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Como se preparar para o novo Revalida

Qualquer pessoa formada em Medicina em outro país precisa ser aprovada no exame antes de exercer a profissão no Brasil. Veja as dicas que o Revisamed preparou para você. Sem o Revalida, o profissional não consegue fazer seu registro no Conselho Regional de Medicina e não é autorizado a desempenhar a atividade médica em qualquer lugar no país. 

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 Se você é um dos milhares de brasileiros que optou por fazer o curso de Medicina no exterior precisa saber que não basta se formar e voltar para o país para exercer a profissão. Para que isto aconteça, médicos formados no exterior precisam fazer o Revalida – o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeiras.

Embora o Revalida esteja passando por mudanças, conforme informou o INEP ao blog Revisamed, a tendência é de que as provas em duas etapas – teórica e prática – sejam mantidas. Portanto, independente das mudanças, você que já se formou ou está concluindo o curso de Medicina no exterior precisa estar preparado.

Qual o conteúdo estudar para a prova do Revalida ?

Criado em 2011, o Revalida nada mais é do que um teste para verificar se o profissional possui os conhecimentos, habilidades e competências necessárias para exercer a Medicina no país. Para comprovar estas habilidades e conhecimentos você que se formou no exterior fará uma prova teórica com 105 questões, sendo 100 de múltipla escolha e 05 discursivas.

A estrutura da prova abrange as cinco grandes áreas da Medicina: Clínica Médica, Cirurgia, Pediatria, Ginecologia e Obstetrícia e Medicina Familiar e Comunidade. É bom que você fique sabendo que alguns temas são recorrentes desde que o exame foi instituído, segundo análise de alguns especialistas.

 

Área Temas
Ginecologia e obstetrícia Pré-natal, parto, aleitamento, distúrbios menstruais, anticoncepção, mastologia, oncologia, doenças clínicas da gravidez, sofrimento fetal.
Pediatria Pneumologia, diarreia, infectologia, violência doméstica, trauma, toxicologia, crescimento e desenvolvimento, neonatologia
Clínica endocrinologia, hepatologia, infectologia, nefrologia, neurologia, pneumologia, psiquiatria, reumatologia, oncologia, toxicologia, cardiologia, dermatologia.
Cirurgia coloproctologia, complicações em cirurgia, hérnias, técnica cirúrgica, anestesia, traumatologia, hemorragia digestiva, abdome agudo, cirurgia vascular, urologia, trauma abdominal, doenças das vias biliares, obstrução intestinal.
Preventiva medidas de saúde coletiva, epidemiologia, estratégia de saúde da família, SUS, medicina legal e ética médica, saúde do trabalhador

Temas das questões discursivas do último Revalida

O último Revalida foi realizado em 2017 e neste teste as questões discursivas abordaram temas de grande importância para a prática médica. Os médicos formados no exterior tiveram que responder sobre: síndrome metabólica; morte encefálica e conduta médica quanto à doação de órgãos; diagnóstico de Sífilis; diagnóstico de condiloma acuminado e violência sexual infantil e equipe da Saúde da Família.

Saiba também como funciona a prova prática

O conhecimento teórico, segundo os analistas do Revalida, é importante, porém o médico formado no exterior precisa ter as habilidades e competências estabelecidas pelas Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação da Medicina.

Entre as habilidades, podemos citar atenção à saúde, tomada de decisões, comunicação, liderança, administração e gerenciamento, e educação permanente. Isto porque, a prova prática da segunda etapa do Revalida, exige que o candidatos realizem tarefas como:

  • Investigação de história clínica.
  • Realização de exame físico.
  • Interpretação de exames complementares.
  • Formulação de hipóteses diagnósticas.
  • Estabelecimento de plano terapêutico.
  • Demonstração de procedimentos médicos.
  • Aconselhamento a pacientes ou familiares

Mudanças incluem duas edições do Revalida por ano

O Revalida tem o objetivo de atender melhor os médicos que estudaram fora do país e pretendem atuar no Brasil, garantido a qualidade da formação do profissional estrangeiro, assegura o INEP. Para isto, as mudanças estão sendo estudadas um grupo de trabalho interministerial, criado especificamente para tratar do estudo e diagnóstico dos processos de revalidação dos diplomas de Medicina no Brasil.

Mas antes mesmo de as novas regras começarem a valer, é importante que você saiba que há a expectativa de que o Revalida passará a ter, pelo menos, duas edições por ano. E os profissionais terão a oportunidade de fazer a segunda fase do processo mais de uma vez.

Segundo a Agência Brasil, o Ministério da Educação (MEC) já anunciou que as provas continuarão sendo realizadas como antes, em duas etapas. A primeira com uma prova objetiva e a segunda com prova prática, em uma estação clínica.

A diferença, agora, é que o aluno que reprovar a segunda fase pode refazê-la por mais duas vezes em edições consecutivas. Até agora, o candidato precisava realizar todo o processo desde o início.

Uma outra sugestão é que a Secretaria de Educação Superior (Sesu), do Ministério da Educação (MEC), com colaboração do Conselho Federal de Medicina (CFM), passe a ser responsável pelo Revalida. A previsão do MEC é que publicação da portaria para instituir o Novo Revalida e do edital ocorram ainda este ano.

Esperamos que estas informações ajudem você estudante de Medicina do exterior a começar a se preparar para o Revalida.

Conheça o curso Revisamed que, agora, também oferece a opção do preparatório para o exame e revalidação do diploma.

Continue acompanhando nosso blog e todas as informações sobre o Revalida.

 

 

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Residência médica da USP: saiba como funciona

A Faculdade de de Medicina da USP abre inscrições para o processo seletivo de  residência médica e o Revisamed traz todas informações para você.  As inscrições começam a partir de 02 de outubro de 2019. A USP oferece 54 programas de treinamento em áreas reconhecidas.

Como funciona a residencia da USP

Que tal conquistar uma das vagas 883 vagas de residência na Faculdade de Medicina da USP?. Afinal, a residência médica da USP é uma das mais disputadas e renomadas do país.

Se este é o seu sonho, fique atento, porque o período de inscrição vai de 2 a 21 de outubro de 2019, e a primeira prova acontece no dia 15 de novembro. 

As vagas estão distribuídas em especialidades básicas de acesso direito e vagas que exigem pré-requisito, além dos chamados programas de anos adicionais/áreas de atuação.

Acesso direto: veja as normas para a residência da USP 2020

O edital estabelece uma série de normas e regras para quem vai concorrer a uma vaga de acesso direto.Neste artigo, o blog Revisamed vai mostrar os principais pontos do edital, porém, é importante que o profissional ou o estudante lei todo o documento para não enfrentar qualquer problema durante o processo do concurso. Mais importante, é não perder nenhuma publicação.

Mais de 310 vagas para especialidades médicas com acesso direto

Ao todo são 315 vagas em 28 especialidades, além de 42 vagas reservadas para forças armadas (retorno). Na tabela abaixo mostramos todos as áreas básicas, a duração da residência e as vagas previstas. Confira:

 

Programas  Duração  Vagas Previstas  Forças Armadas (Retorno)
ÁREAS BÁSICAS
Programa de Pré-Requisito em Área Cirúrgica Básica 2 anos 39
Clínica Médica 2 anos 39 
Medicina de Família e Comunidade 2 anos 10
Medicina Preventiva e Social 2 anos 5
Obstetrícia e Ginecologia 3 anos 14  2
Pediatria  3 anos 36 4
Acupuntura  2 anos  01
Anestesiologia 3 anos  25 5
Cirurgia Cardiovascular  5 anos  3 1
Dermatologia 3 anos  9 1
Genética Médica 3 anos  2
Infectologia 3 anos  5 3
Medicina de Emergência 3 anos 0 1
Medicina do Trabalho  2 anos 2
Medicina Esportiva 3 anos 5 1
Medicina Física e Reabilitação 3 anos 10
Medicina Legal e Perícia Médica  3 anos 1 1
Medicina Nuclear 3 anos 5
Neurocirurgia  5 anos 4
Neurologia 4 anos 9 3
Oftalmologia  3 anos 14
Ortopedia e Traumatologia 3 anos 14 4
Otorrinolaringologia  3 anos 8
Patologia 3 anos 8
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial 3 anos 1
Psiquiatria  3 anos 18 2
Radiologia e Diagnóstico por Imagem  3 anos 23 1
Radioterapia  4 anos 5

 

Saiba sobre estágios, carga horária e locais dos programas

Se você ainda não sabe, fique ligado. Conforme é exigido pela legislação, por se tratar de um treinamento em serviços, a residência médica da USP, assim como as demais, é constituída obrigatoriamente por estágios práticos, que ocupam de 80% a 90% da carga horária. Consequentemente, o tempo restante é dirigido a atividades teórico-pedagógicas complementares. 

De acordo com a área, os programas têm duração de 1 a 5 anos, com carga horária anual é de 2.880 horas ou 60 horas semanais, incluindo 24 horas semanais de plantão, com folgas previstas conforme as normas estabelecidas.

