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Residência médica da USP: saiba como funciona

A Faculdade de de Medicina da USP abre inscrições para o processo seletivo de  residência médica e o Revisamed traz todas informações para você.  As inscrições começam a partir de 02 de outubro de 2019. A USP oferece 54 programas de treinamento em áreas reconhecidas.

Como funciona a residencia da USP

Que tal conquistar uma das vagas 883 vagas de residência na Faculdade de Medicina da USP?. Afinal, a residência médica da USP é uma das mais disputadas e renomadas do país.

Se este é o seu sonho, fique atento, porque o período de inscrição vai de 2 a 21 de outubro de 2019, e a primeira prova acontece no dia 15 de novembro. 

As vagas estão distribuídas em especialidades básicas de acesso direito e vagas que exigem pré-requisito, além dos chamados programas de anos adicionais/áreas de atuação.

Acesso direto: veja as normas para a residência da USP 2020

O edital estabelece uma série de normas e regras para quem vai concorrer a uma vaga de acesso direto.Neste artigo, o blog Revisamed vai mostrar os principais pontos do edital, porém, é importante que o profissional ou o estudante lei todo o documento para não enfrentar qualquer problema durante o processo do concurso. Mais importante, é não perder nenhuma publicação.

Mais de 310 vagas para especialidades médicas com acesso direto

Ao todo são 315 vagas em 28 especialidades, além de 42 vagas reservadas para forças armadas (retorno). Na tabela abaixo mostramos todos as áreas básicas, a duração da residência e as vagas previstas. Confira:

 

Programas  Duração  Vagas Previstas  Forças Armadas (Retorno)
ÁREAS BÁSICAS
Programa de Pré-Requisito em Área Cirúrgica Básica 2 anos 39
Clínica Médica 2 anos 39 
Medicina de Família e Comunidade 2 anos 10
Medicina Preventiva e Social 2 anos 5
Obstetrícia e Ginecologia 3 anos 14  2
Pediatria  3 anos 36 4
Acupuntura  2 anos  01
Anestesiologia 3 anos  25 5
Cirurgia Cardiovascular  5 anos  3 1
Dermatologia 3 anos  9 1
Genética Médica 3 anos  2
Infectologia 3 anos  5 3
Medicina de Emergência 3 anos 0 1
Medicina do Trabalho  2 anos 2
Medicina Esportiva 3 anos 5 1
Medicina Física e Reabilitação 3 anos 10
Medicina Legal e Perícia Médica  3 anos 1 1
Medicina Nuclear 3 anos 5
Neurocirurgia  5 anos 4
Neurologia 4 anos 9 3
Oftalmologia  3 anos 14
Ortopedia e Traumatologia 3 anos 14 4
Otorrinolaringologia  3 anos 8
Patologia 3 anos 8
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial 3 anos 1
Psiquiatria  3 anos 18 2
Radiologia e Diagnóstico por Imagem  3 anos 23 1
Radioterapia  4 anos 5

 

Saiba sobre estágios, carga horária e locais dos programas

Se você ainda não sabe, fique ligado. Conforme é exigido pela legislação, por se tratar de um treinamento em serviços, a residência médica da USP, assim como as demais, é constituída obrigatoriamente por estágios práticos, que ocupam de 80% a 90% da carga horária. Consequentemente, o tempo restante é dirigido a atividades teórico-pedagógicas complementares. 

De acordo com a área, os programas têm duração de 1 a 5 anos, com carga horária anual é de 2.880 horas ou 60 horas semanais, incluindo 24 horas semanais de plantão, com folgas previstas conforme as normas estabelecidas.

No site da USP você vai ver que parte da residência médica pode ser cumprida no Hospital Universitário (HU) da USP, ou no Hospital das Clínicas da FMUSP, ou mesmo em Unidades Básicas de Saúde (UBS), conforme a especialidade escolhida.

Principais pontos do edital para residência da USP 2020

Para começar, é bom ficar atento ao período de inscrição que vai do dia 02 ao dia 21 de outubro de 2019.  Podem se inscrever para disputar uma das vagas médicos formados em cursos autorizados e reconhecidos pelo MEC e inscritos no Conselho Regional de Medicina. 

Também podem se candidatar estudantes matriculados no último período de curso de graduação em MEDICINA, reconhecidos e autorizados pelo MEC, que venham a concluir a graduação antes do prazo estipulado para início dos Programa de Residência Médica pretendido – 2020. 

Edital prevê 60 vagas para treineiros 

Se você é aquele estudante que está ansioso para saber como é a prova de residência médica da USP,  mesmo ainda não podendo disputar uma vaga, o edital reserva algumas vagas para os chamados treineiros.

Para quem deseja ter esta experiência , o edital prevê 60 vagas para estudantes matriculados em curso de graduação em MEDICINA reconhecido pelo  MEC, que estejam concluindo ou concluíram o 10º semestre, não concorrendo às vagas especificadas do edital.

Os treineiros podem realizar as provas da 1ª fase (prova objetiva de múltipla escolha e prova escrita dissertativa), bem como a Prova Prática da 2ª fase, se foram  classificados para a 2ª fase (prova prática).

Como as vagas de treinamento são limitadas a 60, quando completarem as inscrições automaticamente o sistema será bloqueado. 

Comprovação da instituição precisa estar atualizada

E atenção treineiros! Obrigatoriamente, durante o período de inscrições, você deverá enviar, através do site Faculdade de Medicina , no campo Processo Seletivo – 2020 ou na organizadora do concurso na “Área do Candidato”, cópia legível do comprovante de matrícula ou de conclusão do 10º semestre no curso de graduação em Medicina, expedida por instituição de ensino pública ou privada, com data de emissão recente (a partir de agosto/2019). 

A comissão de residência irá avaliar o documento, que deverá ser exclusivamente no formato PDF, e irá aprová-lo ou rejeitá-lo, caso este não esteja de acordo com os critérios estabelecidos. 

Candidato deve acompanhar resultado

Mas não basta enviar o documento. Você precisa acompanhar o resultado através dos sites, e, caso o documento seja rejeitado, deve encaminhar outro que atenda os critérios estabelecidos durante o período de inscrições.

 Não serão aceitos documentos enviados após o término do período de inscrições. Quem não enviar o documento, não terá sua inscrição deferida, mesmo que tenha realizado o pagamento do boleto. 

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Concurso prevê provas objetiva, dissertativa, prática e análise curricular

Em resumo, o edital de residência médica da USP, prevê prova objetiva de múltipla escolha e prova dissertativa na 1ª fase do concurso. A prova objetiva de múltipla escolha é classificatória e eliminatória, com 100 questões de múltipla escolha, com quatro alternativas de resposta.

Os candidatos à residência terão, nesta prova, mesmo número de questões nas especialidades de Cirurgia Geral, Clínica Médica, Obstetrícia e Ginecologia, Medicina Preventiva e Social e Pediatria.

Já a prova escrita dissertativa – também classificatória e eliminatória – terá cinco questões dissertativas, objetivas e de respostas curtas. O conteúdo é o mesmo da graduação nas áreas básicas. O candidato que for classificado e habilitado para a segunda fase fará a prova no dia 05 de dezembro 2019.

Classificados farão prova prática

Um dos desafios de quem busca a especialização na residência médica é o de enfrentar a prova prática. Em outras palavras, no concurso da USP, todos os candidatos habilitados na 1ª fase farão a prova em ambientes sucessivos, igualmente aplicados a todos, relacionada às especialidades Cirurgia Geral, Clínica Médica, Obstetrícia e Ginecologia, Medicina Preventiva e Social e Pediatria.

