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tecnologia na rotina médica com aplicativos

10 aplicativos da rotina médica, úteis para médicos e estudantes de medicina

Curso Revisamed lista 10 aplicativos para smatphone que podem otimizar a sua rotina médica. 

Veja a lista do Revisamed dos 10 aplicativos médicos que já fazem parte da rotina de médicos e estudantes. Não tem como negar que  tecnologia já faz parte da rotina médica. Uma série de aplicativos auxiliam os estudantes, da graduação ou no preparatório para a residência médica, e os médicos especialistas que têm ao alcance das mãos, APPs com as mais diversas funções.

 Conectado com os avanços da tecnologia médica, o Curso Preparatório para Residência Médica, Revisamed, preparou uma lista de dez aplicativos que não podem faltar em seu smartphone. A lista leva em conta os mais populares entre médicos e estudantes.

Para especialista em tecnologia e medicina, os APPs são uma ferramenta de enorme ajuda na rotina da profissão. Otimizam o tempo de trabalho e as consultas médicas, além de agilizarem nas tarefas burocráticas, que consomem muito mais do contato com o paciente ou com o aluno.

Na lista de APPs, o médico ou o estudante vai encontrar desde as calculadoras para saber a idade gestacional e doses de medicamentos a escalas padronizadas de protocolos. Existem também os aplicativos que servem de bulário, o que facilita a consulta dos efeitos adversos, apresentação, posologia e a dose máxima do medicamento.  

Ainda para os especialistas da área de tecnologia e medicina, embora os APPs sejam um avanço, não devem ser considerados a principal ferramenta de trabalho. Devem ser vistos como um auxílio, uma vez que nada substitui o raciocínio humano, o contato direito e o aprendizado de qualidade.

Confira a lista de aplicativos 10 aplicativos da rotina médica, úteis para estudantes e médicos

Este aplicativo traz a lista de genéricos de determinados medicamentos. É possível consultar uma lista completa, com todos os remédios similares, até a ficha técnica do fabricante, posologia, princípios ativos e concentrações. Aplicativo grátis e em português.

Neste aplicativo, o usuário encontra todos os medicamentos aprovados pela Anvisa. É possível ter acesso a bulas, descobrir os genéricos e similares disponíveis no mercado. Uma característica é o direcionamento de informações: profissionais de saúde e estudantes terão acesso às bulas voltadas para médicos e informações técnicas, enquanto pacientes acessarão bulas próprias para o público em geral e informações mais simplificadas. Aplicativo gratuito e em português.

O ProDoctor CID se apresenta como um facilitador da rotina dos médicos. O aplicativo permite a consulta da classificação de doenças. O usuário busca rapidamente qualquer doença através do seu código ou descrição, em qualquer nível. Além de ser gratuito, o aplicativo contém todos os códigos CID-10 atualizados e disponibilizados pelo DATASUS. O aplicativo poupa tempo e permite que doenças ou códigos mais utilizados sejam marcados como “favoritos” facilitando ainda mais a consulta.

O Medscape tem várias funcionalidades: notícias médicas e alertas de saúde mundiais que são atualizadas diariamente; artigos específicos para cada área; informações sobre segurança e prescrição de medicamentos de mais de 8.000 drogas; vídeos de procedimentos cirúrgicos. O aplicativo é gratuito, em inglês e considerado o mais usado pelos médicos.

O Epocrates é um app médico que tem um grande acervo de informações importantes. Apenas uma parte delas está disponível para download gratuito. Acesso ao banco total é pago. Além dos dados relativos aos medicamentos, a ferramenta também auxilia em funções como cálculo do IMC, LDL, anion gap e osmolaridade sérica, dentre outras funções.

  • Touch Surgery (Android e iOs) 

O passo a passo das cirurgias com excelente  qualidade gráfica. O aplicativo representa uma ajuda excelente para acadêmicos e residentes de cirurgia. Apendicectomia, colecistectomia, implante de próteses mamárias, colectomia e vários outros procedimentos podem ser aprendidos no app.

  •  World Health Organization Who (IOS e Android)

  O app da Organização Mundial de Saúde (World Health Organization) é recomendado para os profissionais que desejam estar por dentro das principais novidades da área da saúde, em âmbito mundial. Atualizações sobre pandemias, medicações e pesquisas estão disponíveis em inglês.

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Calculadores Médicas

As calculadoras médicas reduzem o trabalho mental da aplicação das complexas fórmulas médicas. Otimizam o tempo e tornam mais prática a obtenção de resultados matemáticos a partir dos resultados de exames clínicos e laboratoriais. Ainda auxiliam na tomada de decisões sobre drogas, hidratação e reposições. Dentre as calculadoras mais utilizadas, além das embutidas no MedScape, Epocrates e GestaTools, merecem destaque a AxCalc, a CliniCalc e a MedCalc.

  • AxCalc –  (Android e iOs) 

Aprovada pela Sociedade Brasileira de Anestesiologia, apresenta funções como taxa de gotejamento, conversor de unidades, sangramento admissível, correção aguda de sódio, reposição de jejum etc.

  • CliniCalc – (Android e iOs)

Opta por um enfoque mais amplo, indo além de uma mera calculadora médica. Sua grande variedade de conteúdo apresenta-se, na página inicial, separada por sistemas orgânicos. As ferramentas mais bem comentadas deste aplicativo são os diversos escores disponíveis, o cálculo de déficit hídrico, o manejo de infusão, a taxa de produção urinária, a variação no sódio sérico, a escala de coma de Glasgow clássica e pediátrica e o cálculo da área corporal.

  • MedCalc – (Android e iOs) 

Como a desvantagem de ser uma calculadora paga, ainda assim, é uma excelente ferramenta, em especial para aqueles que tendem a esquecer fórmulas como a do clearance de creatinina ou do cálculo da data provável do parto.

Qual a importância do ensino de uma visão humanística na cirurgia?

Já reparou como o ensino da medicina parece, muitas vezes mecanizado? Quando saímos do ensino médio e ingressamos na faculdade de medicina, os estudos em ciências humanas e sociais parecem se tornar cada vez mais distantes. Com o tempo, na rotina dos estudos e das práticas médicas e cirúrgicas, nos esquecemos do mais importante: trabalhamos com vidas humanas. Por isso, o ensino de uma visão humanística na cirurgia, e em todas as outras áreas da medicina, se torna tão importante.

Como ensinar e criar uma visão humanística na cirurgia?

Para tentar responder essa pergunta, o cirurgião, mestre e professor,  Cleber Soares Júnior não mediu esforços para concluir uma pesquisa, que tem como objetivo destacar a importância da visão humanística na cirurgia. No texto, escrito em 2010, Soares Júnior destaca os desafios na formação do cirurgião e das dúvidas que podem surgir durante esse período.