No site da USP você vai ver que parte da residência médica pode ser cumprida no Hospital Universitário (HU) da USP, ou no Hospital das Clínicas da FMUSP, ou mesmo em Unidades Básicas de Saúde (UBS), conforme a especialidade escolhida.

Principais pontos do edital para residência da USP 2020

Para começar, é bom ficar atento ao período de inscrição que vai do dia 02 ao dia 21 de outubro de 2019.  Podem se inscrever para disputar uma das vagas médicos formados em cursos autorizados e reconhecidos pelo MEC e inscritos no Conselho Regional de Medicina. 

Também podem se candidatar estudantes matriculados no último período de curso de graduação em MEDICINA, reconhecidos e autorizados pelo MEC, que venham a concluir a graduação antes do prazo estipulado para início dos Programa de Residência Médica pretendido – 2020. 

Edital prevê 60 vagas para treineiros 

Se você é aquele estudante que está ansioso para saber como é a prova de residência médica da USP,  mesmo ainda não podendo disputar uma vaga, o edital reserva algumas vagas para os chamados treineiros.

Para quem deseja ter esta experiência , o edital prevê 60 vagas para estudantes matriculados em curso de graduação em MEDICINA reconhecido pelo  MEC, que estejam concluindo ou concluíram o 10º semestre, não concorrendo às vagas especificadas do edital.

Os treineiros podem realizar as provas da 1ª fase (prova objetiva de múltipla escolha e prova escrita dissertativa), bem como a Prova Prática da 2ª fase, se foram  classificados para a 2ª fase (prova prática).

Como as vagas de treinamento são limitadas a 60, quando completarem as inscrições automaticamente o sistema será bloqueado. 

Comprovação da instituição precisa estar atualizada

E atenção treineiros! Obrigatoriamente, durante o período de inscrições, você deverá enviar, através do site Faculdade de Medicina , no campo Processo Seletivo – 2020 ou na organizadora do concurso na “Área do Candidato”, cópia legível do comprovante de matrícula ou de conclusão do 10º semestre no curso de graduação em Medicina, expedida por instituição de ensino pública ou privada, com data de emissão recente (a partir de agosto/2019). 

A comissão de residência irá avaliar o documento, que deverá ser exclusivamente no formato PDF, e irá aprová-lo ou rejeitá-lo, caso este não esteja de acordo com os critérios estabelecidos. 

Candidato deve acompanhar resultado

Mas não basta enviar o documento. Você precisa acompanhar o resultado através dos sites, e, caso o documento seja rejeitado, deve encaminhar outro que atenda os critérios estabelecidos durante o período de inscrições.

 Não serão aceitos documentos enviados após o término do período de inscrições. Quem não enviar o documento, não terá sua inscrição deferida, mesmo que tenha realizado o pagamento do boleto. 

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Concurso prevê provas objetiva, dissertativa, prática e análise curricular

Em resumo, o edital de residência médica da USP, prevê prova objetiva de múltipla escolha e prova dissertativa na 1ª fase do concurso. A prova objetiva de múltipla escolha é classificatória e eliminatória, com 100 questões de múltipla escolha, com quatro alternativas de resposta.

Os candidatos à residência terão, nesta prova, mesmo número de questões nas especialidades de Cirurgia Geral, Clínica Médica, Obstetrícia e Ginecologia, Medicina Preventiva e Social e Pediatria.

Já a prova escrita dissertativa – também classificatória e eliminatória – terá cinco questões dissertativas, objetivas e de respostas curtas. O conteúdo é o mesmo da graduação nas áreas básicas. O candidato que for classificado e habilitado para a segunda fase fará a prova no dia 05 de dezembro 2019.

Classificados farão prova prática

Um dos desafios de quem busca a especialização na residência médica é o de enfrentar a prova prática. Em outras palavras, no concurso da USP, todos os candidatos habilitados na 1ª fase farão a prova em ambientes sucessivos, igualmente aplicados a todos, relacionada às especialidades Cirurgia Geral, Clínica Médica, Obstetrícia e Ginecologia, Medicina Preventiva e Social e Pediatria.

Esta prova será documentada por meios gráficos e/ou eletrônicos.

A prova prática está prevista para o dia 15 de dezembro. É importante ainda destacar que não haverá segunda chamada em hipótese alguma. A prova será aplicada em estações e o estudante não pode portar qualquer objeto.

Uma curiosidade é que o edital deixa explícito que as orelhas dos candidatos devem estar “totalmente descobertas e visíveis  à observação dos examinadores e fiscais”, isto por medida de segurança.

Análise e arguição de currículo

Nesta última etapa da prova de residência médica da USP para as especialidades com acesso direto os treineiros não participam. Quem ainda estiver na disputa por uma das vagas, fará esta etapa entre os dias 07 e 15 de janeiro de 2020. No período de 12/12/2019 até 26/12/2019 o estudante deve enviar as informações do currículo pela internet e, na da da arguição, apresentar a documentação comprobatória. 

O edital disponibiliza contatos para informações específicas sobre a fase de análise e arguição e currículo.

Depois de todos os processos de divulgação das notas, eventuais recursos, contagem de pontos, entre outros, o candidato que conseguir chegar lá , fará a matrícula no programa de residência  da Faculdade de Medicina da USP no período de 10 e 12 de fevereiro de 2020.

E aí ficou interessado na residência médica da USP? Na próxima parte do artigo vamos falar dos programas de residência médica da USP que exigem pré-requisitos. Vamos lá?

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Pré-requisito: confira os programas de residência médica da USP 2020

Agora, se você já fez uma residência médica e quer seguir em frente na carreira médica, pode ter nos programas da USP um caminho de sucesso na profissão. Para as Especialidades Clínicas, a residência da USP oferece programas nas seguintes áreas:

 

Programas  Duração  Vagas Previstas 
Especialidades Clínicas
Alergia e Imunologia 2 anos 2 vagas
Cancerologia/Clínica  3 anos 14 vagas
Cardiologia 2 anos 24 vagas
Endocrinologia 2 anos 10 vagas
Gastroenterologia 2 anos 4 vagas
Geriatria  2 anos 10 vagas
Hematologia e Hemoterapia 2 anos 6 vagas
Nefrologia 2 anos 12 vagas
Pneumologia 2 anos 4 vagas
Reumatologia 2 anos 12 vagas

O prazo de inscrição para os médicos que vão fazer R3 é o mesmo, entre os dias 2/10 e 21/10/2019. E, na inscrição, o médico declara ter concluído o programa de Residência Médica em Clínica Médica credenciado pela Comissão Nacional de Residência Médica ou que irá concluí-lo até a data de 28/02/2020 ou que obteve revalidação do seu diploma, segundo a legislação vigente.

Como serão as provas?

O concurso nas especialidades Clínicas Médicas constará de prova objetiva de múltipla escolha, classificatória e eliminatória, com 1oo questões, com conteúdo programático do Programa de Residência Médica em Clínica Médica ( especialidade do pré-requisito). Estas provas serão realizada também no dia 15 de novembro. Portanto, o prazo é curto entre uma prova e outra.

Um mês depois depois, no dia 15 de dezembro, se você foi habilitado na primeira fase, será convocado para a prova prática. E, na sequência, serão realizadas a análise e arguição do currículo, entre os dias 7 e 17 de janeiro de 2020.

A nota final de cada candidato será o resultado da pontuação obtida em cada fase, conforme segue:

[(Prova da 1ª fase X 5) + (Prova Prática X 4) + (Análise e arguição de curriculum vitae X 1)]/10. 

Quais e como são os programas nas Especialidades Cirúrgicas?

Agora, vamos falar uma pouco do que é exigido para os candidatos aos programas de residência médica da USP das Especialidades Cirúrgicas no processo seletivo 2020.

Basicamente, as orientações e o processo seguem a mesma linha das Especialidades em Clínica. O que muda é o conteúdo das provas que, neste caso, passa a ser para Cirurgia Geral, que é pré-requisito nas Especialidades Cirúrgicas. Abaixo colocamos a tabela com os programas oferecidos na residência médica da USP.

 

Programas Duração Vagas Previstas
Especialidades cirúrgicas
Cirurgia do Aparelho Digestivo 2 anos 07
Cirurgia Geral – Programa Avançado  2 anos 04
Cirurgia Pediátrica  3 anos 01
Cirurgia Plástica 3 anos 09
Cirurgia Torácica  2 anos 04
Cirurgia Vascular  2 anos 05
Coloproctologia 2 anos 01
Urologia 2 anos 06

Especialidades com outros pré-requisitos. O que diz o edital ?

Os programas de residência médica da USP também selecionam vagas para as especialidades médicas que exigem outros pré-requisitos. Ou seja, se você já fez uma especialização e pretende a chamada subespecialidade deve seguir os mesmo prazos e procedimentos para inscrição.

Datas e fases das provas também são as mesmas. O que muda são os conteúdo das provas, que serão de acordo com a especialidade escolhida. Você precisa também comprovar já ter o pré-requisito ou que vai concluí-lo até a data de 28/02/2020 ou que obteve revalidação do seu diploma, segundo a legislação.