Esta prova será documentada por meios gráficos e/ou eletrônicos.

A prova prática está prevista para o dia 15 de dezembro. É importante ainda destacar que não haverá segunda chamada em hipótese alguma. A prova será aplicada em estações e o estudante não pode portar qualquer objeto.

Uma curiosidade é que o edital deixa explícito que as orelhas dos candidatos devem estar “totalmente descobertas e visíveis  à observação dos examinadores e fiscais”, isto por medida de segurança.

Análise e arguição de currículo

Nesta última etapa da prova de residência médica da USP para as especialidades com acesso direto os treineiros não participam. Quem ainda estiver na disputa por uma das vagas, fará esta etapa entre os dias 07 e 15 de janeiro de 2020. No período de 12/12/2019 até 26/12/2019 o estudante deve enviar as informações do currículo pela internet e, na da da arguição, apresentar a documentação comprobatória. 

O edital disponibiliza contatos para informações específicas sobre a fase de análise e arguição e currículo.

Depois de todos os processos de divulgação das notas, eventuais recursos, contagem de pontos, entre outros, o candidato que conseguir chegar lá , fará a matrícula no programa de residência  da Faculdade de Medicina da USP no período de 10 e 12 de fevereiro de 2020.

E aí ficou interessado na residência médica da USP? Na próxima parte do artigo vamos falar dos programas de residência médica da USP que exigem pré-requisitos. Vamos lá?

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Pré-requisito: confira os programas de residência médica da USP 2020

Agora, se você já fez uma residência médica e quer seguir em frente na carreira médica, pode ter nos programas da USP um caminho de sucesso na profissão. Para as Especialidades Clínicas, a residência da USP oferece programas nas seguintes áreas:

 

Programas  Duração  Vagas Previstas 
Especialidades Clínicas
Alergia e Imunologia 2 anos 2 vagas
Cancerologia/Clínica  3 anos 14 vagas
Cardiologia 2 anos 24 vagas
Endocrinologia 2 anos 10 vagas
Gastroenterologia 2 anos 4 vagas
Geriatria  2 anos 10 vagas
Hematologia e Hemoterapia 2 anos 6 vagas
Nefrologia 2 anos 12 vagas
Pneumologia 2 anos 4 vagas
Reumatologia 2 anos 12 vagas

O prazo de inscrição para os médicos que vão fazer R3 é o mesmo, entre os dias 2/10 e 21/10/2019. E, na inscrição, o médico declara ter concluído o programa de Residência Médica em Clínica Médica credenciado pela Comissão Nacional de Residência Médica ou que irá concluí-lo até a data de 28/02/2020 ou que obteve revalidação do seu diploma, segundo a legislação vigente.

Como serão as provas?

O concurso nas especialidades Clínicas Médicas constará de prova objetiva de múltipla escolha, classificatória e eliminatória, com 1oo questões, com conteúdo programático do Programa de Residência Médica em Clínica Médica ( especialidade do pré-requisito). Estas provas serão realizada também no dia 15 de novembro. Portanto, o prazo é curto entre uma prova e outra.

Um mês depois depois, no dia 15 de dezembro, se você foi habilitado na primeira fase, será convocado para a prova prática. E, na sequência, serão realizadas a análise e arguição do currículo, entre os dias 7 e 17 de janeiro de 2020.

A nota final de cada candidato será o resultado da pontuação obtida em cada fase, conforme segue:

[(Prova da 1ª fase X 5) + (Prova Prática X 4) + (Análise e arguição de curriculum vitae X 1)]/10. 

Quais e como são os programas nas Especialidades Cirúrgicas?

Agora, vamos falar uma pouco do que é exigido para os candidatos aos programas de residência médica da USP das Especialidades Cirúrgicas no processo seletivo 2020.

Basicamente, as orientações e o processo seguem a mesma linha das Especialidades em Clínica. O que muda é o conteúdo das provas que, neste caso, passa a ser para Cirurgia Geral, que é pré-requisito nas Especialidades Cirúrgicas. Abaixo colocamos a tabela com os programas oferecidos na residência médica da USP.

 

Programas Duração Vagas Previstas
Especialidades cirúrgicas
Cirurgia do Aparelho Digestivo 2 anos 07
Cirurgia Geral – Programa Avançado  2 anos 04
Cirurgia Pediátrica  3 anos 01
Cirurgia Plástica 3 anos 09
Cirurgia Torácica  2 anos 04
Cirurgia Vascular  2 anos 05
Coloproctologia 2 anos 01
Urologia 2 anos 06

Especialidades com outros pré-requisitos. O que diz o edital ?

Os programas de residência médica da USP também selecionam vagas para as especialidades médicas que exigem outros pré-requisitos. Ou seja, se você já fez uma especialização e pretende a chamada subespecialidade deve seguir os mesmo prazos e procedimentos para inscrição.

Datas e fases das provas também são as mesmas. O que muda são os conteúdo das provas, que serão de acordo com a especialidade escolhida. Você precisa também comprovar já ter o pré-requisito ou que vai concluí-lo até a data de 28/02/2020 ou que obteve revalidação do seu diploma, segundo a legislação.

O candidato faz provas objetivas de múltipla escolha, classificatória e eliminatória, com 100 questões de múltipla escolha  com o conteúdo do programa de pré-requisito, além de prova dissertativa com 5 questões. Faz também a prova prática e análise e arguição de currículo.

Veja abaixo as especialidades médicas com os respectivos pré-requisitos, a duração e o número de vagas previstas:

 

Programa Pré-requisito Duração  Vagas previstas
Hemoterapia Pediátrica Pediatria 2 anos 1
Mastologia Cirurgia Geral ou Obstetrícia e Ginecologia 2 anos 5
Medicina Intensiva Cirurgia Geral ou Clínica Médica ou Anestesiologia ou Neurologia ou Infectologia 2 anos 10
Medicina Intensiva Pediátrica Pediatria 2 anos 4
Nefrologia Pediátrica  Pediatria 2 anos 2
Neonatologia  Pediatria 2 anos 9
Neurologia Pediátrica  Neurologia ou Pediatria  2 anos 5
Nutrologia Cirurgia Geral ou Clínica Médica 2 anos 2
Reumatologia Pediátrica  Pediatria  2 anos 1

 

Residência Médica da USP de anos adicionais e de áreas de atuação

Para os programas de Residência Médica das especialidades com anos adicionais e de áreas de atuação,  todo o processo para segue os mesmo prazos e normas dos editais das modalidades de acesso direto e com pré-requisitos anteriores.

Nestes casos, a mudança está na etapas de provas e conteúdos. Para as áreas que vamos mostrar na tabela abaixo, serão realizadas provas escritas dissertativas na primeira etapa do processo seletivo.

Nesta prova, o candidato responde a 5 (cinco) questões dissertativas, objetivas e de respostas curtas,  sobre o conteúdo programático do programa de pré-requisito. A prova terá o valor de zero a 100.

A convocação dos habilitados para 2ª fase será feita no dia 05 de dezembro, por ordem de classificação e nos sites do concurso. Veja abaixo as áreas, pré-requisitos, duração e as vagas previstas.