Relembrando as palavras de Lord Moynihan, Soares Júnior relembra que a prática cirúrgica vai muito além de um simples ato mecânico, mista de técnica e ciência. Ele traz as palavras de Moynihan, que remetem à cirurgia como um serviço necessita reunir espírito e coração, para que aconteça.

Ao longo do texto, Soares Júnior reúne uma série de autores e pensadores da medicina moderna e da cirurgia, para costurar seu pensamento acerca do tema de um ensino humanizado.

A cirurgia é mais técnica ou mais arte?

Seria a cirurgia uma prática técnica, artística ou humana? Para descobrir, leia na íntegra, o artigo do cirurgião, mestre e professor,  Cleber Soares Júnior!

Você encontra o artigo hospedado no portal Scielo, com acesso gratuito. Clique aqui para acessar!

Quer citar o artigo? Confira abaixo o formato para cada norma técnica

NBR 6023: SOARES JÚNIOR, Cleber; GOMES, Carlos Augusto; SOARES, Fernanda Pardo de Toledo Piza. O ensino da cirurgia: a necessidade de uma visão humanística. Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, 2010.

MBA: Soares Júnior, Cleber, Carlos Augusto Gomes, and Fernanda Pardo de Toledo Piza Soares. “O ensino da cirurgia: a necessidade de uma visão humanística.” Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões (2010).

APA: Soares Júnior, C., Gomes, C. A., & Soares, F. P. D. T. P. (2010). O ensino da cirurgia: a necessidade de uma visão humanística. Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões.

Nanopartículas provocam ‘suicídio’ de células cancerosas

Pesquisa é desenvolvida pela UFRN

Nanopartículas provocam ‘suicídio’ de células cancerosas, aponta pesquisa. Apesar do avanço da ciência, o câncer ainda é uma das doenças mais temidas da humanidade. A Agência Internacional de Pesquisa em Câncer, ligada à Organização Mundial de Saúde (OMS), estimou 18 milhões de novos casos no ano passado, com crescimento de 28% nos últimos seis anos. Isso significa que um em cada cinco homens e uma em cada seis mulheres no mundo desenvolverá câncer durante a sua vida.

Por se tratar de uma doença de múltiplos fatores causada pelo acúmulo de mutações genéticas que levam à proliferação anormal de tecidos, é difícil traçar um único caminho para o tratamento do câncer. Contudo, novo estudo publicado no New Journal of Chemistry por pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) abre caminhos para a realização de tratamentos mais efetivos usando o direcionamento de nanopartículas.

A decodificação da seqüência do genoma humano possibilitou à Ciência localizar os genes mais freqüentemente mutados diretamente correlacionados às proteínas superexpressas no crescimento de tumores cancerosos. Isso foi fundamental no avanço e aparecimento de novas pesquisas e tratamentos contra a doença.

Uma delas é a terapia direcionada que permite atacar somente as células cancerosas, ao contrário da quimioterapia que também afeta as células normais e provoca muitos efeitos negativos à saúde dos pacientes. Acontece que este tratamento é ainda muito complexo e caro, o que dificulta sua popularização.

Dez pesquisadores participam de estudos

Com o título “Funcionalização de nanopartículas de ouro com dois derivados de quinoxalina à base de aminoálcool para direcionamento de fosfoinositídeos 3-quinases (PI3Kα)”, a pesquisa foi desenvolvida na UFRN e envolveu os institutos de Química (IQ-UFRN) e do Cérebro (ICe-UFRN), em parceria com os laboratórios de Bioinorgânica e Cristalografia, do departamento de Química da UFSC, e de Microscopia Aplicada à Ciência da Vida, do Inmetro.

Ao todo, dez pesquisadores trabalharam no estudo: Janine Araújo, Fabrício Menezes, Heloiza Silva, Davi Vieira, Sérgio Ruschi Silva, Adailton Bortoluzzi, Celso Sant’Anna, Mateus Eugenio, Jannyely Neri e Luiz Gasparotto, coordenador do estudo.

Novo estudo

No novo estudo, os cientistas modificaram, de forma simplificada, nanopartículas de ouro através da inserção, em sua superfície, de quinoxalinas sintetizadas. Além disso, usando simulação molecular (in silico), observaram que esta mutação permite atacar, com grande eficiência, células cancerosas por meio da terapia dirigida. Menores que 100 nanômetros, as nanopartículas de ouro são produzidas, como o próprio nome sugere, a partir do ouro.

Elas são tão pequenas que podem, por exemplo, transportar medicamentos para o interior das células sem perfurar as membranas celulares. Também podem ser carreadas para partes específicas do corpo humano em intervalos controlados. Já as quinoxalinas são agentes antitumorais e anticancerígenos capazes de inibirem enzimas envolvidas na proliferação, motilidade e diferenciação do câncer. Devido a sua vasta gama de aplicações que inclui luminescência e biomedicina, são identificadas algumas vezes como “moléculas reconhecedoras de tumores”.

Autodestruição celular

Segundo o professor Luiz Gasparotto, as nanopartículas de ouro se aquecem quando submetidas à luz de determinados comprimentos de onda, o que pode instigar o suicídio celular a partir do calor. “A ideia central é concentrarmos nanopartículas de ouro na região do tumor, de modo que a aplicação de luz aqueça a região tumoral, levando apenas células doentes ao suicídio”, explica.

A grande questão é que as nanopartículas de ouro não sabem que devem colar apenas em células tumorais. É neste ponto que entram as quinoxalinas. Estudos computacionais mostraram que duas quinoxalinas têm excelente afinidade por determinadas células tumorais e, por isso, “grudam” muito bem em determinados tipos de cânceres.

“Os cálculos teóricos indicam uma forte tendência de interação dessas quinoxalinas com o sítio ativo da enzima-alvo, com os aminoácidos que apresentam as interações mais fortes sendo iguais aos de outros ligantes já reportados na literatura”, contextualiza Sérgio Ruschi, do Laboratório de Neurobiologia Celular e Molecular, do ICe-UFRN.

Entenda a metodologia

Sabendo disso, os pesquisadores inseriram quinoxalinas na superfície das nanopartículas para que estas fossem direcionadas a reconhecer os tumores. Um ponto importante neste trabalho é o fato de as quinoxalinas serem produzidas em laboratório de maneira muito simples e barata, o que facilita sua produção em larga escala.

A metodologia tipicamente utilizada é a inserção de anticorpos na superfície das nanopartículas, mas este é um processo complexo, caro e muito sensível. “A grande contribuição deste trabalho é em termos de simplicidade e custo. Mostramos que há um caminho interessante na produção de compostos antitumorais. O fato de não usarmos anticorpos é um excelente atalho para uma futura produção em larga escala”, diz Luiz Gasparotto.