O candidato faz provas objetivas de múltipla escolha, classificatória e eliminatória, com 100 questões de múltipla escolha  com o conteúdo do programa de pré-requisito, além de prova dissertativa com 5 questões. Faz também a prova prática e análise e arguição de currículo.

Veja abaixo as especialidades médicas com os respectivos pré-requisitos, a duração e o número de vagas previstas:

 

Programa Pré-requisito Duração  Vagas previstas
Hemoterapia Pediátrica Pediatria 2 anos 1
Mastologia Cirurgia Geral ou Obstetrícia e Ginecologia 2 anos 5
Medicina Intensiva Cirurgia Geral ou Clínica Médica ou Anestesiologia ou Neurologia ou Infectologia 2 anos 10
Medicina Intensiva Pediátrica Pediatria 2 anos 4
Nefrologia Pediátrica  Pediatria 2 anos 2
Neonatologia  Pediatria 2 anos 9
Neurologia Pediátrica  Neurologia ou Pediatria  2 anos 5
Nutrologia Cirurgia Geral ou Clínica Médica 2 anos 2
Reumatologia Pediátrica  Pediatria  2 anos 1

 

Residência Médica da USP de anos adicionais e de áreas de atuação

Para os programas de Residência Médica das especialidades com anos adicionais e de áreas de atuação,  todo o processo para segue os mesmo prazos e normas dos editais das modalidades de acesso direto e com pré-requisitos anteriores.

Nestes casos, a mudança está na etapas de provas e conteúdos. Para as áreas que vamos mostrar na tabela abaixo, serão realizadas provas escritas dissertativas na primeira etapa do processo seletivo.

Nesta prova, o candidato responde a 5 (cinco) questões dissertativas, objetivas e de respostas curtas,  sobre o conteúdo programático do programa de pré-requisito. A prova terá o valor de zero a 100.

A convocação dos habilitados para 2ª fase será feita no dia 05 de dezembro, por ordem de classificação e nos sites do concurso. Veja abaixo as áreas, pré-requisitos, duração e as vagas previstas.

 

Programa/Área de Atuação  Especialidades de pré-requisito Duração  Vagas previstas
Dor Anestesiologia  1 ano 1
Dor Neurologia, Neurocirurgia 1 ano 1
Endoscopia Digestiva  Gastroenterologia, Coloproctologia, Cirurgia do Aparelho Digestivo, Endoscopia 1 ano  1
Endoscopia Ginecológica  Obstetrícia e Ginecologia  1 ano 1
Medicina do Sono Clínica Médica, Neurologia, Otorrinolaringologia, Pediatria, Pneumologia e Psiquiatria  1 ano 2
Medicina Fetal  Obstetrícia e Ginecologia  1 ano 2
Medicina Paliativa Anestesiologia, Cancerologia, Clínica Médica, Geriatria, Medicina de Família e Comunidade ou Pediatria, Cirurgia de Cabeça e Pescoço, Medicina Intensiva e Neurologia.  1 2
Neurofisiologia Clínica  Medicina Física e Reabilitação 1 ano 1
Neurofisiologia Clínica  Neurologia 1 ano  1
Psicogeriatria Psiquiatria 1 ano 3
Psicoterapia Psiquiatria 1 ano  2
Psiquiatria da Infância e da Adolescência Psiquiatria  1 ano  6
Psiquiatria Forense  Psiquiatria 1 ano  2

 

Veja agora a tabela com as especialidades com ano adicional 

 

Programa/Ano Adicional  Pré-requisito Duração  Vagas Previstas
Endocrinologia  Endocrinologia  1 ano 1
Obstetrícia e Ginecologia  Obstetrícia e Ginecologia  1 ano 2
Psiquiatria  Psiquiatria  1 ano 1

Como será o processo seletivo para residência médica da USP

Em resumo, o processo seletivo constará das seguintes provas: prova escrita dissertativa pontuada de 0 a 100, com 5 (cinco) questões dissertativas, objetivas e de respostas curtas. O conteúdo programático segue o programa de pré-requisito.

Os candidatos habilitados nos programas de residência médica da USP Dor/Neurologia e Neurocirurgia e  Psiquiatria da Infância e Adolescência/ Psiquiatria fazem prova prática. Já a análise de currículo para todos os habilitados na primeira fase acontece  entre 07 e 15 de janeiro de 2020.

Nestes programas de residência a nota final de cada candidato é o resultado da pontuação obtida em cada fase, conforme segue:

[(Prova da 1ª fase X 5) + (Prova Prática X 4) + (Análise e arguição de curriculum vitae X 1)]/10.

Entretanto, já os programas que que NÃO realizam prova prática, a prova escrita comporá 90% da nota, de acordo com a regulamentação vigente, enquanto a análise e arguição de currículo comporá 10% da nota do candidato. 

Com isto, a nota final de cada candidato é o resultado da pontuação obtida em cada fase, conforme segue:

[(Prova da 1ª fase X 9) + (Análise e arguição de curriculum vitae X 1)]/10. 

Preparação é essencial para conquistar a vaga na residência médica da USP

Como vocês viram, o processo seletivo para os programas de residência médica da USP são bastantes complexos, com muitas nuances e detalhes, conforme cada especialidade médica, além de ser disputadíssimo. Portanto, é sempre bom ficar ligado.

Por isto, é muito importante que o candidato leia todo o edital e acompanhe as publicações da USP para evitar problemas de última hora.

Já para quem ainda está se preparando para enfrentar os concursos de residência é importante acompanhar os processos para já se familiarizar com as normas do concurso.

Uma boa oportunidade é fazer a prova como treineiro. No mais, é continuar estudando, aproveitando todas as dicas e orientações  do Revisamed para conquistar a sua vaga na USP.

 Agora, fique atento ao período de inscrição. Se você está se preparando é bom que antecipe tudo o que for possível para não ser pego de surpresa na última hora. Resumindo, no mais é  só ter tranquilidade para cumprir com sucesso cada uma das fases exigidas e boa sorte!

Quer fazer questões de provas para ficar ainda mais preparado?

Então clique aqui e aproveite para testar o seu desempenho e continue acompanhando o Blog Revisamed para mais informações e dicas.

 

psu minas candidato/vaga

O que são programas de residência com acesso direto?

Se você quer sai da faculdade de Medicina e, logo em seguida, enfrentar um concurso para R1, saiba quais são as especialidades com acesso direto. Conheça também as chamadas áreas básicas que são exigidas para os concursos R3.

Já está terminando a faculdade e pensando na carreira médica que vai seguir? Então, o ideal é se preparar para enfrentar as disputadíssimas vagas nos programas de residência. 

Existem especialidades médicas que não exigem pré-requisitos, ou seja, você termina a graduação é já pode começar a residência.

 Isto não significa que você não precisa se preparar. Pelo contrário, a disputa pelas vagas ofertadas é acirrada, especialmente aquelas instituições mais renomadas.

Mesmo se você ainda vai prestar o concurso de residência médica daqui a alguns períodos, é importante se inteirar desde já dos editais e as exigências da instituição que você deseja.

 Em geral, os editais começam a ser divulgados no segundo semestre de cada ano. Tempo duração da residência, as etapas das provas e outros detalhes podem alterar de uma instituição para outra. 

O que são programas de residência médica com acesso direto?

As especialidades com acesso direto não exigem que o médico tenha algum outro pré-requisito ou especialidade prévia. O médico recém-graduado ou mesmo o profissional já formado que deseja se especializar em alguma área, precisa apenas fazer as etapas d e prova exigidas pela instituição, independente do tempo de formação ou de experiência prévia. 

Embora pareça uma situação “mais fácil”, na verdade, ser um R1 exige muita dedicação e estudos. Afinal, a concorrência é grande. Dentro desta mesma linha da não exigência de pré-requisitos, estão as chamadas áreas médicas básicas: clínica médica, clínica cirúrgica, pediatria, ginecologia e obstetrícia. Com uma especialidade básica, o médico poderá fazer uma segunda residência com uma subespecialização.

Há ainda especialização mais, voltadas para diagnóstico e terapia, que também podem ser feitas sem pré-requisitos. Entre elas, estão medicina legal, medicina nuclear, patologia, radiologia e radioterapia.

Outra situação são as áreas mais específicas dentro da especialidade médica com acesso direto. Neste caso estão, por exemplo, as especialidades cirúrgicas, como a neurocirurgia, oftalmologia, ortopedia e traumatologia, e otorrinolaringologia, até especialidades clínicas como dermatologia, genética médica, infectologia, neurologia e psiquiatria.

Vamos lá então conhecer as especialidades médicas com acesso direto.