 

Programa/Área de Atuação  Especialidades de pré-requisito Duração  Vagas previstas
Dor Anestesiologia  1 ano 1
Dor Neurologia, Neurocirurgia 1 ano 1
Endoscopia Digestiva  Gastroenterologia, Coloproctologia, Cirurgia do Aparelho Digestivo, Endoscopia 1 ano  1
Endoscopia Ginecológica  Obstetrícia e Ginecologia  1 ano 1
Medicina do Sono Clínica Médica, Neurologia, Otorrinolaringologia, Pediatria, Pneumologia e Psiquiatria  1 ano 2
Medicina Fetal  Obstetrícia e Ginecologia  1 ano 2
Medicina Paliativa Anestesiologia, Cancerologia, Clínica Médica, Geriatria, Medicina de Família e Comunidade ou Pediatria, Cirurgia de Cabeça e Pescoço, Medicina Intensiva e Neurologia.  1 2
Neurofisiologia Clínica  Medicina Física e Reabilitação 1 ano 1
Neurofisiologia Clínica  Neurologia 1 ano  1
Psicogeriatria Psiquiatria 1 ano 3
Psicoterapia Psiquiatria 1 ano  2
Psiquiatria da Infância e da Adolescência Psiquiatria  1 ano  6
Psiquiatria Forense  Psiquiatria 1 ano  2

 

Veja agora a tabela com as especialidades com ano adicional 

 

Programa/Ano Adicional  Pré-requisito Duração  Vagas Previstas
Endocrinologia  Endocrinologia  1 ano 1
Obstetrícia e Ginecologia  Obstetrícia e Ginecologia  1 ano 2
Psiquiatria  Psiquiatria  1 ano 1

Como será o processo seletivo para residência médica da USP

Em resumo, o processo seletivo constará das seguintes provas: prova escrita dissertativa pontuada de 0 a 100, com 5 (cinco) questões dissertativas, objetivas e de respostas curtas. O conteúdo programático segue o programa de pré-requisito.

Os candidatos habilitados nos programas de residência médica da USP Dor/Neurologia e Neurocirurgia e  Psiquiatria da Infância e Adolescência/ Psiquiatria fazem prova prática. Já a análise de currículo para todos os habilitados na primeira fase acontece  entre 07 e 15 de janeiro de 2020.

Nestes programas de residência a nota final de cada candidato é o resultado da pontuação obtida em cada fase, conforme segue:

[(Prova da 1ª fase X 5) + (Prova Prática X 4) + (Análise e arguição de curriculum vitae X 1)]/10.

Entretanto, já os programas que que NÃO realizam prova prática, a prova escrita comporá 90% da nota, de acordo com a regulamentação vigente, enquanto a análise e arguição de currículo comporá 10% da nota do candidato. 

Com isto, a nota final de cada candidato é o resultado da pontuação obtida em cada fase, conforme segue:

[(Prova da 1ª fase X 9) + (Análise e arguição de curriculum vitae X 1)]/10. 

Preparação é essencial para conquistar a vaga na residência médica da USP

Como vocês viram, o processo seletivo para os programas de residência médica da USP são bastantes complexos, com muitas nuances e detalhes, conforme cada especialidade médica, além de ser disputadíssimo. Portanto, é sempre bom ficar ligado.

Por isto, é muito importante que o candidato leia todo o edital e acompanhe as publicações da USP para evitar problemas de última hora.

Já para quem ainda está se preparando para enfrentar os concursos de residência é importante acompanhar os processos para já se familiarizar com as normas do concurso.

Uma boa oportunidade é fazer a prova como treineiro. No mais, é continuar estudando, aproveitando todas as dicas e orientações  do Revisamed para conquistar a sua vaga na USP.

 Agora, fique atento ao período de inscrição. Se você está se preparando é bom que antecipe tudo o que for possível para não ser pego de surpresa na última hora. Resumindo, no mais é  só ter tranquilidade para cumprir com sucesso cada uma das fases exigidas e boa sorte!

Quer fazer questões de provas para ficar ainda mais preparado?

Então clique aqui e aproveite para testar o seu desempenho e continue acompanhando o Blog Revisamed para mais informações e dicas.

 

Estudantes conversam com professor

Como escolher curso Preparatório para Residência Médica?

Estudantes conversam com professor
Fazer um curso preparatório para as provas e residência é um caminho para se tornar um especialista

Confira as dicas do Revisamed para fazer a melhor escolha e se dar bem nas provas de residência médica

Como escolher o curso preparatório para residência médica. Para facilitar a vida do estudante de medicina, o curso preparatório Revisamed selecionou algumas dicas para os médicos que já planejam a residência médica tão logo terminem a faculdade.

Formado por um grupo de professores especialistas, mestres e doutores, todos os profissionais nacionalmente reconhecidos pela atuação médica aliada experiência do ensino na área da saúde, o curso preparatório para residência médica Revisamed sabe bem que a expertise da equipe de professores é decisiva para que você faça uma boa escolha e conquiste a tão sonhada vaga na residência médica.

Qual o melhor curso para residência médica?

“No Revisamed, por exemplo, reunimos os mais competentes médicos e professores em todas as especialidades. Nossa filosofia é aprenda com quem faz”, destaca um dos coordenadores. Além da qualidade da equipe, a didática e os materiais de apoio disponibilizados pelo curso para residência médica devem ser observados na hora da contratação.

O Revisamed coloca à disposição do estudante videoaulas em módulos curtos, caderno digital com pergunta e resposta que funciona como uma apostila, questões comentadas, podcast e, ainda, o acesso premium ao app Whitebook e ao Medcards/Brainscape

Enfim, uma série de recursos de apoio aos estudos que faz toda a diferença. Entre os especialistas na área educacional, não há dúvidas que o conteúdo oferecido e o método de ensino adotado fazem do Revisamed o melhor curso para as provas de residência médica.

A metodologia de ensino do Revisamed também foi pensada para que o estudante otimize seu tempo e de fato aprenda o conteúdo, não se limitando aos famosos “macetes” de prova ou “pegadinhos.

Todo o material de cada uma das 350 videoaulas ficam dispostas em um só lugar, a chamada trilha de estudos Revisamed. Com um clique apenas você acessa o tema escolhido e encontra todo o material para se preparar para a prova de residência médica.

Relação custo x benefício

Outra importante e decisiva dica é relação custo x benefício. O estudante precisa saber diferenciar o que é conteúdo de qualidade de penduricalhos. Uma série de artifícios encarecem o preço do curso preparatório para residência médica.

Basta ter bom senso e saber o que fato é importante na sua preparação. “Tenha sempre em mente que o preparatório para residência médica precisa ter os conteúdos que são exigidos nas provas. Além disto, é claro, precisa estar dentro do seu orçamento e dar um suporte adequado ao estudante. O restante é dedicação”, completam os educadores do Revisamed.

Como são os cursos preparatórios para residência médica

Existe uma série de modalidades de cursos preparatórios para a residência médica online. Quem está terminando a faculdade e já quer logo fazer a residência médica pode optar por um curso mais rápido de 12 meses.

Já o estudante que gosta de planejar e ter mais tempo para se preparar, o ideal é buscar um curso preparatório para residência de 24 meses. “Neste caso, ele terá mais tempo para assistir as videoaulas, fazer provas e usar todo o material de apoio”, consideram os coordenadores.

No Revisamed, os cursos preparatórios R1 se dividem em duas modalidades: 14 meses e 24 meses.  Além destes, o Revisamed oferece também o curso para o Revalida e os cursos R3.

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Opções de cursos preparatórios para R3

Há ainda as modalidades de cursos preparatórios para R3. O Revisamed oferece os cursos preparatórios online por 14 meses nas áreas de Clínica Médica, Cirurgia, Pediatria.