Teclado e mouse contaminados por bactérias

Seu teclado pode estar cheios de bactérias. Veja pesquisa de professora do Revisamed

Professora do Revisamed divulga estudo sobre contaminação em computadores

Artigo publicado na Revista Médica de Minas Gerais pela doutora em Ciências da Saúde, área de concentração Saúde Brasileira, Patrícia Guedes Garcia, professora da equipe do Curso Preparatório para Residência Médica, Revisamed, destaca a contaminação microbiana em computadores utilizados em um hospital público da cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais.

Teclados de computadores e mouses fabricados de materiais plástico favorecem a permanência de bactérias patogênicas. No estudo foi possível observar altas taxas de contaminação por bactérias patogênicas nos teclados e mouses do hospital, apresentando grande relevância o controle destes microrganismos nas IRAS e na disseminação de bactérias patogênicas, sendo um desafio e uma prioridade para as instituições de saúde.

O artigo conclui que as infecções relacionados à Assistência à Saúde representam um problema de saúde pública, sendo causadas por diversos microorganismos. Representam um importante problema de saúde pública, tanto nos países desenvolvidos como em países em desenvolvimento, pois aumentam as taxas de morbidade e de mortalidade, prolongam o período de internação e elevam os custos hospitalares.

Leia abaixo artigo na íntegra

Avaliação da contaminação microbiana em computadores utilizados em um hospital público da cidade de Juiz de Fora

Assessment of microbial contamination in computers used in a public hospital in the city of Juiz de Fora

Patrícia Guedes Garcia1, Gabriela Souza Barbosa2, Leandro Oliveira de Morais3, Laura Alcântara Damianse4, Leonardo Romaniello Gama de-Oliveira5

RESUMO

Introdução

Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde representam um problema de saúde pública, sendo causadas por diversos microrganismos. Teclados de computadores são fabricados com materiais plásticos que favorecem a permanência de bactérias patogênicas.

 Objetivos

Pesquisar e avaliar o perfil de resistência de bactérias patogênicas isoladas em teclados e mouses utilizados em um hospital de Juiz de Fora. Métodos: Foram coletadas 110 amostras (55 de teclados e 55 de mouses), com swab estéril em meio Stuart. Estas foram inoculadas em caldo BHI, incubadas por 24 horas em estufa de aerobiose, à 35ºC. Foram repicadas em Ágar Manitol Salgado, Ágar MacConkey e Ágar Sangue e incubadas por 24-48 horas, em aerobiose, a 35º ± 2ºC. Colônias presentes nos meios de cultura foram identificadas por provas bioquímicas e fisiológicas e submetidas ao teste de sensibilidade aos antimicrobianos.

Resultados

Foram analisados 55 teclados e 55 mouses utilizados nos setores do hospital. Das 110 amostras coletadas, 39 (35,45%) apresentaram crescimento bacteriano, sendo 21 (19,09%) em teclados e 18 (16,36%) em mouses. Com relação aos microrganismos encontrados, houve prevalência de: Enterobacter cloaceae, S. aureus, Stenotrophomonas maltophilia, Acinetobacter sp, Enterococcus sp., Escherichia coli, Klebsiella pneumoniae, e Klebsiella oxytoca.

Foram analisados 55 teclados e 55 mouses utilizados nos setores do hospital. Das 110 amostras coletadas, 39 (35,45%) apresentaram crescimento bacteriano, sendo 21 (19,09%) em teclados e 18 (16,36%) em mouses. Com relação aos microrganismos encontrados, houve prevalência de: Enterobacter cloaceae, S. aureus, Stenotrophomonas maltophilia, Acinetobacter sp, Enterococcus sp., Escherichia coli, Klebsiella pneumoniae, e Klebsiella oxytoca.

Conclusões

Foi possível observar altas taxas de contaminação por bactérias patogênicas nos teclados e mouses do hospital, apresentando grande relevância o controle destes microrganismos nas IRAS e na disseminação de bactérias patogênicas, sendo um desafio e uma prioridade para as instituições de saúde.

Palavras-chave: Computadores. Infecção Hospitalar. Resistência Microbiana a Medicamentos.

Introdução

Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) referem-se àquelas adquiridas durante a prestação dos cuidados de saúde, após admissão do paciente, durante a internação ou após a alta.1 Representam um importante problema de saúde pública, tanto nos países desenvolvidos como em países em desenvolvimento, pois aumentam as taxas de morbidade e de mortalidade, prolongam o período de internação e elevam os custos hospitalares.1,2

Apesar dos importantes avanços alcançados no controle das infecções, estudos demonstram a emergência do problema globalmente, pelo aumento acentuado da frequência e da gravidade dos casos de IRAS, o que pode ter sido favorecido pela disseminação de microrganismos resistentes, pelo fato da não adesão dos profissionais às medidas de biossegurança, a sobrecarga de trabalho e, por vezes, o número reduzido de recursos humanos.3,4

O que são as IRAS

As IRAS são causadas por diversos microrganismos, com predomínio de bactérias Gram-negativas. Aquelas de maior relevância clínica e epidemiológica em ambientes hospitalares são as enterobactérias como Escherichia coli, Proteus sp., Serratia marcescens, Enterobacter sp. e Klebsiella pneumoniae e os microrganismos não fermentadores de glicose como Pseudomonas sp., Stenotrophomonas sp., Burkholderia sp. e Acinetobacter sp.5

A contaminação do ambiente hospitalar por bactérias Gram-positivas como Staphylococcus aureus resistente a meticilina (MRSA) e Enterococcus resistente a vancomicina (VRE), especialmente em situação epidêmica, tem sido frequentemente descrita.

A proporção de superfícies hospitalares contaminadas com MRSA tem variado consideravelmente de 1% a 27% em quartos hospitalares a 64% de superfícies em Unidades de Queimados com pacientes portando MRSA. Por conseguinte, a contaminação ambiental pode contribuir na transmissão de microrganismos epidemiologicamente importantes na gênese de infecções hospitalares.6

Superfície ambientais contaminadas

Há evidências na literatura de que superfícies ambientais contaminadas com microrganismos podem contribuir para a transmissão desses patógenos quando associados aos cuidados de saúde.6 Essas superfícies desempenham um papel significante na ocorrência da transmissão cruzada, pois atuam como fontes constantes de contaminação, inclusive pelo contato das mãos dos profissionais com os pacientes e pelo contato direto do paciente com material ou ambiente contaminado.6,7

O avanço técnico-científico permitiu um aumento dos sistemas de informatização clínica, tendo por objetivo a automação de todas as rotinas administrativas do hospital.8,9 Alguns estudos têm enfatizado a contaminação de objetos inanimados em uso nos ambientes hospitalares, assim como telefones, computadores, estetoscópios e inclusive aqueles equipamentos presentes nos leitos dos pacientes.8

Métodos

Avaliou-se a presença de microrganismos em teclados e mouses de computadores utilizados em um hospital público de Juiz de Fora, Minas Gerais.