Especialidades médicas com acesso direito 

Acupuntura  
Alergia e imunologia 
Anestesiologia 
Clínica médica
Cirurgia Geral
Dermatologia
Genética médica
Ginecologia e obstetrícia 
Homeopatia 
Infectologia
Medicina de família e comunidade   
Medicina de Emergência
Medicina do trabalho
Medicina do tráfego 
Medicina esportiva   
Medicina física e reabilitação
Medicina legal 
Medicina nuclear 
Medicina preventiva e social
Neurocirurgia
Neurologia    
Nutrologia   
Oftalmologia
Ortopedia e traumatologia
Otorrinolaringologia
Patologia
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial
Pediatria  
Psiquiatria  
Radiologia e Diagnóstico por imagem
Radioterapia 

No artigo Residência Médica: Veja especialidades com mudanças a partir de 2019 você encontra as matrizes de competências das especialidades médicas e algumas mudanças no tempo de duração de alguns programas. 

Especialidades médicas com pré-requisitos

Para se candidatar a um R3, o profissional médico já deverá ter concluído uma especialidade prévia. Da mesma forma, a preparação é essencial, em função da relação candidato/vagas.

R3 pré-requisito em Clínica Médica 

Alergia e Imunologia
Angiologia
Cancerologia/clínica
Cardiologia
Endocrinologia
Endoscopia
Gastroenterologia
Geriatria
Hematologia e Hemoterapia
Nefrologia
Pneumonia
Reumatologia

R3 com pré-requisito em Clínica Cirúrgica

Cirurgia Geral Programa avançado
Cancerologia/cirúrgica
Cirurgia cardiovascular
Cirurgia cabeça e pescoço
Cirurgia do aparelho digestivo
Cirurgia pediátrica
Cirurgia Plástica
Cirurgia Torácica
Cirurgia Vascular
Coloproctologia
Urologia

R3 com pré-requisito em Pediatria

Oncologia pediátrica
Cirurgia pediátrica
Cardiologia pediátrica
Endocrinologia pediátrica
Pneumologia pediátrica
Neurologia pediátrica
Gastroenterologia pediátrica
Infectologia pediátrica
Medicina Intensiva pediátrica
Nefrologia pediátrica
Nutrologia pediátrica
UTI pediátrica
Neonatologia pediátrica
Hebiatria
Hematologia e Hemoterapia pediátrica

No artigo Especialidades Médicas filiadas à Associação Médica Brasileira – AMB você conhece todas as especialidades médicas reconhecidas e filiadas à AMB.

CFM define 55 especialidades e 59 áreas de atuação

Em 2018, o Conselho Federal de Medicina atualizou a relação de especialidades e áreas de atuação médica. Foram mantidas as 55 especialidades e 59 áreas de atuação já reconhecidas anteriormente. Porém, as ocorreram mudanças na lista de áreas de atuação.

A resolução criou a área de Medicina Aeroespacial e extinguiu a de Medicina de Urgência. Na verdade, essa última foi incorporada à especialidade de Medicina de Emergência, criada em anos anteriores. Nas demais áreas de atuação e especialidades, não houve mudanças em nomenclaturas, mas algumas terão alterações no seu período de formação.

As novas regras estabelecem que os três anos para a formação de novos pediatras e cirurgiões gerais serão exigidos a partir de 2020 e não a partir de 2019, como previsto anteriormente. Também acrescentou que, a partir de 2020, a residência em Clínica Médica deverá ser de três anos. A resolução ampliou, ainda, para cinco anos o tempo necessário para a formação do cirurgião cardiovascular.

A determinação do CFM também definiu a Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica e a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, respectivamente, como as responsáveis por realizar os concursos para a obtenção de títulos nas duas especialidades. Além das provas aplicadas pelas sociedades, os candidatos a especialistas também poderão cursar os programas de residência médica, cuja duração varia de acordo com a especialidade.

Formada por representantes do CFM, da Associação Médica Brasileira (AMB) e do Ministério da Educação, representado pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM), a CME tem a competência para, periodicamente, atualizar a lista de especialidades médicas e de áreas de atuação, além de estabelecer as regras para a formação de especialistas. Segundo a AMB é natural que ocorra essa atualização, já que novas especialidades e áreas de atuação podem surgir, assim como algumas podem desaparecer ou se transformar.

residência médica

A Residência Médica é obrigatória?

A residência médica é o melhor caminho para ser um médico especialista de sucesso? Todos sabem que conquistar uma vaga no curso de medicina não é fácil. Certamente, você já sabe que passar no vestibular foi apenas uma primeira etapa vencida. Além do curso em si, que exige muita dedicação, daqui a pouco você estará se perguntando: e agora, o que faço do meu futuro? Devo seguir qual especialidade médica? É neste ponto que você começa a ouvir sobre a residência médica.

Embora não seja obrigatória para o exercício da profissão, a residência é considerada “padrão ouro” da especialização médica. É uma modalidade de ensino de pós-graduação, destinada a médicos, sob a forma de curso de especialização.

Portanto, é essencial que você saiba tudo sobre como se preparar e como são os concursos para e não perder tempo. A concorrência nos programas de residência médica das principais instituições, como a residência da USP, é elevada e, você, precisa estar à frente.

Neste post você vai encontrar:

O que é residência médica?

Considerada “padrão ouro” da especialização na medicina, a Residência Médica é uma modalidade de ensino de pós-graduação, instituída em 1977 (decreto 80.281, de 5/9/1977) destinada a médicos, sob a forma de curso de especialização. Ela funciona em instituições de saúde e tem orientação de profissionais médicos com alta qualificação ética e profissional. No mesmo decreto que instituiu a residência médica foi criada a Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM).

O programa de Residência Médica, integralmente cumprido dentro de uma determinada especialidade confere ao médico residente, o título de especialista. Somente programas credenciados pela Comissão Nacional de Residência Médica podem empregar a expressão “residência médica”.

Os programas concedem o título de especialista. Não são, portanto, obrigatórios para se exercer a profissão, mas a maioria dos concursos públicos exige o certificado, além de hospitais e clínicas particulares. Os programas, porém,  garantem o aperfeiçoamento do padrão profissional e científico do médico e a melhoria da assistência médica à comunidade nas áreas profissionalizantes.

Os graduados que participam de residências são supervisionados. O programa tem a duração de dois anos, podendo chegar a cinco anos dependendo da carga horária e da especialização escolhida.

Ela é obrigatória?

Não é obrigatório fazer a residência. Terminada a graduação, geralmente depois de seis anos, o médico com CRM pode atuar em consultórios, clínicas e hospitais. No entanto, ele vai atuar como generalista. Para se especializar em uma determinada área ele precisa estudar mais. Os programas de residência concedem o título de especialista.

Embora não seja obrigatória, a maioria dos concursos públicos exige a titulação, o mesmo ocorrendo em hospitais e clínicas. Portanto, o melhor mesmo é dar sequência aos estudos para construir uma carreira de sucesso. O médico que faz uma residência reconhecida pela Comissão Nacional de Residência Médica têm direito a uma bolsa-auxílio durante os estudos, atualmente, no valor de R$ 3.330,43.

Especialidades médicas mais procuradas

No topo da lista das especialidades médicas mais procuradas está a Clínica Médica ( 11,2%). A escolha da residência em clínica médica está muito atrelada ao fato de que ela é pré-requisito para várias outras áreas de atuação. 

Já na lanterna do ranking está a Genética Médica, com apenas 0,1% de especialistas. Além da questão do pré-requisito, outra fator que influencia no ranqueamento é a oferta de programas nestas áreas. Veja as cinco mais procuradas e as cinco menos procuradas conforme a pesquisa do Perfil do Médico Brasileiro, organizada pelo CFM.

  • Mais procuradas
    Clínica Médica (11,2%)
    Pediatria  (10,3%)
    Cirurgia Geral (8,9%)
    Ginecologia e Obstetrícia (8%)
  • Menos procuradas
    Medicina Esportiva (0,2)
    Medicina Legal e Perícia Médica (0,2)
    Cirurgia de Mão (0,2%)
    Radioterapia (0,2%)
    Genética Médica (0,1%) 

Como são as provas de residência médica?

Todo recém-formado com o registro do CRM pode atuar como médico generalista. Para se especializarem em uma área, precisam dar sequência aos estudos e enfrentar o período de residência médica. As provas não são direcionadas à área que você escolheu. Todas contêm temas gerais da graduação, abrangendo cinco áreas básicas: Clínica Médica, Clínica Cirúrgica, Ginecologia e Obstetrícia, Pediatria e Medicina Social.

Além da prova técnica, em média com 100 questões, são realizadas mais duas etapas: análise curricular e entrevista. O peso maior, entretanto, nestes casos é para a prova técnica.  Além da prova técnica, mais duas etapas são necessárias para conseguir a aprovação na residência escolhida: análise curricular e entrevista pessoal.

O concurso, no entanto, depende também da escolha da instituição e especialidade. As diferenças podem ser importantes com a inclusão, em alguns casos, da prova prática. Em alguns processos seletivos ela pode representar até 50% da nota e em outros nem mesmo existe. Por isto, é preciso estar bem preparado.  

Em geral, os editais de residência 2020 começam a ser divulgados pelas instituições no segundo semestre. Para começar a se inteirar dos concursos é sempre bom que você tenha desde o início da graduação um contato com o que é cobrado nas provas e também para que faça um planejamento curricular.

