicina Física e reabilitação
  • Medicina Legal
  • Medicina Nuclear
  • Medicina Intensiva
  • Neurocirurgia
  • Neurologia
  • Oftalmologia
  • Otorrinolaringologia
  • Patologia
  • Patologia Clínica / Medicina Laboratorial
  • Pediatria
  • Psiquiatria
  • Radiologia e Diagnóstico por Imagem
  • Radioterapia
  • Reumatologia
  • Emergência Pediátrica ( Área de Atuação)
  • Neonatologia (Áreas de Atuação)
  • Neurologia pediátrica (Área de Atuação)
  • Psiquiatria da Infância e Adolescência (Área de Atuação)
  • Ultrassonografia em Ginecologia e Obstetrícia (Área de Atuação)
  • Áreas de Concentração Prioritárias para o SUS em Residência Multiprofissional
  • Atenção ao Câncer
  • Atenção Básica/Saúde da Família
  • Atenção Clínica Especializada com Ênfase em Infectologia, Neurologia e Neurocirurgia
  • Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial
  • Física Médica
  • Intensivismo
  • Enfermagem Obstétrica
  • Neonatologia
  • Reabilitação
  • Saúde Coletiva
  • Saúde Mental
  • Urgência e Trauma
  • Vigilância em Saúde

(Fonte Ministério da SaÚde http://portalms.saude.gov.br/noticias/sgtes/45129-ministerio-da-saude-lanca-edital-de-concessao-de-bolsas-para-programas-de-residencia)

Dicas para estudar residência médica

Revisamed lista 10 dicas para passar nas provas de residência médica

Preparatório para Residência e dedicação: fórmula de sucesso para a carreira médica

A dúvida está na cabeça de muitos que acabaram de se formar em Medicina. Cursos extensivos, intensivos, revisões, simulados… Não é fácil saber o que estudar e como estudar. As ofertas de cursos preparatórios para a residência estão por toda a parte.

Mas, basta fazer um curso preparatório para garantir a tão sonhada vaga? A resposta entre os educadores é unânime: não. Dedicação aos estudos (e muita!) aliada à qualidade dos cursos preparatórios são os principais ingredientes da fórmula do sucesso nas provas de residência médica.

Avalie os conteúdos, a expertise da equipe de professores, a qualidade das videoaulas, os conteúdos completares disponibilizados e o custo x benefício, porque, afinal, o preço também pesa na hora da escolha. E, claro, leve em conta as 10 dicas para passar na residência.

Definido o curso preparatório de residência adequado ao seu perfil, elabore um planejamento de estudos. Pode parecer simples, mas disciplina e organização influenciam diretamente no seu aprendizado e preparação.

Confira as 10 dicas para estudar e passar nas provas de residência médica:

  1. Selecione os editais de seu interesse e confira as provas dos processos anteriores
  2. Estabeleça metas de estudo semanal e tenha noção real do tempo disponível para estudos
  3. Estabeleça uma rotina e faça um quadro de horários
  4. Faça uma relação dos conteúdos que mais precisa estudar, o que tem mais facilidades e o que mais gosta
  5. Inicie pelos conteúdos que precise estudar mais
  6. Não despreze os conteúdos de Pediatria e Preventiva
  7. Verifique o que é cobrado nas questões e de que modo é cobrado (verbos utilizados para verificar a taxonomia da questão – são questões de memória? São de análise?)
  8. Foque em assuntos que você tem mais dificuldade
  9. Estabeleça horário e lugar fixo de estudo
  10. Elabore questões sobre o tema estudado

Didática e professores qualificados fazem a diferença

O curso preparatório para residência ajuda o estudante a consolidar e ampliar os conhecimentos. Conhecer bem a didática e a expertise dos professores é um grande passo para o êxito nas provas de residência, cada vez mais concorridas. Professores qualificados e que têm intimidade com as provas, muitos exercícios e tecnologia são decisivos para você conquistar o seu sonho.

Cursos R! e R3 para residência