As amostras foram coletadas entre fevereiro e março de 2015, com swab estéril com meio Stuart (Labor® Swab). Este foi friccionado contra a superfície dos teclados. Após a coleta, as amostras foram encaminhadas ao laboratório de microbiologia da Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora.

As amostras foram inoculadas em caldo BHI (Mbiolog diagnósticos Ltda. ®), incubadas por 24 horas em estufa de aerobiose, (Fanem® 502 São Paulo – Brasil), a 35ºC ± 1. Após este período, foram repicadas em Ágar Manitol Salgado (RenyLab®, Química e Farmacêutica), Ágar Sangue 5% (RenyLab®, Química e Farmacêutica) e Ágar MacConkey (RenyLab®, Química e Farmacêutica), incubadas por 24-48 horas, em aerobiose, a 35º ± 1ºC e realizadas as provas bioquímicas para a identificação de cada espécie.10,11

Para identificação de Staphylococcus aureus foi utilizada a fermentação do manitol, catalase e coagulase. Já para Enterococcus sp, utilizaram-se as provas da catalase, NaCl  6,5% e bile esculina.10,11

Para identificar os bastonetes Gram-negativos foram utilizados prova do OF, IAL, citrato, arginina, ornitina, lisina, motilidade, oxidase e polimixina B.10,11

As bactérias identificadas foram submetidas ao teste de sensibilidade aos antimicrobianos (TSA) pelo método de Ágar Difusão em Disco, de acordo com a padronização do CLSI 2014 – Clinical Laboratory Standards Institute.12

Os resultados apresentados consideraram somente o isolamento de S. aureus, bastonetes Gram-negativos fermentadores e não fermentadores e Enterococcus sp.

Com relação aos microrganismos bacterianos encontrados, dentre as 39 amostras positivas de teclados e mouses, 47 cepas foram identificadas, com prevalência de 10 cepas (21,3%) de Enterobacter cloacea, 9 (19,1%) de S. aureus, 7 (14,9%) de Stenotrophomonas maltophilia, 7 (14,9%) de Acinetobacter sp., 7 (14,9%) de Enterococcus sp., 3 (6,4%) de Escherichia coli, 3 (6,4%) de Klebsiella pneumoniae, e 1 (2,1%) de Klebsiella oxytoca como demonstrado na Figura 2.

Foram encontrados na SCIH 33,33% de Acinetobacter sp., 33,3% de K. pneumoniae e 33,3% de S. aureus. Na UTICM a prevalência foi de 40,0% de S. aureus, 33,3% de Enterococcus sp., 13,3% S. maltophilia, 6,7% de K.oxytoca e 6,7% de Acinetobacter sp.. Na INT1 o crescimento foi de 100,0% de S. maltophilia, e na biblioteca foi de 90,0% de E. cloacea e 10,0% de Acinetobacter sp.. Na INT2 foi de 50% de Acinetobacter sp., 25% de Enterococcus sp.e 25% de E. Coli, e na INT4 de 33,3% S. aureus, 33,3% Acinetobacter sp. e 33,3% E. Coli. Na UTIT 75,0% foi S. maltophilia e 25,0% de K. pneumoniae. Na internação 3, 50,0% de E. coli e 50,0% de Enterococcus sp., e na SPM 100,0% de E. cloacea, conforme Tabela 1.

Foi realizado o Teste de Sensibilidade aos Antimicrobianos (TSA), para avaliar o perfil de resistência das bactérias encontradas. Os antimicrobianos testados foram de acordo com a padronização do CLSI 2014, conforme Tabela 2.

Para família Enterobacteriaceae, testaram-se os antimicrobianos: piperacilina + tazobactam, ceftazidma, ceftriaxona, cefepime, aztreonam, ertapenem, meropenem, imipenem, gentamicina, amicacina, sulfametoxazol + trimetoprin e levofloxacin. As cepas de K. pneumoniae foram, uma  betalactamase de espectro estendido (ESBL) e duas Klebsiella pneumoniae carbapenemase (KPC), e apresentaram 33,40% de resistência para piperacilina+tazobactam e gentamicina, 66,60% de resistência para meropenem, imipenem, ertapenem e sulfametoxazol + trimetoprim e 100% de resistência para ceftazidima, ceftrixona, cefepime e aztreonam. A cepa

Figura 1. Porcentagem de crescimento microbiano nos teclados e mouses distribuídos por setores do hospital. Os autores.
Figura 2. Número de espécies bacterianas encontradas nos teclados e mouses dos computadores de um hospital público da cidade de Juiz de Fora/MG. Os autores.

de K. oxytoca foi ESBL, apresentando 100% de resistência para ceftazidima, ceftrixona, cefepime e aztreonam. As cepas de E. cloacae e E. coli, não apresentaram resistência a nenhum antimicrobiano testado.

Para Acinetobacter sp foram testados: piperacilina + tazobactam, ceftazidma, ceftriaxona, cefepime, aztreonam, meropenem, imipenem, gentamicina, amicacina, sulfametoxazol + trimetoprin, levofloxacin, ampicilina + sulbactam, ticarcilina + clavulanato, tetraciclina. O resultado para as cepas isoladas foi de 28,57% de resistência a ampicilina + sulbactam, 42,85% para amicacina, gentamicina e tetraciclina e 57,14% para ceftazidima, ceftriaxona, cefepime, piperacilina + tazobactam, ticarcilina + clavulanato, meropenem, imipenem, sulfametoxazol + trimetoprim e levofloxacin.

Todas cepas de S. maltophilia foram sensíveis a levofloxacin e sulfametoxazol + trimetoprin.

Para S. aureus, foram testadas penicilina, oxacilina, ceftriaxona, cefepime, cloranfenicol, levofloxacin, amicacina, clindamicina, eritromicina, sulfametoxazol + trimetoprin, teicoplamina e linezolida, e para Enterococcus sp., tetraciclina, cloranfenicol, ampicilina, penicilina, levofloxacin, linezolida, teicoplamina e vancomicina. O perfil de resistência foi 11,11% para amicacina, 22,22% para cloranfenicol, 33,33% para levofloxacin, 77,77% para penicilina, oxacilina, cefepime, ceftriaxona e sulfametoxazol + trimetoprim, e 100% para clindamicina e eritromicina. Dentre as nove cepas de S. aureus, 77,77% (7) apresentaram resistência a cefoxitina, MRSA.