Quer saber tudo sobre residência médica e aprender como se preparar para as provas?

Fique de olho em tudo nas atualizações do nosso blog

Estudantes conversam com professor

Como escolher curso Preparatório para Residência Médica?

Estudantes conversam com professor
Fazer um curso preparatório para as provas e residência é um caminho para se tornar um especialista

Confira as dicas do Revisamed para fazer a melhor escolha e se dar bem nas provas de residência médica

Como escolher o curso preparatório para residência médica. Para facilitar a vida do estudante de medicina, o curso preparatório Revisamed selecionou algumas dicas para os médicos que já planejam a residência médica tão logo terminem a faculdade.

Formado por um grupo de professores especialistas, mestres e doutores, todos os profissionais nacionalmente reconhecidos pela atuação médica aliada experiência do ensino na área da saúde, o curso preparatório para residência médica Revisamed sabe bem que a expertise da equipe de professores é decisiva para que você faça uma boa escolha e conquiste a tão sonhada vaga na residência médica.

Qual o melhor curso para residência médica?

“No Revisamed, por exemplo, reunimos os mais competentes médicos e professores em todas as especialidades. Nossa filosofia é aprenda com quem faz”, destaca um dos coordenadores. Além da qualidade da equipe, a didática e os materiais de apoio disponibilizados pelo curso para residência médica devem ser observados na hora da contratação.

O Revisamed coloca à disposição do estudante videoaulas em módulos curtos, caderno digital com pergunta e resposta que funciona como uma apostila, questões comentadas, podcast e, ainda, o acesso premium ao app Whitebook e ao Medcards/Brainscape

Enfim, uma série de recursos de apoio aos estudos que faz toda a diferença. Entre os especialistas na área educacional, não há dúvidas que o conteúdo oferecido e o método de ensino adotado fazem do Revisamed o melhor curso para as provas de residência médica.

A metodologia de ensino do Revisamed também foi pensada para que o estudante otimize seu tempo e de fato aprenda o conteúdo, não se limitando aos famosos “macetes” de prova ou “pegadinhos.

Todo o material de cada uma das 350 videoaulas ficam dispostas em um só lugar, a chamada trilha de estudos Revisamed. Com um clique apenas você acessa o tema escolhido e encontra todo o material para se preparar para a prova de residência médica.

Relação custo x benefício

Outra importante e decisiva dica é relação custo x benefício. O estudante precisa saber diferenciar o que é conteúdo de qualidade de penduricalhos. Uma série de artifícios encarecem o preço do curso preparatório para residência médica.

Basta ter bom senso e saber o que fato é importante na sua preparação. “Tenha sempre em mente que o preparatório para residência médica precisa ter os conteúdos que são exigidos nas provas. Além disto, é claro, precisa estar dentro do seu orçamento e dar um suporte adequado ao estudante. O restante é dedicação”, completam os educadores do Revisamed.

Como são os cursos preparatórios para residência médica

Existe uma série de modalidades de cursos preparatórios para a residência médica online. Quem está terminando a faculdade e já quer logo fazer a residência médica pode optar por um curso mais rápido de 12 meses.

Já o estudante que gosta de planejar e ter mais tempo para se preparar, o ideal é buscar um curso preparatório para residência de 24 meses. “Neste caso, ele terá mais tempo para assistir as videoaulas, fazer provas e usar todo o material de apoio”, consideram os coordenadores.

No Revisamed, os cursos preparatórios R1 se dividem em duas modalidades: 14 meses e 24 meses.  Além destes, o Revisamed oferece também o curso para o Revalida e os cursos R3.

cursos para residencia médica
 

Opções de cursos preparatórios para R3

Há ainda as modalidades de cursos preparatórios para R3. O Revisamed oferece os cursos preparatórios online por 14 meses nas áreas de Clínica Médica, Cirurgia, Pediatria.

Direcionado ao médico que já está na residência e deseja se especializar em uma área da Clínica Médica, da Clínica Cirúrgica ou da Pediatria.

Os cursos R3 são dinâmicos, rápidos, com 14 meses de acesso e todo o conteúdo da área escolhida. São disponibilizados todos os recursos da trilha de estudo Revisamed, preparando o médico para as provas de residência médica ou mesmo para uma atualização profissional na área.

Concorrência acirrada exige objetivos bem claros na escolha do curso para residência médica

Escolher o curso preparatório para a residência pode parecer tarefa muito difícil, mas é preciso estar atento também a especialidade e a instituição que o estudante tenha maior interesse.

Afinal, é sua carreira médica que está em jogo e a concorrência está cada vez mais acirrada: quem estiver melhor preparado terá mais condições de fazer uma boa prova.

É importante ter bem claro os seus objetivos. Se pretende cursar a residência em instituição pública ou privada e, definido o seu objetivo, é focar nos estudos em conteúdos e questões mais específicas.

Selecionar os editais e dedicar-se o tempo livre para os estudos são decisivos. Fazer questões de provas anteriores e saber a maior prevalência de questões de cada área facilitam a preparação. É importante que você saiba também algumas dicas. Leia o blogpost Como escolher a sua residência médica? Veja as dicas do Revisamed

 

Quatro especialidades concentram 39% dos especialista no Brasil, aponta estudo

De acordo com a publicação Demografia Médica Brasileira – O perfil do médico brasileiro e a desigualdade no acesso à assistência, realizado em 2018 pela Associação Médica Brasileira (AMB) quatro especialidades concentram quase 39% dos especialistas do País

As quatro especialidades, juntas, representam 38,4% de todos os títulos de especialistas no País. São elas:

  • Clínica Médica tem 42.728 titulados, ou 11,2% do total
  • Pediatria, 39.234 titulados (10,3%).
  • Cirurgia Geral reúne 34.065 especialistas (8,9%).
  • Ginecologia e Obstetrícia tem 8% dos titulados, ou 30.415.

Em seguida as especialidades com mais número de títulos estão Anestesiologia (com 6%), Medicina do Trabalho (4,2%), Ortopedia e Traumatologia (4,1%), Cardiologia (4,1%), Oftalmologia (3,6%) e Radiologia e Diagnóstico por Imagem (3,2%). Essas seis especialidades, somadas às quatro básicas, representam 63,6% de todos os títulos.

As primeiras 20 especialidades, ainda segundo a publicação, reúnem 80,4% dos profissionais titulados. Os outros 19,6% estão distribuídos pelas demais 34 especialidades. Oito delas têm menos de mil titulados cada.

Genética Médica é a especialidade com menor número de titulados: são 305, ou 0,1% do total. As 59 “áreas de atuação” reconhecidas no País, que são derivadas, relacionadas ou ligadas às especialidades, não fizeram parte do presente estudo.

Tabela 50
Distribuição de títulos de especialistas, segundo especialidades – Brasil, 2018

Especialidade
Número de títulos % % acumulado
Clínica Médica 42.728 11,2 11,2
Pediatria 39.234 10,3 21,5
Cirurgia Geral 34.065 8,9 30,4
Ginecologia e Obstetrícia 30.415 8,0 38,4
Anestesiologia 23.021 6,0 44,4
Medicina do Trabalho 15.895 4,2 48,6
Ortopedia e Traumatologia 15.598 4,1 52,7
Cardiologia 15.516 4,1 56,7
Oftalmologia 13.825 3,6 60,4
Radiologia e Diagnóstico por Imagem 12.233 3,2 63,6
Psiquiatria 10.396 2,7 66,3
Dermatologia 8.317 2,2 68,5
Medicina Intensiva 6.562 1,7 70,2
Otorrinolaringologia 6.373 1,7 71,9
Cirurgia Plástica 6.304 1,7 73,5
Medicina de Família e Comunidade 5.486 1,4 75,0
Urologia 5.328 1,4 76,4
Medicina de Tráfego 5.221 1,4 77,7
Endocrinologia e Metabologia 5.210 1,4 79,1
Neurologia 5.104 1,3 80,4
Gastroenterologia 4.881 1,3 81,7
Nefrologia 4.474 1,2 82,9
Cirurgia Vascular 4.301 1,1 84,0
Infectologia 3.746 1,0 85,0
Acupuntura 3.598 0,9 85,9
Oncologia Clínica 3.583 0,9 86,9
Pneumologia 3.412 0,9 87,8
Neurocirurgia 3.298 0,9 88,6
Patologia 3.210 0,8 89,5
Endoscopia 3.184 0,8 90,3
Cirurgia do Aparelho Digestivo 2.864 0,8 91,1
Hematologia e Hemoterapia 2.668 0,7 91,8
Homeopatia 2.617 0,7 92,4
Reumatologia 2.383 0,6 93,1
Cirurgia Cardiovascular 2.271 0,6 93,7
Mastologia 2.219 0,6 94,2
Coloproctologia 1.950 0,5 94,8
Medicina Preventiva e Social 1.863 0,5 95.,2
Geriatria 1.817 0,5 95,7
Nutrologia 1.692 0,4 96,2
Angiologia* 1.633 0,4 96,6
Alergia e Imunologia 1.601 0,4 97,0
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial* 1.450 0,4 97,4
Cirurgia Pediátrica 1.378 0,4 97,8
Cirurgia Oncológica 1.190 0,3 98,1
Cirurgia de Cabeça e Pescoço 1.072 0,3 98,3
Cirurgia Torácica 992 0,3 98,6
Medicina Nuclear 915 0,2 98,8
Medicina Física e Reabilitação* 887 0,2 99,1
Medicina Esportiva 869 0,2 99,3
Medicina Legal e Perícia Médica* 827 0,2 99,5
Cirurgia da Mão 791 0,2 99,7
Radioterapia 734 0,2 99,9
Genética Médica 305 0,1 100,0
Total 381.506 100,0
Nota: nesta análise foi usado o número de registros de médicos e de títulos de especialistas. Médicos com mais de um título são contados em cada especialidade.
Especialistas com inscrições secundárias (médicos com registro em mais de um CRM) são contados em cada estado.
*O número de especialistas teve pequena redução em relação a divulgações anteriores devido à padronização de dados de titulação. Fonte: Scheffer M. et al., Demografia Médica no Brasil 2018.   