Direcionado ao médico que já está na residência e deseja se especializar em uma área da Clínica Médica, da Clínica Cirúrgica ou da Pediatria.

Os cursos R3 são dinâmicos, rápidos, com 14 meses de acesso e todo o conteúdo da área escolhida. São disponibilizados todos os recursos da trilha de estudo Revisamed, preparando o médico para as provas de residência médica ou mesmo para uma atualização profissional na área.

Concorrência acirrada exige objetivos bem claros na escolha do curso para residência médica

Escolher o curso preparatório para a residência pode parecer tarefa muito difícil, mas é preciso estar atento também a especialidade e a instituição que o estudante tenha maior interesse.

Afinal, é sua carreira médica que está em jogo e a concorrência está cada vez mais acirrada: quem estiver melhor preparado terá mais condições de fazer uma boa prova.

É importante ter bem claro os seus objetivos. Se pretende cursar a residência em instituição pública ou privada e, definido o seu objetivo, é focar nos estudos em conteúdos e questões mais específicas.

Selecionar os editais e dedicar-se o tempo livre para os estudos são decisivos. Fazer questões de provas anteriores e saber a maior prevalência de questões de cada área facilitam a preparação. É importante que você saiba também algumas dicas. Leia o blogpost Como escolher a sua residência médica? Veja as dicas do Revisamed

 

Quatro especialidades concentram 39% dos especialista no Brasil, aponta estudo

De acordo com a publicação Demografia Médica Brasileira – O perfil do médico brasileiro e a desigualdade no acesso à assistência, realizado em 2018 pela Associação Médica Brasileira (AMB) quatro especialidades concentram quase 39% dos especialistas do País

As quatro especialidades, juntas, representam 38,4% de todos os títulos de especialistas no País. São elas:

  • Clínica Médica tem 42.728 titulados, ou 11,2% do total
  • Pediatria, 39.234 titulados (10,3%).
  • Cirurgia Geral reúne 34.065 especialistas (8,9%).
  • Ginecologia e Obstetrícia tem 8% dos titulados, ou 30.415.

Em seguida as especialidades com mais número de títulos estão Anestesiologia (com 6%), Medicina do Trabalho (4,2%), Ortopedia e Traumatologia (4,1%), Cardiologia (4,1%), Oftalmologia (3,6%) e Radiologia e Diagnóstico por Imagem (3,2%). Essas seis especialidades, somadas às quatro básicas, representam 63,6% de todos os títulos.

As primeiras 20 especialidades, ainda segundo a publicação, reúnem 80,4% dos profissionais titulados. Os outros 19,6% estão distribuídos pelas demais 34 especialidades. Oito delas têm menos de mil titulados cada.

Genética Médica é a especialidade com menor número de titulados: são 305, ou 0,1% do total. As 59 “áreas de atuação” reconhecidas no País, que são derivadas, relacionadas ou ligadas às especialidades, não fizeram parte do presente estudo.

Tabela 50
Distribuição de títulos de especialistas, segundo especialidades – Brasil, 2018

Especialidade
Número de títulos % % acumulado
Clínica Médica 42.728 11,2 11,2
Pediatria 39.234 10,3 21,5
Cirurgia Geral 34.065 8,9 30,4
Ginecologia e Obstetrícia 30.415 8,0 38,4
Anestesiologia 23.021 6,0 44,4
Medicina do Trabalho 15.895 4,2 48,6
Ortopedia e Traumatologia 15.598 4,1 52,7
Cardiologia 15.516 4,1 56,7
Oftalmologia 13.825 3,6 60,4
Radiologia e Diagnóstico por Imagem 12.233 3,2 63,6
Psiquiatria 10.396 2,7 66,3
Dermatologia 8.317 2,2 68,5
Medicina Intensiva 6.562 1,7 70,2
Otorrinolaringologia 6.373 1,7 71,9
Cirurgia Plástica 6.304 1,7 73,5
Medicina de Família e Comunidade 5.486 1,4 75,0
Urologia 5.328 1,4 76,4
Medicina de Tráfego 5.221 1,4 77,7
Endocrinologia e Metabologia 5.210 1,4 79,1
Neurologia 5.104 1,3 80,4
Gastroenterologia 4.881 1,3 81,7
Nefrologia 4.474 1,2 82,9
Cirurgia Vascular 4.301 1,1 84,0
Infectologia 3.746 1,0 85,0
Acupuntura 3.598 0,9 85,9
Oncologia Clínica 3.583 0,9 86,9
Pneumologia 3.412 0,9 87,8
Neurocirurgia 3.298 0,9 88,6
Patologia 3.210 0,8 89,5
Endoscopia 3.184 0,8 90,3
Cirurgia do Aparelho Digestivo 2.864 0,8 91,1
Hematologia e Hemoterapia 2.668 0,7 91,8
Homeopatia 2.617 0,7 92,4
Reumatologia 2.383 0,6 93,1
Cirurgia Cardiovascular 2.271 0,6 93,7
Mastologia 2.219 0,6 94,2
Coloproctologia 1.950 0,5 94,8
Medicina Preventiva e Social 1.863 0,5 95.,2
Geriatria 1.817 0,5 95,7
Nutrologia 1.692 0,4 96,2
Angiologia* 1.633 0,4 96,6
Alergia e Imunologia 1.601 0,4 97,0
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial* 1.450 0,4 97,4
Cirurgia Pediátrica 1.378 0,4 97,8
Cirurgia Oncológica 1.190 0,3 98,1
Cirurgia de Cabeça e Pescoço 1.072 0,3 98,3
Cirurgia Torácica 992 0,3 98,6
Medicina Nuclear 915 0,2 98,8
Medicina Física e Reabilitação* 887 0,2 99,1
Medicina Esportiva 869 0,2 99,3
Medicina Legal e Perícia Médica* 827 0,2 99,5
Cirurgia da Mão 791 0,2 99,7
Radioterapia 734 0,2 99,9
Genética Médica 305 0,1 100,0
Total 381.506 100,0
Nota: nesta análise foi usado o número de registros de médicos e de títulos de especialistas. Médicos com mais de um título são contados em cada especialidade.
Especialistas com inscrições secundárias (médicos com registro em mais de um CRM) são contados em cada estado.
*O número de especialistas teve pequena redução em relação a divulgações anteriores devido à padronização de dados de titulação. Fonte: Scheffer M. et al., Demografia Médica no Brasil 2018.   

O que você precisa saber sobre residência médica

Duração da residência médica:

Cada especialidade da residência médica tem grade curricular diferenciada. Mas a duração mínima da residência é de dois anos. A duração vai de 2 a 5 nos para áreas básica e de acesso direto.

Em algumas especialidades há ano adicional para aperfeiçoamento do conhecimento e habilidades técnicas. Para programas de residência médica com pré-requisito a duração varia de 2 a 4 anos.