Para as cepas de Enterococcus sp. foram testadas ampicilina, penicilina, linezolida, teicoplamina, vancomicina, tetraciclina, levofloxacin e cloranfenicol. O perfil de resistência foi de 14,28% para tetraciclina e 71,42% para levofloxacin e cloranfenicol.

Para as duas cepas de K. pneumoniae resistentes aos carbapenêmicos, foram feitos testes fenotípicos de Hodge e ácido fenilborônico (AFB), para detecção da enzima Klebsiella pneumoniae carbapenemase (KPC), segundo o CLSI 2014 e a nota técnica da ANVISA 001/2013.13,14 Tanto o teste de Hodge, quanto a pesquisa de carbapenemases pelo método do ácido fenilborônico foram positivos para presença de KPC (Figura 3).

Figura 3. Teste de Hodge modificado e pesquisa da enzima carbapenemase pelo método de AFB usado como teste confirmatório para pesquisa de KPC. Os autores.

DISCUSSÃO

A contaminação por microrganismos pode ocorrer na maior parte dos ambientes, sendo esta intimamente ligada à higiene local. Sabe-se que a sobrevivência de tais patógenos no ambiente pode variar de minutos a meses, sendo que objetos de uso rotineiro, tais como os teclados, podem se tornar focos de transmissão a hospedeiros.14

Em todas as amostras foram observados crescimentos de Staphylococcus sp coagulase negativa (SCN). Os SCN são facilmente encontrados, visto que faz parte da microbiota da pele e não representa, necessariamente, risco à saúde dos usuários hígidos.15,16,17

Detectou-se, através do TSA, a presença de MRSA em 7 (77,77%) cepas de S. aureus isoladas. Um estudo microbiológico de 2011 realizado em superfícies de leitos da UTI de um hospital escola em Três Coroas – MG, totalizou 63 amostras e das 48 amostras positivas para S. aureus, 29 (60,4%) foram resistentes à meticilina.

A resistência do S. aureus aos antimicrobianos tem sido desenvolvida por mutações em seus genes ou pela aquisição de genes de resistência de outras bactérias da mesma espécie (ou ate de outras). A literatura descreve que a resistência a meticilina é determinada por um gene cromossômico (mecA) bacteriano, o qual codifica modificações no receptor do betalactâmico, estimulando a produção de uma proteína ligadora de penicilina (PPB2a) com baixa afinidade pelo antimicrobiano, resultando na resistência.

Geralmente, a resistência que ocorre por mutação gera uma alteração no sitio de ação do antimicrobiano, enquanto a resistência por aquisição de genes de resistência frequentemente envolve a inativação ou a destruição da droga, sendo transmitida por plasmídeos e transposons.18

Das sete cepas de Enterococcus sp. encontradas, todas apresentaram sensibilidade à vancomicina. Um estudo de 2006 analisou 50 amostras de teclados em um hospital e isolou 12 cepas de Enterococcus sp., nenhuma apresentou resistência à vancomicina.9 Outro estudo, de 2013, concebido em um leito de uma UTI adulta em um hospital do Vale do Rio Pardo – RS, encontrou-se apenas uma cepa de Enterococcus sp., sendo esta sensível à vancomicina, o que corrobora com os resultados evidenciados.19

Enterococcus sp. pode sobreviver por longos períodos em diversas superfícies e solos, dentro de esgotos e hospitais, crescendo a temperaturas entre 10 e 45°C de ambientes básicos ou ácidos, isotônicos ou hipertônicos, manifestando alta resistência às drogas (vancomicina, penicilina, gentamicina, tetraciclina, eritromicina e teicoplanina), devido não só a genes cromossômicos que codificam resistência, mas também a plasmídeos e transposons conjugativos.8

A colonização ou infecção por VRE tem sido associada a uma variedade de fatores, incluindo tempo de internação hospitalar, doença de base e transplante hepático. Pacientes colonizados por VRE carregam o microrganismo em sua microbiota intestinal e podem permanecer colonizados por até dois anos. Após sua introdução em determinado hospital, o Enterococcus sp. apresenta grande capacidade de disseminação, criando um perfil de endemicidade que dificulta tentativas de erradicação posterior.19

Observou-se o crescimento de cepas da família Enterobacteriaceae, sendo E. cloacae o mais isolado, com prevalência de nove cepas (21,3%), que não apresentaram resistência aos antimicrobianos testados. Infecções causadas pelos microrganismos do gênero Enterobacter são raras nos pacientes imunocompetentes.

Nesse trabalho foram isoladas três cepas de E. coli, que não apresentaram resistência em nenhum dos antimicrobianos testados. Das três amostras de K. pneumoniae isoladas, uma foi ESBL e duas foram KPC. A resistência aos carbapenêmicos tem sido codificada por diversos genes, principalmente blaKPC.14

A produção de ESBL é um mecanismo de resistência em enterobactérias. O tratamento de infecções causadas por cepas produtoras de ESBL oferece um substancial desafio à terapia antimicrobiana, pois as ESBLs hidrolisam penicilinas, cefalosporinas de todas as gerações e monobactâmicos, minimizando opções terapêuticas. Ademais, o uso contínuo e inadequado de agentes antimicrobianos pode induzir à seleção de cepas multirresistentes.20

Detectou-se também uma cepa de K. oxytoca produtora de ESBL, que apresentou 100% de resistência as cefalosporinas de 3ª e 4ª geração e aztreonam. Um estudo realizado de 2012 pesquisou ESBL em E. coli e Klebsiella sp isoladas em superfícies inanimadas em um hospital do Peru. Das 125 amostras obtidas, isolou-se 20 cepas de E.coli, 19 cepas de K. pneumoniae e 4 cepas de K. oxytoca. Cinco cepas de E. coli e 11 cepas de Klebsiella sp foram  produtores de ESBL, com exceção de  uma cepa de E. coli e uma K. oxytoca, todas as outras cepas foram resistentes às cefalosporinas de 3ª geração, aztreonam e cefepime.21

As duas cepas K. pneumoniae isoladas resistentes aos carbapenêmicos foram submetidas a pesquisa fenotípica de KPC através dos testes de Hodge modificado e AFB, sendo que os dois testes foram positivos para a presença de KPC.