O que você precisa saber sobre residência médica

Duração da residência médica:

Cada especialidade da residência médica tem grade curricular diferenciada. Mas a duração mínima da residência é de dois anos. A duração vai de 2 a 5 nos para áreas básica e de acesso direto.

Em algumas especialidades há ano adicional para aperfeiçoamento do conhecimento e habilidades técnicas. Para programas de residência médica com pré-requisito a duração varia de 2 a 4 anos.

ESPECIALIDADEPRÉ-REQUISITODURAÇÃO (ANOS)
Acupuntura2
Alergia e Imunologia2
AnestesiologiaAcesso Direto (especialidade)3
Angiologia e Cirurgia vascularCirurgia Geral (2 anos)2
OncologiaClínica Médica (2 anos)3
CardiologiaClínica Médica (2 anos)2
Cirurgia cardiovascularCirurgia Geral (2 anos)4
Cirurgia da mãoOrtopedia/Cirurgia Plástica2
Cirurgia de cabeça e pescoçoCirurgia Geral (2 anos)2
Cirurgia GeralAcesso direto (área básica)2-3 (3° ano opcional)
Cirurgia do aparelho digestivoCirurgia Geral (2 anos)2
Cirurgia pediátricaCirurgia Geral (2 anos)3
Cirurgia plásticaCirurgia Geral (2 anos)3
Cirurgia torácicaCirurgia Geral (2 anos)2
Clínica médicaAcesso Direto (área básica)2
ColoproctologiaCirurgia Geral (2 anos)2
DermatologiaAcesso Direto3
EndocrinologiaClínica Médica (2 anos)2
EndoscopiaClínica Médica e Cirurgia Geral (Resolução CNRM 08/2006)2
GastroenterologiaClínica Médica (2 anos)2
Genética médicaAcesso Direto3
GeriatriaClínica Médica (2 anos)2
Ginecologia e obstetríciaAcesso Direto (área básica)3
Hematologia e hemoterapiaClínica Médica (2 anos)2
HomeopatiaAcesso Direto2
InfectologiaAcesso Direto (especialidade)3
MastologiaCirurgia Geral ou GO2
Medicina de família e comunidadeAcesso Direto (especialidade)2
Medicina do trabalhoAcesso Direto2
Medicina do tráfegoAcesso Direto2
Medicina esportivaAcesso Direto3
Medicina física e reabilitaçãoAcesso Direto (especialidade)3
Medicina IntensivaClínica Médica (2 anos), ou Clínica Geral (2 anos), ou Anestesiologia (3 anos)2
Medicina legal2
Medicina nuclear3
Medicina preventiva e socialAcesso Direto (área básica)2
NefrologiaClínica Médica (2 anos)2
NeurocirurgiaAcesso Direto (especialidade)5
NeurologiaAcesso Direto3
Nutrologia2
OftalmologiaAcesso Direto (especialidade)3
Ortopedia e traumatologiaAcesso Direto (especialidade)3
OtorrinolaringologiaAcesso Direto (especialidade)3
PatologiaAcesso Direto (especialidade)3
Patologia Clínica/Medicina LaboratorialAcesso Direto (especialidade)3
PediatriaAcesso Direto (área básica)2
PneumologiaClínica Médica (2 anos)2
PsiquiatriaAcesso Direto (especialidade)3
Radiologia e Diagnóstico por imagemAcesso Direto (especialidade)3
RadioterapiaAcesso Direto3
ReumatologiaClínica Médica (2 anos)2
UrologiaCirurgia Geral (2 anos)3

 

Pós-Graduação na área médica

Pós-Graduação: área médica exige atualização continuada

Saiba como escolher o curso de Pós-Graduação na área médica

A questão é: devo ou não fazer uma pós-graduação na área médica? É inegável a importância da qualificação, da atualização continuada e, na área da saúde, talvez até mais do que em outras áreas, a educação continuada é essencial e uma pós-graduação faz toda diferença.

Em um processo de seleção o candidato com um curso de pós-graduação larga com uma boa vantagem sobre os demais, segundo artigo publicado pelo portal da Revista Exame. Com o mercado de trabalho cada vez mais exigente, com poucas vagas e um mundo de candidatos é natural que a qualificação do candidato seja apontada como um diferencial.

Quem está se preparando para uma pós-graduação deve saber diferenciar os tipos de pós: o Lato Sensu e o Stricto Sensu. De forma simplificada, a pós-graduação o Lato Sensu é mais direcionado para a atuação profissional, enquanto o Stricto Sensu está mais voltado para a formação científica e acadêmica, em geral focado em pesquisas.

Os cursos de pós-graduação Lato Sensu são categorizados em especializações e MBAs. Apesar de ter Mestrado na sigla, este tipo de curso – no Brasil – concede o título de especialista e não de Mestre.

Especialização pode agilizar ascensão profissional

Segundo do portal da Exame, no Brasil, “a busca por uma pós-graduação ocorre em média 5 anos após a graduação, na fase em que o profissional já está estabelecido e a especialização pode ser um meio para agilizar sua ascensão profissional.

Por outro lado, se a necessidade estiver atrelada apenas à atualização do conhecimento, fazer um ou mais cursos de curta duração pode ser uma excelente opção”. O profissional deve buscar uma atualização acadêmica em uma instituição de ensino reconhecida renomada com o objetivo de melhorar suas chances de sucesso.

Conheça alguns cursos de Pós-Graduação em Medicina

Na Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde/ FCMS de Juiz de Fora, por exemplo, são oferecidos diversos cursos de pós-graduação nas áreas de Medicina, Fisioterapia, Farmácia, Enfermagem e Odontologia. Conheça alguns dos cursos da Medicina com um pequeno resumo de cada um deles: 

Clique aqui e conheça todos os cursos de pós-graduação.

Alergia e Imunologia Clínica

Objetivo: Capacitar o médico através de amplo treinamento teórico e prático para o exercício da Alergia e Imunologia Clínica e atender aos requisitos necessários para o exercício da especialidade após o cumprimento da legislação em vigor do Ministério da Educação (MEC) Resolução CNE/CES Nº1 de 8 de junho de 2007, (curso de Medicina Credenciado pelo MEC – Portaria nº 3.109 de 04 de outubro de 2014).

Público alvo: Graduados em Medicina, regularmente registrados no Conselho Regional de Medicina com formação com formação geral (mínimo de 2 anos) em Clínica Médica e/ou Pediatria e/ou Medicina de Família.

 

 

Anestesiologia

Público alvo: Graduados em Medicina, regularmente registrados no Conselho Regional de Medicina com formação com formação geral ( mínimo de 2 anos) em Clínica Médica e/ou Pediatria e/ou Medicina de Família. São 15 vagas por ano e duração de 36 meses.

 

 

Cardiologia

Objetivo: preparar o pós-graduando através de amplo treinamento teórico e prático para o pleno exercício da Cardiologia Clínica. Preparar e qualificar o pós-graduando para o exame de obtenção do Título de Especialista em Cardiologia pela Sociedade Brasileira de Cardiologia.

Público-Alvo: Graduados em Medicina com título de Especialista em Clínica Médica. Duração 2 anos.

 

 

 

Cirurgias Minimamente Invasivas em Cirurgia Geral

Objetivo: promover à capacitação técnico-científico em videolaparoscopia (PGVL) para médico Cirurgião Geral que já tenha terminado residência ou que tenha especialização em Cirurgia Geral por Instituição Credenciada pelo Ministério da Educação e Cultura ou que comprove mais de 05 anos de atuação como medico cirurgião geral em Instituição Conceituada, ou ainda que esteja cursando RM em ano opcional em videolaparoscopia.