ESPECIALIDADEPRÉ-REQUISITODURAÇÃO (ANOS)
Acupuntura2
Alergia e Imunologia2
AnestesiologiaAcesso Direto (especialidade)3
Angiologia e Cirurgia vascularCirurgia Geral (2 anos)2
OncologiaClínica Médica (2 anos)3
CardiologiaClínica Médica (2 anos)2
Cirurgia cardiovascularCirurgia Geral (2 anos)4
Cirurgia da mãoOrtopedia/Cirurgia Plástica2
Cirurgia de cabeça e pescoçoCirurgia Geral (2 anos)2
Cirurgia GeralAcesso direto (área básica)2-3 (3° ano opcional)
Cirurgia do aparelho digestivoCirurgia Geral (2 anos)2
Cirurgia pediátricaCirurgia Geral (2 anos)3
Cirurgia plásticaCirurgia Geral (2 anos)3
Cirurgia torácicaCirurgia Geral (2 anos)2
Clínica médicaAcesso Direto (área básica)2
ColoproctologiaCirurgia Geral (2 anos)2
DermatologiaAcesso Direto3
EndocrinologiaClínica Médica (2 anos)2
EndoscopiaClínica Médica e Cirurgia Geral (Resolução CNRM 08/2006)2
GastroenterologiaClínica Médica (2 anos)2
Genética médicaAcesso Direto3
GeriatriaClínica Médica (2 anos)2
Ginecologia e obstetríciaAcesso Direto (área básica)3
Hematologia e hemoterapiaClínica Médica (2 anos)2
HomeopatiaAcesso Direto2
InfectologiaAcesso Direto (especialidade)3
MastologiaCirurgia Geral ou GO2
Medicina de família e comunidadeAcesso Direto (especialidade)2
Medicina do trabalhoAcesso Direto2
Medicina do tráfegoAcesso Direto2
Medicina esportivaAcesso Direto3
Medicina física e reabilitaçãoAcesso Direto (especialidade)3
Medicina IntensivaClínica Médica (2 anos), ou Clínica Geral (2 anos), ou Anestesiologia (3 anos)2
Medicina legal2
Medicina nuclear3
Medicina preventiva e socialAcesso Direto (área básica)2
NefrologiaClínica Médica (2 anos)2
NeurocirurgiaAcesso Direto (especialidade)5
NeurologiaAcesso Direto3
Nutrologia2
OftalmologiaAcesso Direto (especialidade)3
Ortopedia e traumatologiaAcesso Direto (especialidade)3
OtorrinolaringologiaAcesso Direto (especialidade)3
PatologiaAcesso Direto (especialidade)3
Patologia Clínica/Medicina LaboratorialAcesso Direto (especialidade)3
PediatriaAcesso Direto (área básica)2
PneumologiaClínica Médica (2 anos)2
PsiquiatriaAcesso Direto (especialidade)3
Radiologia e Diagnóstico por imagemAcesso Direto (especialidade)3
RadioterapiaAcesso Direto3
ReumatologiaClínica Médica (2 anos)2
UrologiaCirurgia Geral (2 anos)3

 

como escolher a sua residência médica

Como escolher a sua residência médica? Veja as dicas do Revisamed

Como escolher a sua residência médica? Esta é uma questão que deixa em dúvida quase todos os médicos recém-formados. Para decidir a especialidade médica que vai seguir é preciso levar em consideração uma série de questões, que passa pela vocação, pela qualidade da instituição onde cursar a residência médica e como você imagina a sua rotina de trabalho ideal no futuro.

É claro que escolher a sua residência médica é muito mais pessoal, mas nós queremos, com este artigo, te ajudar a pensar em alguns pontos que podem passar despercebidos, mas são importantes na hora de decidir a sua especialização. A ideia é ajudá-lo a tirar dúvidas e melhor fundamentar a principal escolha na carreira do médico

Além disto, vamos ter dar uma visão geral da titulação médica em todo país com bases nos dados do estudo Demografia Médica: O perfil do Médico Brasileiro , realizado pela Faculdade de  Medicina da Universidade de São Paulo (USP) , com o apoio institucional do Conselho   Federal de Medicina (CFM) e o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) .

Escolher a residência médica exige muita reflexão

Começamos, portanto, com o que levar em consideração na hora de escolher a residência médica:

1 – O peso da instituição influencia em como escolher a sua residência médica:

Tenha em mente onde pretende se especializar. Há instituições e centros altamente reconhecidos na área em que atuam. A concorrência por centros de referência é grande. Vale a pena optar  pela porte da instituição independente da especialidade médica? Por outro lado, o melhor é seguir a especialidade que deseja mesmo em uma instituição menor?. Ou, ainda, é melhor se preparar para fazer a residência médica escolhida na instituição de maior peso?

2 – Não basta querer, tem que se preparar para a residência escolhida:

Se você quer ser cardiologista, neurologista, urologista, pneumologista, pediatra, etc, etc, etc…. não importa. Terá que estar bem preparado. Em outras palavras, a residência médica é sempre muito concorrida.

3 – Como escolher a sua residência médica: com que tipo de paciente você deseja trabalhar:

Este é um ponto importante para uma reflexão. Dependendo da sua especialização, você terá um perfil comum entre os seus pacientes. É preciso ter mente com que área você mais se identifica. Quer atuar com doenças curáveis, incuráveis, agudas, crônicas… enfim, resumindo, avalie a área e o perfil do seu paciente

4 – Qual especialidade médica ganha mais ? :

A sua necessidade financeira é outro ponto a se pensar muito. Há áreas mais e menos valorizadas. O ideal é fazer uma pesquisa de mercado. Afinal, os valores variam muito. Aqui é importante ressaltar que você poderá ter também mais ou menos reconhecimento, dependendo da especialização. Mas, contudo, um ponto é determinante: a saúde financeira é importante, porém ela virá se você trabalhar com aquilo que gosta, independente da sua especialização.

5 – Tranquilidade ou corre-corre:

Que médico trabalha muito, ninguém tem dúvidas. Não há hora para nada. É sempre um corre-corre entre consultório, clínicas e hospitais, uma carga de trabalho bastante pesada. E tem mais: a atualização, o estudo constante, é uma exigência da área médica. Portanto, é preciso estar preparado e decidido do que você quer para o seu futuro.

6 -Ainda sobre a rotina diária do médico:

O que te faz mais feliz: ter flexibilidade de horários, agendas marcadas ou gosta mesmo do imprevisível!!! Plantões, consultório, centro cirúrgico, ambulatório…  A área que escolher da residência médica vai direcionar para o seu local de trabalho… Seja passar mais tempo em ambiente fechado fazendo plantões, ou como anestesiologista no centro cirúrgico ou no consultório clínico. Portando, ao escolher a residência médica tenha em mente onde você vai (ou quer) trabalhar.

Conheça um pouco mais de cada especialidade médica

Com base em pesquisa de sites das associações médicas, conselhos e opinião de especialistas de cada área médica o curso Revisamed, Preparatório para a Residência Médica e de Atualização Médica preparou um resumo com as principais informações de cada especialidade para que você não tenha dúvidas na hora de escolher a sua residência médica ideal. Em agosto de 2018, o Conselho Federal de Medicina (CFM) atualizou as especialidades médicas e áreas de atuação que reconhecidas pelo conselho.

Como são muitas áreas, vamos dividir este blogpost Como escolher a sua residência médica em duas partes para as especialidades médicas com acesso direto. Nesta primeira parte, você vai conhecer um pouco mais das seguintes áreas: Acupuntura, Anestesiologia, Cirurgião de Mão, Cirurgia Geral, Clínica Médica, Dermatologia, Genética Médica, Homeopatia, Infectologia, Medicina da Saúde e Comunidade, Medicina do Tráfego, Medicina do Trabalho, Medicina Esportiva. Vamos lá:

Conheça um pouco mais de cada especialidade médica e saiba como escolher a sua residência médica – primeira parte.