A enzima KPC é produzida por bactérias Gram-negativas (Enterobactérias), e sua detecção em isolado bacteriano confere resistência aos antimicrobianos carbapenêmicos, além de inativar penicilinas, cefalosporinas e monobactâmicos. É importante salientar que os carbapenêmicos compreendem uma classe amplamente utilizada no tratamento de infecções envolvendo Enterobacteriaceae multirresistente. Vários são os mecanismos de resistência que podem impedir a ação dos carbapenêmicos, e a resistência surge, ocasionalmente, da combinação de impermeabilidade da membrana com betalactamases cromossômicas (AmpC) ou de amplo espectro (ESBL), gerando pequena hidrolise de carbapenêmicos e, ainda, alteração nos canais de porina, que modificam a ação e a penetração dos fármacos.22,23,24

Estudos têm comprovado a emergência dos bastonetes gram-negativos não fermentadores como causadores de IRAS mundialmente, sendo Pseudomonas sp. e Acinetobacter sp. os mais frequentes. O crescimento microbiano predominante de Acinetobacter sp. multirresistente nas superfícies de materiais e equipamentos mostra a relevância deste patógeno no contexto hospitalar, uma vez que as estas cepas tem capacidade de sobreviver em superfícies secas por períodos longos de tempo, mantendo sua capacidade de multiplicação e infectividade.

Neste estudo foram encontradas sete cepas (14,9%) de Acinetobacter sp., que apresentaram elevado perfil de resistência para todas as cefalosporinas testadas e aos carbapenêmicos. Um estudo realizado no hospital de emergência no Sul do Brasil, em 2010 pesquisou a presença dos genes responsáveis pelo mecanismo de resistência e verificou-se que as cepas de Acinetobacter sp. encontradas apresentavam sensibilidade reduzida as cefalosporinas de terceira geração (ceftazidima e ceftriaxona), além de apresentarem resistência ao imipenem.25

Foram encontradas sete cepas (14,9%) de S. maltophilia, sendo que todas apresentaram sensibilidade a levofloxacin e a sulfametoxazol + trimetoprim.  Em 2011, um estudo avaliou o perfil de sensibilidade das cepas de S. maltophilia isoladas no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, e, o perfil de sensibilidade apresentado pelos isolados de S. maltophilia neste estudo foi compatível com o característico desse agente, apresentando baixos níveis de sensibilidade aos antimicrobianos betalactâmicos e betalactâmicos associados a inibidores de betalactamase e melhor sensibilidade a sulfametoxazol + trimetoprim e fluoroquinolonas.26

Os resultados encontrados no presente estudo são semelhantes àqueles encontrados pela maioria dos autores que estudaram e isolaram bactérias patogênicas das superfícies inanimadas dos mais variados ambientes, e se tratando de superfícies secas, revela uma maior persistência no plástico, material usado na fabricação de teclados e mouses. Amostras microbiológicas de superfícies podem ser úteis nas investigações epidemiológicas que sugerem o ambiente ou superfícies como sendo possíveis reservatórios ou fontes de transmissão de doenças nosocomiais.

Conclusão

Foi possível observar contaminação por bactérias patogênicas nos teclados e mouses nos diversos setores do hospital. A contaminação de computadores corrobora a hipótese de que superfícies muito tocadas se tornam mais contaminadas. Tal premissa reforça a ideia de que muitas vezes os profissionais, após tocar um paciente, não se atêm à importância da higienização das mãos e retomam as atividades sem se dar conta da possibilidade de disseminar microrganismos.

As cepas bacterianas isoladas apresentaram alta taxa de resistência bacteriana, sendo possível observar mecanismos de resistência como ESBL, KPC e MRSA.

Dessa forma, considerando todas as possibilidades dos microrganismos isolados neste trabalho de manifestarem resistência aos antimicrobianos, favorecendo a infecção em pacientes imunocomprometidos, é de suma importância que os componentes da comissão de infecção hospitalar incluam entre os materiais vistoriados em suas inspeções também os teclados e mouses. Isso deve ser associado à orientação dos trabalhadores das unidades de saúde sobre quais protocolos seguir para evitar futuros casos de infecções nosocomiais.

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511-7.

Especialista do Revisamed alerta: câncer de próstata mata um homem a cada 2,4 minutos

Professor do Revisamed destaca importância do autocuidado na prevenção do câncer próstata

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O câncer de próstata mata um homem a cada 2,4 minutos, alerta o urologista Antônio Carlos Tonelli, professor do preparatório Revisamed. Todos os anos, 70 mil brasileiros são diagnosticados com câncer de próstata e destes cerca de 15 mil morrem da doença. Os números revelam uma situação preocupante para a saúde do homem. Uma das ferramentas de enfrentamento para diminuir esta estatística é a campanha nacional Novembro Azul do Ministério da Saúde, uma forma de conscientizar os homens sobre a importância do cuidado com a saúde.

Mas independente de campanhas pontuais os homens devem sempre estar cientes da necessidade do autocuidado. Os dados estatísticos revelam que o câncer de próstata é o câncer mais prevalente em homens a partir dos 50 anos de idade, sendo a segunda causa de morte por câncer. Nos Estados Unidos um novo caso e diagnosticado a cada 2,4 minutos e um paciente morre a cada 18,2 minutos.

Atento à esta realidade, o médico urologista Antônio Carlos Tonelli, destaca a necessidade do diagnóstico precoce. “ O câncer de próstata só apresenta sintomas em fases tardias da doença, quando o tratamento curativo é muito mais difícil. Só com um diagnóstico precoce, temos condições de oferecer um tratamento curativo ao paciente”, alerta Tonelli.

O médico ainda lembra a necessidade de vencer a resistência aos exames de prevenção que são simples, rápidos e podem salvar vidas. Antônio Carlos Tonelli destaca, ainda, que os homens precisam estar conscientes sobre o autocuidado e a prevenção da saúde em geral. Segundo o Ministério da Saúde, os homens vivem 7 anos a menos que as mulheres no Brasil e procuraram os médicos 10% a menos.

Nesta entrevista, realizada na Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde /FCMS, Tonelli fala sobre a importância das campanhas pontuais, destaca a importância do cuidado integral pelo homem, desde a dieta saudável, atividades físicas e da necessidade de visitas periódicas ao especialista.

 

 

Radiografia das Escolas Médicas do Brasil

 

O Conselho Federal de Medicina (CFM) disponibiliza para consulta plataforma digital com o levantamento “Radiografia das Escolas Médicas do Brasil”. A ferramenta traz transparência ao sistema que forma novos médicos no País.  O estudo mostra a estrutura e os diferentes aspectos que compõem o perfil dos cursos de medicina em funcionamento (públicos e privados). As informações permitem aos estudantes e familiares escolherem aqueles que possuem melhores condições de conduzir o processo de aprendizagem e, por outro lado, facilitam os órgãos de controle comprometidos com a formação de bons profissionais.