Públicoalvo: O médico cirurgião geral que esteja cursando R3 ou que tenha terminado a residência em Cirurgia Geral ou que tenha especialização em Cirurgia Geral por Instituição Credenciada pelo Ministério da Educação e Cultura ou que comprove mais de 05 anos de atuação como medico cirurgião geral em Instituição Conceituada. Duração: 12 meses.

 

 

Ecocardiografia

 Objetivo: Formação acadêmica em ecocardiografia, preparando o aluno para o atendimento à população dentro de um contexto biopsicossocial. Preparo acadêmico para a pesquisa e a leitura crítica de artigos científicos. Preparo para a realização da prova de título de especialista em Ecocardiografia da Sociedade Brasileira de Ecocardiografia – DIC. Preparar o pós-graduando através de amplo treinamento prático e teórico em ecocardiografia para seu pleno exercício, além do ensino complementar com temas em Cardiologia.

Público-alvo: Graduados em Medicina que tenham formação em Cardiologia, Anestesiologia ou Intensivismo; Duração 16 meses.

 

 

 

 

 

Endoscopia Digestiva

Objetivo: Treinamento em Endoscopia Digestiva Diagnóstica e Terapêutica, preparando o profissional para avaliar e tratar o paciente de forma abrangente, dentro do contexto biopsicossocial. Ensino complementar em temas de Gastroenterologia, Hepatologia, Cirurgia Gastroenterológica e Coloproctologia. Preparar o aluno para se submeter à prova do título de Especialista em Endoscopia ou de área de atuação em endoscopia digestiva, da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva.

Públicoalvo: Graduados em Medicina, regularmente matriculados no Conselho Regional de Medicina. Duração: 2 anos.

 

 

Endoscopia Ginecológica

Objetivo: promover à capacitação técnico-científico em videolaparoscopia (PGVL) e em videohisteroscopia (PGVH) para médico Ginecologista / Obstetra que esteja cursando R3 ou que já tenha terminado residência ou que tenha especialização em GO por Instituição Credenciada pelo Ministério da Educação e Cultura ou que comprove mais de 05 anos de atuação como medico ginecologia/obstetra em Instituição Conceituada através de um curso anual vinculado ao Departamento de Ginecologia de uma Instituição através de convênio.

Públicoalvo: Médicos que estejam cursando R3. Tenham concluído a Residência em GO. Tenham especialização em GO por instituição credenciada pelo Ministério da Educação e Cultura. Comprovem mais de cinco anos de atuação como médico ginecologista/obstetra em instituição conceituada. Duração: 12 meses.

 

 

Gastroenterologia

Objetivos: Preparar o médico, através de treinamento teórico e prático, para o exercício pleno da Gastroenterologia Clínica.

Públicoalvo: Graduados em Medicina, regularmente registrados no Conselho Regional de Medicina. Duração: 2 anos

 

 

Geriatria e Gerontologia

Objetivos: O curso visa a formar profissionais da área de saúde capacitados a atender de forma adequada pessoas idosas, bem como despertar o compromisso destes profissionais com a promoção da qualidade de vida na terceira idade e a prevenção de doenças crônico-degenerativas.

Públicoalvo: Profissionais graduados em Enfermagem, Fisioterapia, Medicina e Psicologia. Carga Horária: Total: 360 horas.

 

 

Laparoscopia Avançada em Urologia

Objetivo: visa formar profissionais atualizados com uma visão abrangente para área de saúde. Tudo isso por meio de treinamento prático supervisionado por uma equipe qualificada e se destina aos urologistas com uma experiência básica e que pretendem aperfeiçoar a técnica, aumentar as habilidades cirúrgicas e a segurança nas laparoscopias urológicas de média e alta complexidade. Duração: 12 meses.

 

 

Laparoscopia em Ginecologia Oncológica

Objetivo: a capacitação em videolaparoscopia para o médico ginecologista oncológico ou o cirurgião oncológico, que já tenha terminado a residência ou tenha especialização nas áreas citadas em instituição credenciada pelo MEC, ou que comprove atuação como ginecologista oncológico ou cirurgião oncológico em instituição conceituada. Duração: 12 meses.

 

 

Medicina do Trabalho

Objetivos: organizar, administrar e participar de serviços de Medicina do Trabalho; planejar e executar o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), além das medidas de saúde preventiva ocupacional e de proteção ambiental em áreas industriais; planejar e participar do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA); conhecer a legislação pertinente à Medicina do Trabalho; desempenhar as atividades de médico do trabalho, atendendo plenamente a legislação em vigor. Público-alvo: Graduados em Medicina. Duração: 2 anos.

 

 

Medicina Intensiva

Objetivos: promover atividades científicas e propiciar o aperfeiçoamento em Medicina Intensiva; capacitar o médico para identificar e solucionar os problemas do paciente gravemente enfermo; desenvolver no médico, em seus aspectos conceituais e práticos, a liderança necessária para o trabalho em equipe, próprios da multiprofissionalidade e da transdisciplinaridade assistencial do paciente grave; fomentar o conhecimento e a prática dos preceitos éticos e humanitários da Medicina Intensiva; desenvolver um espírito profissional observador e crítico, capaz de desenvolver estudos de realidade, pesquisa e educação continuada em Medicina Intensiva, bem como formar novos intensivistas; formar profissionais capazes de liderar projetos associativos identificados com as necessidades sociais da comunidade onde se insere. Públicoalvo: Médicos. Duração: 18 meses

 

 

 

Neurologia para Clínicos

Objetivos: Descrever as bases neuroanatômicas e neurofisiológicas aplicadas à clínica. Executar atendimento do paciente neurológico através do desenvolvimento do diagnóstico (síndrômico, topográfico, etiológico/diferencial). Atualização sobre as principais doenças e condições neurológicas. Executar treinamento prático através do atendimento de pacientes neurológicos em ambulatório didático. Discutir a indicação e a interpretação de testes diagnósticos como líquido cefalorraquidiano. Discutir a indicação e os princípios básicos de exames complementares neurofisiológicos como o eletroencefalograma e a eletroneuromiografia. Fazer treinamento prático em avaliação cognitiva objetiva. Apresentar protocolos terapêuticos. Orientar programas específicos de reabilitação. PúblicoAlvo: Graduados em Medicina Duração:18 meses

 

 

Ultrassonografia e Ecocardiografia em Pacientes de UTI

Objetivos: Promover os conhecimentos de metodologia científica e bioestatística; Promover os conhecimentos básicos ( físicos) da Ultrassonografia e ecocardiografia; Descrever e aprimorar a técnica da ultrassonografia e ecocardiografia ( Janelas, Doppler, Cálculos); Realizar treinamento através da realização de exames em pacientes críticos; Discutir a indicação e a interpretação dos resultados; Discutir a abordagem terapêutica para os casos avaliados; Realizar treinamento prático com avaliação cognitiva objetiva; Apresentar protocolos terapêuticos para as principais Síndromes clínicas. Públicoalvo: Médicos intensivistas, emergencistas e hospitalistas. Duração: 18 meses.

 

 

Urgência e Emergência em Pediatria

Objetivos: capacitar o pós-graduando para abordagem padronizada envolvendo definição, avaliação e terapêutica em uma situação de urgência e emergência pediátrica. Públicoalvo: Médicos. Duração: 18 meses

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CFM atualiza lista de especialidades médicas e áreas de atuação

O Conselho Federal de Medicina (CFM) atualizou a relação de especialidades e áreas de atuação médica. A resolução 2.221/18, publicada no final de janeiro, substitui a resolução 2.162/17. Ela manteve o mesmo número de 55 especialidades e 59 áreas de atuação já reconhecidas anteriormente. Porém, houve mudanças na lista de áreas de atuação.

NOVA ÁREA MEDICINA AEROESPACIAL

A resolução criou a área de Medicina Aeroespacial e extinguiu a de Medicina de Urgência. Na verdade, essa última foi incorporada à especialidade de Medicina de Emergência, criada em anos anteriores. Nas demais áreas de atuação e especialidades, não houve mudanças em nomenclaturas, mas algumas terão alterações no seu período de formação.

As novas regras estabelecem que os três anos para a formação de novos pediatras e cirurgiões gerais serão exigidos a partir de 2020 e não a partir de 2019, como previsto anteriormente. Também acrescentou que, a partir de 2020, a residência em Clínica Médica deverá ser de três anos. A resolução ampliou, ainda, para cinco anos o tempo necessário para a formação do cirurgião cardiovascular.

A determinação do CFM também definiu a Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica e a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, respectivamente, como as responsáveis por realizar os concursos para a obtenção de títulos nas duas especialidades. Além das provas aplicadas pelas sociedades, os candidatos a especialistas também poderão cursar os programas de residência médica, cuja duração varia de acordo com a especialidade.

Formada por representantes do CFM, da Associação Médica Brasileira (AMB) e do Ministério da Educação, representado pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM), a CME tem a competência para, periodicamente, atualizar a lista de especialidades médicas e de áreas de atuação, além de estabelecer as regras para a formação de especialistas. Segundo a AMB é natural que ocorra essa atualização, já que novas especialidades e áreas de atuação podem surgir, assim como algumas podem desaparecer ou se transformar.