ACUPUNTURA
Título de especialista em ACUPUNTURA
Formação: 2 anos
CNRM: Programa de Residência Médica em Acupuntura
AMB: Concurso do Convênio AMB/Colégio Médico de Acupuntura

Resumo: método terapêutico que se caracteriza pela inserção de agulhas na superfície corporal para tratar doenças e promover a saúde. Originária na China é reconhecida pela CFM desde 1995. A formação do médico acupunturista é feita como pós-graduação ou residência, e envolve o conhecimento de princípios básicos da filosofia chinesa, da medicina tradicional, o estudo da localização dos pontos de acupuntura e o reconhecimento das várias síndromes clínicas com etiologia, fisiopatologia e tratamento, tudo baseado na medicina tradicional chinesa. Acupuntura é praticada em consultórios e clínicas privadas e é obrigatoriamente oferecida aos beneficiários de planos de saúde. O Colégio Médico Brasileiro de Acupuntura tem registrados cerca de 3.200 acupunturistas.

ANESTESIOLOGISTA
Título de especialista em ANESTESIOLOGIA 
Formação: 3 anos
CNRM: Programa de Residência Médica em Anestesiologia
AMB: Concurso do Convênio AMB/Sociedade Brasileira de Anestesiologia

Resumo: realização de procedimentos invasivos e disposição para acompanhar os avanços tecnológicos precisam fazer parte do perfil do anestesiologista. A área de atuação está cada vez mais ampliada, não se limitando ao centro cirúrgico e ao período intraoperatório. O anestesiologista está presente desde a avaliação pré-operatória às solicitações de exames e orientações necessárias. Interage de forma muito íntima, com colegas das unidades de tratamento.  O especialista ainda atende casos não cirúrgicos, como paciente com dores crônicas. São aproximadamente 21 mil anestesistas registrados pela Sociedade Brasileira de Anestesiologia.

CIRURGIA DA MÃO
Título de especialista em CIRURGIA DA MÃO
Formação: 2 anos
CNRM: Programa de Residência Médica em Cirurgia da Mão
AMB: Concurso do Convênio AMB/Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão

Resumo: O cirurgião de mão é o médico responsável por reparar e reconstruir lesões ósseas, tendinosas, ligamentares, nervosas, musculares e de cobertura cutânea nas mãos, punhos e cotovelos. Também atua no tratamento de doenças degenerativas e deformidades congênitas de mãos e punhos. É um  profissional com treinamento em microcirurgia o que o habilita a realizar reimplantes de segmentos amputados, transferência de tecidos à distância (retalhos microcirúrgicos), bem como realizar reparo de lesões de nervos periféricos não só nas mãos, mas em todo o corpo (membros superiores, membros inferiores e plexo braquial).Requer como pré-requisito formação em Ortopedia e Traumatologia ou Cirurgia Plástica. O profissional deve gostar de técnicas cirúrgicas complexas e delicadas e estar habituado a fazer procedimentos reconstrutivos não só na mão, mas em qualquer lugar do corpo. Nada de rotina nesta especialidade. Hospitais públicos, privados e particulares; clínicas ambulatoriais; hospitais pediátricos para tratar das deformidades congênitas; centros de pesquisas clínicas; além de consultório particular são locais de trabalho. O cirurgião de mão poderá atuar no diagnóstico, tratamento conservador e tratamento cirúrgico. A Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão contava com cerca de 700 especialistas

CIRURGIA GERAL
Título de especialista em CIRURGIA GERAL
Formação: 3 anos
CNRM: Programa de Residência Médica em Cirurgia Geral
AMB: Concurso do Convênio AMB/Colégio Brasileiro de Cirurgiões

Resumo: Tem como pré-requisito o diploma em Medicina. O perfil do cirurgião geral pode variar, mas é inerente à especialidade a necessidade de resistência física, controle do fator emocional e segurança na tomada de decisão. Ter um bom conhecimento de clínica cirúrgica é um grande diferencial. O dia a dia do cirurgião se resume em realizar cirurgias marcadas previamente (eletivas), cirurgias de urgência ou por complicações de cirurgias já realizadas, visita e evolução dos pacientes de pós-operatório. Como cirurgião geral, o médico pode atuar como autônomo sendo o cirurgião principal de sua equipe (compostos por outros cirurgiões, anestesista e instrumentador), auxiliando cirurgiões mais experientes, realizar plantões ou atuar como parecerista em hospitais de emergência/trauma e ser docente em alguma instituição de ensino. O cirurgião pode realizar cirurgias ditas “abertas” (clássica), cirurgias videolaparoscópicas (introduzindo câmeras por pequenos orifícios abertos no paciente ou por orifícios naturais) e, mais atualmente, a cirurgia com assistência robótica. O Colégio Brasileiro de Cirurgiões tem aproximadamente 30 mil cirurgiões registrados.

CLÍNICA MÉDICA
Título de especialista em CLÍNICA MÉDICA
Formação: 3 anos
CNRM: Programa de Residência Médica em Clínica Médica
AMB: Concurso do Convênio AMB/Sociedade Brasileira de Clínica Médica

Resumo: A Clínica Médica é considerada uma das áreas bases da medicina. Engloba conteúdo das diversas especialidades clínicas: você acaba sempre lendo e sabendo um pouco de tudo. O ponto forte são os desafios diagnósticos: os pacientes se apresentam com um conjunto de sinais e sintomas e é o clínico o grande responsável pela investigação.  Engloba a atenção primária/atenção básica, concentrada no nível ambulatorial, mas também a medicina interna, responsável pela visita dos pacientes internados. Do mesmo modo, a maior parte dos emergencistas são hoje clínicos. Outra área importante de atuação são as ações preventivas individuais. A maioria dos clínicos novos tem procurado ter uma área na qual ele aprofundou a experiência e o conhecimento, em geral acompanhando um serviço especializado ou por mestrado e doutorado. Como exemplo, temos clínicos com maior atuação em hepatologia, hipertensão, colagenoses, entre outras. Todo médico que escolher uma especialidade clínica, com exceção de dermato e neuro, deverá realizar a residência de clínica médica (2 anos) antes do ingresso na especialidade. A rotina mais comum de um clínico é trabalhar vinculado a um hospital pela manhã, fazer o consultório à tarde e dar algum plantão à noite. O clínico é hoje o profissional com maior campo de trabalho.  A Sociedade Brasileira de Clínica Médica tem 35 mil clínicos registrados.

DERMATOLOGIA
Título de especialista em DERMATOLOGIA
Formação: 3 anos
CNRM: Programa de Residência Médica em Dermatologia
AMB: Concurso do Convênio AMB/Sociedade Brasileira de Dermatologia

Resumo: Área médica que  trata das doenças da pele, tecido subcutâneo, cabelos e unhas. Abrange toda área da Dermatologia clínica e cirúrgica, assim como a Cosmiatria (área da Dermatologia que trata da beleza e alterações estéticas da pele). A rotina em geral é ambulatorial, atendimento clínicos, pequenos procedimentos cirúrgicos e tratamento estéticos, que também podem ser realizados no consultório. Há possibilidade de cirurgias de maior porte em centros cirúrgicos. No campo de trabalho, o profissional pode ter consultório próprio ou atuar em clínicas, além de concursos púbicos. São registrados pela Sociedade Brasileira de Dermatologia cerca de 7 mil profissionais.