No levantamento, o CFM levou em consideração os números mais recentes (disponíveis entre maio e julho de 2015) das seguintes bases: Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), Sala de Apoio à Gestão Estratégica (Sage) do Ministério da Saúde, Sistema da Informação da Atenção Básica (Siab) e, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Também foram analisadas informações do Diário Oficial da União, documentos do Ministério da Educação (MEC) e sites especializados, como o Escolas Médicas do Brasil.

Veja alguns dados ou acesse https://bit.ly/1JqsRQZ para conhecer o estudo na íntegra.

TOTAL DE ESCOLAS: 334

TOTAL DE VAGAS EM 1º ANO: 34.290

PONTUAÇÃO MÉDIA PELO CPC: 3,28

TOTAL DE MUNICÍPIOS. 212

(Fonte: CFM)

Dietas Restritivas

Mito ou Verdade: INCA lança cartilha sobre dietas para pacientes oncológicos

A enxurrada de informações sobre alimentos milagrosos, que inunda as redes sociais diariamente, levou o Instituto Nacional do Câncer ( INCA) a lançar uma cartilha de orientações a pacientes com câncer e, ao mesmo tempo reafirmar o posicionamento do Instituto a respeito deste tema.

Para os pacientes com câncer as informações sem comprovação ou respaldo científico, podem motivar atitudes perigosas para a saúde das pessoas. A cartilha foi elaborada pelas seções de Nutrição e Dietética das Unidades Assistenciais e a Coordenação de Prevenção e Vigilância do INCA.

Tem fake news na ciência

Durante o fórum “Dietas restritivas em oncologia: tem fake news na ciência”, no último dia 17/01, o INCA orientou profissionais e pacientes a não recomendarem nem seguirem as dietas detox, alcalina, low carb e nem cetogênica por não existir evidência científicas de que estas dietas têm efeito benéfico durante o tratamento de câncer.

Segundo a nutricionista do HC II Gabriela Villaça, que explicou o posicionamento do INCA, a dieta cetogênica – regime alimentar que prevê um alto consumo de gordura e de proteína e uma baixa ingestão de carboidratos – carece de estudos clínicos robustos que comprovem sua eficácia e segurança durante o tratamento oncológico.

“Ainda não está bem estabelecido para quais tipos de tumor e em qual estágio da doença essa estratégia pode funcionar, assim como o tempo máximo para manutenção dessa dieta e nem mesmo se, de fato, existe ganho de sobrevida ou melhor resposta ao tratamento com essa prática”, alertou. Ainda de acordo com a profissional, pacientes que seguem as dietas compartilhadas pela internet chegam ao INCA com perdas significativas de peso e massa muscular, o que gera menor tolerância ao tratamento.

Dietas restritivas e alimentos milagrosos: fique fora dessa!

Amine Costa, chefe da Seção de Nutrição e Dietética do HC II, frisou a dificuldade de combater as informações falsas nas redes sociais quando elas vêm de profissionais de saúde, e defendeu o envolvimento da equipe multidisciplinar para divulgar o posicionamento do INCA: “Temos que ter o compromisso de disseminar as informações verdadeiras”.

O Instituto recomenda que os pacientes oncológicos sigam uma dieta individualizada e com estratégias de manejo de sintomas, sempre acompanhada por um especialista. Para prevenção do câncer, é aconselhada uma alimentação saudável, com privilégio de alimentos in natura e exclusão dos produtos ultraprocessados.

Pesquisadores participam de debate

O evento contou também com duas mesas-redondas. A primeira discutiu evidências científicas sobre dieta cetogênica e câncer e teve apresentações das pesquisadoras do INCA, Liz Almeida, chefe da Divisão de Pesquisa Populacional, Andréia Melo, chefe da Divisão de Pesquisa Clínica, e Sheilla Coelho, pesquisadora no Programa de Carcinogênese Molecular.

A segunda mesa tratou da comunicação e disseminação de informações sobre o câncer. Esse momento teve participação da coordenadora de Redes Sociais do Ministério da Saúde, Gabriela Rocha, do presidente do Conselho Regional de Nutricionistas da 4ª Região (RJ/ES), Leonardo Murad, e da paciente, nutricionista e voluntária da Oncoguia Juliana Emerick.

https://www.youtube.com/watch?time_continue=368&v=tAsaZ48gryE

( Fonte: Instituto Nacional do Câncer- INCA e Portal do Ministério da Saúde)

 

Atividade e ambiente protegem o cérebro

Atividades e ambiente protegem o cérebro do Alzheimer

Atividade e ambiente protegem o cérebro  do Alzheimer  é o que revela pesquisa. É preciso ter ambiente enriquecido e atividades alternadas para inibir a Atividade e ambiente protegem o cérebroformação de estruturas em nossos neurônios que prejudicam a comunicação entre essas células.

“O ambiente enriquecido pode proteger o cérebro do Alzheimer e melhorar a memória. É o que conclui recente estudo realizado pela professora Tânia Viel, coordenadora do Grupo de Pesquisa em  Neurofarmacologia do Evelhecimento (GPNFE) da Escola de Artes, Ciências e Humanidades a(EACH) da USP. Segundo reportagem publicada no site Jornal da USP , a variação das atividades e estímulos inibe a formação de estruturas em nossos neurônios que prejudicam a comunicação entre essas células.

Placas senis reduzem em ambientes dinâmicos

Os pesquisadores, através de testes em laboratório em camundongos, constataram menor quantidade das chamadas “placas senis” em animais que conviviam em ambiente enriquecido, comparados aos que viviam em ambiente normal. “Essas placas são aglomerados de peptídeos (conjuntos de aminoácidos) que agem de maneira danosa no cérebro, por meio da inflamação dos neurônios e, consequentemente, levam a sua destruição”, explica a reportagem.

Cérebro protegido com atividades e ambiente

Na entrevista, a coordenadora Tânia Viel acrescentou que “os benefícios foram constatados, inicialmente, pela melhora da memória espacial. Mas os melhores efeitos não foram evidenciados pelo comportamento, mas sim pela proteção do cérebro contra a agressão das placas senis. Atividades e ambiente protegem cérebro”

Como foi realizado o estudo sobre a proteção do cérebro contra o Alzheimer

Para o estudo, foram utilizados dois grupos de camundongos, um de controle – que vivia em uma pequena caixa com alimentação e apenas manipulação dos pesquisadores – e outro que contava com ambiente enriquecido, com estímulos, matérias e atividades diferentes, como, como novas decorações em seu ambiente e rodas de exercício.

Alternar trabalho e lazer é o caminho. Atividades e ambiente protegem cérebro

Para a professora, o estudo é de grande utilidade para todas as pessoas. “O nosso ambiente enriquecido é justamente manter uma alternância entre trabalho e lazer, ” disse. Portanto, praticar atividade física, além das rotineiras como manter uma vida social – teatro, cinema, show, jogos –  estudar ou sair para dançar, viajar e passear, por exemplo deixam o ambiente enriquecido.