GENÉTICA MÉDICA
Título de especialista em GENÉTICA MÉDICA
Formação: 3 anos
CNRM: Programa de Residência Médica em Genética Médica
AMB: Concurso do Convênio AMB/Sociedade Brasileira de Genética Médica

Resumo: A Genética Médica é uma especialidade que realiza avaliação clínica, diagnóstico, tratamento e aconselhamento genético de indivíduos e famílias com diversos tipos de afecções, assim como suporte e consultoria para outras especialidades médicas e demais profissões da saúde. O médico geneticista especializa-se por meio de residência médica na área e atua na investigação diagnóstica e orientação nas seguintes áreas: a) Esterilidade e Infertilidade masculina e feminina b) Fertilização assistida c) Diagnóstico pré-implantacional d) Diagnóstico pré-natal e) Triagem neonatal f) Defeitos congênitos g) Problemas neurológicos como atraso de desenvolvimento, hipotonia, involução de desenvolvimento, entre outros h) Déficit intelectual i) Doenças neurodegenerativas da idade adulta j) Câncer. O geneticista atua também na coleta e  interpretação de dados populacionais de defeitos congênitos e outras condições geneticamente determinadas e na investigação de fatores ambientais que podem causa de defeitos congênitos. Com os avanços laboratoriais para diagnóstico de doenças genéticas, um novo ramo desta especialidade foi consolidado, a Medicina Genômica. Esta área objetiva a identificação de características individuais para prevenção e diagnóstico precoce de doenças comuns, que geralmente têm envolvimento de fatores ambientais. A partir desses conhecimentos, abrem-se perspectivas de prevenção personalizadas, que podem incluir mudanças de estilo de vida, rastreamento de problemas de saúde com maior ou menor frequência e suspensão ou adequação de doses de medicamentos de uso crônico e agudo.

HOMEOPATIA
Título de especialista em HOMEOPATIA
Formação: 2 anos
CNRM: Programa de Residência Médica em Homeopatia
AMB: Concurso do Convênio AMB/Associação Médica Homeopática Brasileira

Resumo: A homeopatia é uma especialidade médica reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) desde 1980. Por meio dessa especialidade é possível tratar diversas doenças — desde as alergias respiratórias até problemas emocionais. Podem se especializar nessa área apenas médicos, odontologistas, veterinários e farmacêuticos. No entanto, apenas o médico pode praticar a parte clínica da homeopatia, cabendo aos odontologistas exclusivamente as questões em odontologia e aos farmacêuticos apenas a questão de produção da medicação. O conceito fundamental da homeopatia é tratar o paciente como um todo de forma individualizada, e não a doença. Assim, é procedimento de rotina que as consultas homeopáticas sejam extensas. Embora possa atuar em hospitais, a especialidade tem pouco espaço neste ambiente. Dessa forma, a atuação em consultórios e ambulatórios, onde ocorre um fluxo maior de pacientes estáveis, representa um campo mais interessante para homeopatas. Desde 2006, a homeopatia oferecida na rede pública de saúde. Uma boa relação médico-paciente é fundamental. O homeopata precisa também ter capacidade de reconhecer a necessidade de encaminhar o paciente para tratamento convencional em caso de patologia mais grave.

INFECTOLOGIA
Título de especialista em INFECTOLOGIA
Formação: 3 anos
CNRM: Programa de Residência Médica em Infectologia
AMB: Concurso do Convênio AMB/Sociedade Brasileira de Infectologia

Resumo: é a especialidade médica que se ocupa do estudo das doenças causadas por diversos patógenos como príons, vírus, bactérias, protozoários, fungos e animais. A infectologia também é chamada de “doenças infecto-parasitárias” (DIP) ou “moléstias infecciosas e parasitárias” (MIP). No Brasil, a infectologia é uma especialidade médica reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina, sendo determinado que, além do curso de Medicina, o profissional deva fazer uma residência médica que tem a duração de três anos. O infectologista atua na prevenção primária (educação em saúde, vacinação, etc.) e na prevenção secundária (tratamento de doenças infecciosas e prevenção de incapacidade causadas por estas). O infectologia atua em pareceres e acompanhamento clínico, ambulatorial ou enfermaria ou políticas e atividades de prevenção, palestras/educação e ainda no controle do uso de antibióticos, desde a atenção primária, secundária, terciária e até quaternária, na área assistencial, pesquisa e vigilância epidemiológica. Caso o médico assim deseje, a residência em DIP é pré-requisito de uma nova residência como por exemplo Infectologia Hospitalar, Hepatologia e Terapia Intensiva. São cerca de 3.200 infectologistas registrados pela Sociedade Brasileira de Infectologia.

MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE
Título de especialista em MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE
Formação: 2 anos
CNRM: Programa de Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade
AMB: Concurso do Convênio AMB/Sociedade Brasileira de   Medicina de Família   e Comunidade

Resumo: O principal campo de atuação do médico de família é a prestação de cuidados primários, o que caracteriza esse profissional como o especialista em manejar os problemas de saúde mais frequentes que acometem a população sob sua responsabilidade. Capacitado para atender a pacientes desde o nascimento, os médicos de família, em um sistema estruturado, podem lidar com até 90% dos problemas de saúde. Nesta Especialidade Médica, o indivíduo é observado na sua componente biológica, psicológica e social. A Família, como unidade, é igualmente seu objeto de estudo. Admite-se que a doença de uma pessoa afeta toda a sua família, sendo o inverso igualmente verdade. Essencialmente esta especialidade desenvolve-se junto da comunidade. Além de dar resposta à maioria dos problemas de saúde, o Médico de Família deve adotar toda uma série de gestos de Medicina Preventiva assim como compreender a dinâmica familiar que envolve os seus pacientes. O médico de família e comunidade é, por excelência, um médico de Atenção Primária à Saúde, ou seja, deve ter um vínculo com seus pacientes antes mesmo deles adoecerem, e quando esses sentirem algo deve ser o primeiro médico a ser consultado. Dessa forma, nessa especialidade os médicos estão em uma posição privilegiada para fazer promoção de saúde, prevenção de doenças, diagnóstico precoce, e mesmo o tratamento de doenças que façam parte de sua capacidade clínica — na MFC não existe dicotomia entre prevenção e cura. O médico de família e comunidade atende a pessoas de todas as idades e gêneros, de maneira continuada e integral, trabalha em equipe interdisciplinar. Segundo a literatura mundial este profissional é resolutivo em 80 a 90% das questões que demandam assistência `a saúde. Esta especialidade resgata a relação médico-paciente prejudicada pela grande fragmentação, muitas vezes prejudicial decorrente da ultra-especialização da medicina.

MEDICINA DE TRÁFEGO
Título de especialista em MEDICINA DE TRÁFEGO
Formação: 2 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Medicina de Tráfego
AMB: Concurso do Convênio AMB/Associação Brasileira de Medicina de Tráfego

Resumo: A Medicina de Tráfego vai muito além de renovar habilitação. A especialidade é reconhecida pela Associação Médica Brasileira, pelo Conselho Federal de Medicina e pela Comissão Nacional de Residência Médica. A Medicina de Tráfego não é tão popular, mas com muitas oportunidades. É responsável pela manutenção do bem-estar físico, psíquico e social do ser humano que se desloca, qualquer seja o meio que propicie a sua mobilidade. Essa especialidade cuida das interações entre o deslocamento, os meios e o homem, visando o equilíbrio ecológico. Sendo assim, essa especialidade se propõe a estudar as causas do acidente de tráfego, com o intuito de preveni-lo ou mitigar suas consequências. Além disso, a Medicina de Tráfego contribui com subsídios técnicos para a elaboração do ordenamento legal e a modificação do comportamento do usuário do sistema de circulação viária. Suas principais áreas de atuação são: Medicina de Tráfego Preventiva, Curativa, Legal, Ocupacional e Medicina de Viagem. A rotina do médico de tráfego é mais tranquila, se comparada à realidade das outras especialidades. Esse profissional atua nas clínicas conveniadas ao DETRAN. Em sua lista de atividades está, por exemplo, o exame de aptidão física e mental dos candidatos, identificando pressão arterial, acuidade auditiva, acuidade visual, campo visual, aparelho músculo-esquelético. Além da avaliação do condutor, há outras atuações para o médico de tráfego. Um exemplo interessante são as juntas médicas de trânsito, que cuidam daqueles candidatos que necessitem de carros adaptados. Há muita oportunidade de emprego para o profissional formado em Medicina de Tráfego, justamente por essa ser uma especialidade menos conhecida e com poucos especialistas no Brasil. No momento, há aproximadamente 3.600 médicos de tráfego registrados pela Associação Brasileira de Medicina do Tráfego.

MEDICINA DO TRABALHO
Título de especialista em MEDICINA DO TRABALHO
Formação: 2 anos
CNRM: Programa de Residência Médica em Medicina do TrabalhoAMB: Concurso do Convênio AMB/Associação Nacional de Medicina do Trabalho

Resumo: A Medicina do Trabalho é a especialidade médica que lida com as relações entre homens e mulheres trabalhadores e seu trabalho, visando não somente à prevenção dos acidentes e das doenças do trabalho, mas à promoção da saúde e da qualidade de vida. Tem por objetivo assegurar ou facilitar aos indivíduos e ao coletivo de trabalhadores a melhoria contínua das condições de saúde, nas dimensões física e mental, e a interação saudável entre as pessoas e, estas, com seu ambiente social e o trabalho. Está construída sobre dois pilares: a Clínica e a Saúde Pública. Para o exercício da MT, é importante que o profissional tenha uma boa formação em Clínica Médica e que domine os conceitos e as ferramentas da saúde pública. Além disto, o médico deve estar sintonizado com os acontecimentos do mundo do trabalho em seus aspectos sociológicos, políticos, tecnológicos, demográficos, entre outros.O campo de atuação da especialidade é amplo, extrapolando o âmbito tradicional da prática médica. De modo esquemático, pode-se dizer que é preferencialmente exercido: nos espaços do trabalho ou da produção – as empresas -, como empregado nos Serviços Especializados de Engenharia de Segurança e de Medicina do Trabalho (Sesmt), como prestador de serviços técnicos, para a elaboração do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) ou de consultoria; na normalização e fiscalização das condições de Saúde e Segurança no Trabalho (SST); na rede pública de serviços de saúde e no desenvolvimento das ações de saúde do trabalhador; na assessoria sindical, nas organizações de trabalhadores e de empregadores; na Perícia Médica da Previdência Social, na atuação junto ao Sistema Judiciário como perito judicial em processos trabalhistas, ações cíveis e ações da promotoria pública; na atividade docente e na formação e capacitação profissional; na atividade de investigação no campo das relações entre saúde e trabalho; em consultoria privada no campo da SST.

MEDICINA ESPORTIVA
Título de especialista em MEDICINA ESPORTIVA
Formação: 2 anos
CNRM: Programa de Residência Médica em Medicina Esportiva
AMB: Concurso do Convênio AMB/Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e Esporte

RESUMO: A Medicina do Esporte (Esportiva) é uma especialidade reconhecida pelos conselhos que regem a medicina. Em 1962 foi criada a Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE) filiada à Associação Médica Brasileira (AMB).  No Brasil, a Medicina Esportiva possui quase 800 médicos especialistas e está ganhando mais força e adeptos devido à grande demanda desse profissional no mercado de trabalho atual. A Medicina do Esporte aborda questões sobre a atividade física, exercício físico e do esporte em pessoas de todas as idades, de todos os níveis de treinamento, com doenças ou sadias, com a intenção de prevenir, tratar, reabilitar, melhorar o desempenho e a qualidade de vida das pessoas. Assim sendo, a Medicina do Esporte atua em quase todas as especialidades entre elas: fisiatria, emergência, endocrinologia, pneumologia, cardiologia, ortopedia, pediatria, geriatria, reumatologia, ginecologia, otorrinolaringologia, etc. O médico do esporte tem em sua formação três anos de residência (especialização) médica, quando então é considerado um Clínico Geral voltado para a fisiologia de todos os sistemas do nosso organismo, e como o exercício pode atuar para beneficiá-lo. Faz parte da rotina do atendimento do médico dessa especialidade gerenciar o individuo como um todo na tentativa de atuar no objetivo do paciente, estimulando e impulsionando o mesmo a ter uma rotina de hábitos saudáveis, e consequentemente melhorar aquilo que o fez procurar um médico do esporte.

Quatro especialidade médicas concentram 39% dos especialistas do país

De acordo com o estudo do Perfil do Médico Brasileiro, juntas, quatro especialidades representam 38,4% de todos os títulos de especialistas no País. Clínica Médica tem 42.728 titulados, ou 11,2% do total. Pediatria, 39.234 titulados (10,3%). Cirurgia Geral reúne 34.065 especialistas (8,9%). E Ginecologia e Obstetrícia tem 8% dos titulados, ou 30.415.

Na sequência das especialidades com mais número de títulos estão Anestesiologia (com 6%)Medicina do Trabalho (4,2%), Ortopedia e Traumatologia (4,1%), Cardiologia (4,1%), Oftalmologia (3,6%) e Radiologia e Diagnóstico por Imagem (3,2%). Essas seis especialidades, somadas às quatro básicas, representam 63,6% de todos os títulos.

As primeiras 20 especialidades reúnem 80,4% dos profissionais titulados. Os outros 19,6% estão distribuídos pelas demais 34 especialidades. Oito delas têm menos de mil titulados cada. Genética Médica é a especialidade com menor número de titulados: são 305, ou 0,1% do total. As 59 “áreas de atuação” reconhecidas no País, que são derivadas, relacionadas ou ligadas às especialidades, não fizeram parte do estudo.

Como escolher a residência médica. tabela mostra o número de médicos por especialidades no Brasil. Clínicos são a maioria: 42.728 ou 11% do total. Em segundo, pediatras com 39.234 profissionais
Tabela mostra número de profissionais médicos por especialidades no Brasil

Mais de 62% dos médicos brasileiros têm um ou mais títulos de especialista

Do total de médicos em atividade no País, 62,5% têm um ou mais títulos de especialista. Por outro lado, 37,5% não têm título algum. São 282.298 especialistas e 169.479 generalistas (médicos sem título de especialista). A razão é de 1,67 especialista para cada generalista.

O dado, uma das conclusões da Demografia Médica 2018, permite afirmar que o número de especialistas vem crescendo no Brasil, sobretudo em função da expansão de programas e vagas de residência médica. O trabalho permite ver também a distribuição de médicos especialistas e generalistas entre as grandes regiões e pelas unidades da federação.

A pesquisa considera apenas os dois caminhos oficiais que levam o médico a ser reconhecido como especialista no Brasil: a conclusão de programa de residência médica e a obtenção de título via Sociedade de Especialidade Médica.


Expansão de programas e vagas de residência médica faz numero de especialistas crescer , diz estudo sobre perfil do médico brasileiro

Estudo contempla vários cenários

O estudo adotou o termo “generalista” para designar o médico sem título de especialista. São considerados os médicos com títulos em 54 especialidades médicas reconhecidas, em vários cenários (por estado, região, sexo, faixa etária e pelo número de títulos por especialidade).

Especialistas com mais de um título foram contados pelo estudo em cada especialidade. Portanto, o número de títulos de especialistas (381.506) é maior que o número de médicos especialistas (282.298).