Aumento da proteção

Estas atividades alternadas o produzem aumento das proteínas que protegem o cérebro. Um estudo anterior da professora já havia concluído que o ambiente traz benefícios à memória e que nunca é tarde para começar a proteção cerebral. Atividades e ambiente protegem cérebro!

O artigo está publicado na revista Frontiers in Aging Neuroscience e pode ser lido no site.

Calendário da saúde 2019

Fique por dentro do calendário da Saúde 2019 com as principais datas comemorativas

O Revisamed, curso online preparatório para as provas de residência médica, selecionou para você as principais datas comemorativas da saúde e montou o calendário da saúde 2019 das diversas áreas correlatas, como medicina, enfermagem, fisioterapia, odontologia entre outras. Que tal estar em dia com todas as datas da saúde?  É importante para você que estuda ou atua na área. Confira:

JANEIRO

02/01 – Dia do Sanitarista

02/01 – Dia Nacional da Abreugrafia

04/01 – Dia do Hemofílico

19/01 – Dia Mundial do Terapeuta Ocupacional

20/01 – Dia do Farmacêutico

24/01 – Dia da Previdência Social e do Aposentado

30/01 – Dia da Não Violência

FEVEREIRO

04/02 – Dia Mundial do Câncer (OMS)

05/02 – Dia Nacional da Mamografia

05/02 – Dia da Papiloscopia

07/02 – Dia Nacional de Luta dos Povos Indígenas

MARÇO

08/03 – Dia Internacional da Mulher

21/03 – Dia Nacional da Síndrome de Down

21/03 – Dia Mundial da Infância

21/03 – Dia Internacional contra a Discriminação Racial

22/03 – Dia Mundial da Água (OMS)

24/03 – Dia Mundial de Combate à Tuberculose

31/03 – Dia da Saúde e da Nutrição

ABRIL

04/04 – Dia Nacional do Parkinsoniano

06/04 – Dia Mundial da Atividade Física

07/04 – Dia Mundial da Saúde

08/04 – Dia Nacional do Sistema Braille

08/04 – Dia Mundial de Luta Contra o Câncer

14/04 – Dia do Técnico em Serviço de Saúde

16/04 – Dia Nacional da Voz

17/04 – Dia Internacional da Hemofilia

26/04 – Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial

30/04 – Dia Nacional da Mulher

MAIO

01/05 – Dia Internacional do Trabalhador

08/05 – Dia Internacional da Cruz Vermelha

12/05 – Dia da Enfermagem

15/05 – Dia do Assistente Social

15/05 – Dia Nacional do Controle das Infecções Hospitalares

18/05 – Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

18/05 – Dia Nacional da Luta Antimanicomial

25/05 – Dia do Massagista

26/05 – Dia Nacional de Combate ao Glaucoma

28/05 – Dia Internacional de Luta Pela Saúde da Mulher

28/05 – Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna

29/05 – Dia Mundial da Saúde Digestiva

31/05 – O Dia Mundial Sem Tabaco

JUNHO

05/06 – Dia Mundial do Meio Ambiente

06/06 – Dia Nacional de Luta contra Queimaduras

06/06 – Dia Nacional do Teste do Pezinho

09/06 – Dia da Imunização

11/06 – Dia do Educador Sanitário

14/06 – Dia Mundial do Doador de Sangue

21/06 – Dia Nacional de Controle da Asma

26/06 – Dia Internacional de Apoio às Vítimas da Tortura

26/06 – Dia Internacional sobre o Abuso e Tráfico Ilícito de Drogas

JULHO

02/07 – Dia do Hospital

10/07 – Dia da Saúde Ocular

13/07 – Dia do Estatuto da Criança e do Adolescente

25/07 – Aniversário de Criação do Ministério da Saúde

28/07 – Dia Nacional da Prevenção de Acidentes do Trabalho

28/07 – Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais

AGOSTO

01/08 – Semana Mundial da Amamentação

05/08 – Dia Nacional da Saúde

05/08 – Dia da Farmácia

08/08 – Dia Nacional de Combate ao Colesterol

24/08 – Dia da Infância

27/08 – Dia do Psicólogo

28/08 – Dia Nacional de Combate e Prevenção ao Escalpelamento

29/08 – Dia Nacional de Combate ao Fumo

31/08 – Dia do Nutricionista

SETEMBRO

01/09 – Dia do Profissional de Educação Física.

03/09 – Dia do Biólogo

05/09 – Dia Nacional de Conscientização e Divulgação da Fibrose Cística

05/09 – Dia do Oficial de Farmácia

08/09 – Dia Mundial da Raiva

08/09 – Dia Nacional de Luta por Medicamento

09/09 – Dia do Veterinário

10/09 – Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio

19/09 – Dia do Engenheiro de Saneamento

21/09 – Dia Nacional de Luta da Pessoa Portadora de Deficiência

27/09 – Dia Nacional da Doação de Órgãos

29/09 – Dia Mundial do Coração

OUTUBRO

01/10 – Dia Nacional de Doação do Leite Humano

01/10 – Dia Nacional do Idoso

03/10 – Dia Mundial do Dentista

04/10 – Dia Nacional do Agente Comunitário de Saúde

10/10 – Dia Mundial da Saúde Mental

11/10 – Dia Nacional de Prevenção da Obesidade

11/10 – Dia do Deficiente Físico

12/10 – Semana Nacional de Prevenção da Violência na Primeira Infância

13/10 – Dia do Terapeuta Ocupacional e Fisioterapeuta

16/10 – Dia Mundial da Alimentação

17/10 – Dia Nacional da Vacinação

18/10 – Dia do Médico

20/10 – Dia Mundial e Nacional da Osteoporose

25/10 – Dia Nacional da Saúde Bucal

25/10 – Dia do Cirurgião Dentista

27/10 – Dia Nacional de Mobilização Pró-Saúde da População Negra

27/10 – Dia Nacional de Luta pelos Direitos das Pessoas com Doenças Falciformes

29/10 – Dia Nacional e Mundial da Psoríase

30/10 – Dia Nacional de Luta contra o Reumatismo

NOVEMBRO

10/11 – Dia Nacional da Surdez

14/11 – Dia Mundial do Diabetes

16/11 – Dia Nacional dos Ostomizados

20/11 – Dia da Consciência Negra

DEZEMBRO

01/12 – Dia Mundial de Luta Contra a Aids

02/12 – Dia Pan-Americano de Saúde

05/12 – Dia Nacional do Médico de Família e Comunidade

09/12 – Dia do Fonoaudiólogo

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