(fontes: CFM/UNIVADIS)

Edital de Piracicaba 2019

Residência médica abre 4 vagas em ginecologia e obstetrícia em Piracicaba (SP)

Interessados devem se inscrever até 12 de fevereiro. Taxa é de R$ 250

Até 12/02, a Secretaria Municipal de Saúde Piracicaba (SP) recebe inscrições para quatro vagas  para o programa de residência médica em ginecologia e obstetrícia. Podem se inscrever médicos formados no Brasil e no exterior, desde que em instituições com diploma revalidado por universidades autorizadas pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC).

De acordo com a pasta, a duração do programa é de três anos e começa em março. A taxa de inscrição é de R$ 250.

Os interessados pela residência devem se inscrever na página da Saúde na internet. O edital do processo seletivo também está disponível no site. As inscrições deferidas e indeferidas serão publicadas no Diário Oficial de Piracicaba e no site da Secretaria de Saúde a partir de

Saiba como é a residência médica em infectologia

Especialista em Infectologia: conhecimento diversificado e diferentes áreas de atuação

O médico Infectologista é um profissional com conhecimento diversificado que vai além da clínica médica, abrangendo aspetos da epidemiologia, imunologia, e as várias interfaces relacionadas aos processos infecciosos. 

Conforme a Sociedade Brasileira de Infectologia, a especialidade reúne médicos em diferentes áreas da assistência à saúde. Entre elas, área hospitalar e clínica, vigilância em saúde, diagnóstico e enfrentamento de epidemias, estudos de doenças emergentes e reemergentes.  O Infectologista é o médico especialista com reconhecimento pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).

Especialista com reconhecimento do Conselho Federal de Medicina (CFM), o infectologista é capacitado para diagnosticar as doenças infecciosas que podem ser provocadas por vírus, bactérias, fungos entre outros microrganismos.

Como é a função do infectologista

A função do infectologista no consultório, clínica ou hospital, é, em linhas gerais, fazer diagnóstico clínico, promover medidas preventivas, tratar pacientes com infecções causadas por microrganismos e muitos casos são, em geral, encaminhados por outros especialistas.

O objetivo do infectologista é investigar, propor uma terapia adequada e sobretudo prevenir processos infecciosos, além de analisar clinicamente o quadro em questão. Deve, ainda, acompanhar os pacientes para promover uma melhor qualidade para a saúde do paciente.

COMO SE TORNAR UM MÉDICO ESPECIALISTA EM INFECTOLOGIA

Para se tornar um infectologista, o estudante de Medicina, concluída a graduação, deve optar por uma Residência Médica em Infectologia, que seja credenciada pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM). Ainda segundo a SBI, os programas de residência em Infectologia funcionam desde 2004 e, a partir de 2006, foram uniformizados em todo o país, com igual tempo de duração e mesmo conteúdo programático, passando a ser chamados de Residência Médica em Infectologia.

O graduado em Medicina também pode obter o Título de Especialistas em Infectologia. Para isto, ele é submetido a exame realizado pela SBI. O resultado do exame é homologado pela Associação Médica Brasileira. Em 2005, foi aprovada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) uma nova regulamentação que especifica as regras para que o profissional possa manter-se especialista: foram criados o Certificado de Atualização Profissional e a Comissão Nacional de Acreditação, entre outras novidades.

PROGRAMAS DE RESIDÊNCIA MÉDICA EM INFECTOLOGIA

A residência médica oferece a formação necessária e adequada para que o médico se torne um especialista em Infectologia. Extensa legislação apoiada em portaria, leis, decretos e resoluções regulamenta essa área. A uniformização dos programas permitiu que todos passassem a ter duração mínima de três anos.

Todos os programas de residência médica são credenciados pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM), órgão ligado ao MEC. Ao todo, existem 52 programas de Residência Médica nas diferentes regiões do país.

PROGRAMAS DE RESIDÊNCIA MÉDICA

Segundo determinação da CNRM, a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) é a instituição responsável pelo acompanhamento e avaliação de todos os Programas de Residência Médica em Infectologia em todo o país. Na residência médica, 80% das atividades estão voltadas à prática e 20% são destinadas ao ensino e pesquisa.

Outro avanço nos programas de residência médica em infectologia foi a uniformização no tempo de duração. A partir de 2003, foi definido que o tempo para a formação de um médico especialista em infectologia deve ser de três anos, sendo o primeiro ano em clínica médica e os outros dois na especialidade.

Há ainda a possibilidade de um quarto ano adicional ou de área de atuação, na qual o médico pode se especializar um pouco mais em infecção hospitalar ou em outros temas pertinentes à área.

CONTEÚDO DO PROGRAMA

A uniformização equiparou os programas de residência médica em Infectologia das diferentes regiões. O programa conta com tudo que o especialista é obrigado a saber. Porém, em função das diferenças regionais, cada programa poderá dar mais ênfase nas patologias de maior prevalência na região. A Sociedade Brasileira de Infectologia considera que a residência é o melhor caminho para preparação técnico profissional de alto padrão.

PROGRAMAS DE RESIDÊNCIA MÉDICA EM INFECTOLOGIA

Os programas de residência médica em Infectologia credenciados na CNRM são de acesso direto, não sendo exigidos pré-requisitos, e têm tempo de duração de três anos. Deverão ser desenvolvidos em instituições que possuam, pelo menos, um programa na área clínica e/ou na área cirúrgica.

A estrutura dos programas de residência médica deve compreender entre 80 a 90% da carga horária alocada nas atividades de treinamento em serviço, destinando-se 10 a 20% para ações teórico-complementares.

 Entende-se como atividades teórico-complementares as sessões anátomo-clínicas; a discussão de artigos científicos; as sessões clínico-radiológicas e clínico-laboratoriais; os cursos, palestras e seminários.

Nas atividades teórico-complementares devem constar, obrigatoriamente, temas relacionados com Bioética, Ética Médica, Metodologia Científica, Epidemiologia e Bioestatística.

Recomenda-se a participação do Médico Residente em atividades relacionadas ao controle das infecções hospitalares. Por se tratar de uma especialidade que contempla sub-divisão em áreas de atuação, é permitido o oferecimento de anos opcionais e adicionais para aprofundamento dos conhecimentos e habilidades técnicas específicas naquelas áreas, com prévia aprovação da CNRM.

 PROCESSO DE AVALIAÇÃO DO MÉDICO RESIDENTE

Na avaliação periódica do médico residente serão utilizadas as modalidades de prova escrita, oral, prática ou de desempenho por escala de atitudes, que incluam atributos tais como: comportamento ético, relacionamento com a equipe de saúde e com o paciente, interesse pelas atividades e outros a critério da COREME da Instituição.

A frequência mínima das avaliações deverá ser trimestral e, a critério da instituição, poderá ser exigida monografia e/ou apresentação ou publicação de artigo científico ao final do treinamento. Os critérios e os resultados de cada avaliação deverão ser do conhecimento do médico residente.

 A promoção do médico residente para o ano seguinte e a obtenção do certificado de conclusão do programa dependem:

a) do cumprimento integral da carga horária do Programa;

 b) aprovação obtida por meio do valor médio dos resultados das avaliações realizadas durante o ano, com nota mínima definida no Regimento Interno da Comissão de Residência Médica da Instituição.

O não cumprimento destes itens são motivos de desligamento do médico residente do programa. A supervisão permanente do treinamento do médico residente deve ser realizada por docentes, por médicos portadores de certificado de residência médica da área ou de especialidade, ou título superior, ou possuidores de qualificação equivalente, a critério da CNRM.

 Requisitos para credenciamento do programa

Primeiro ano: treinamento nas principais especialidades clínicas.

a) unidade de internação: mínimo de 40% da carga horária anual;

b) ambulatório: mínimo de 20% da carga horária anual;

c) urgência e emergência: mínimo de 10% da carga horária anual;

d) estágios opcionais: mínimo de 10% da carga horária anual;

Segundo ano

a) unidade de internação: mínimo de 30% da carga horária anual;

b) ambulatório e/ou leito dia e/ou interconsultas: mínimo de 20% da carga horária anual;

c) urgência e emergência: mínimo de 15% da carga horária anual;

d) estágios opcionais: mínimo de 15% da carga horária anual;

Terceiro ano

a) racionalização e controle de antimicrobianos: 20% da carga horária anual;

b) consultoria à assistência de pacientes internados: 15% da carga horária anual;

c) ambulatórios especializados: DST/Aids, Hepatites virais, Tuberculose, Endemias regionais, pacientes imunocomprometidos: 20% da carga horária anual;

d) controle e prevenção de infecções hospitalares: 15% da carga horária anual;

e) estágios opcionais: 10% da carga horária anual. Imunização, Imunologia Clínica, Microbiologia Clínica e Micologia Clínica.

Infra-estrutura mínima da instituição para oferecer treinamento na especialidade: laboratório de análises clínicas com microbiologia e imunologia, serviço de patologia, preferencialmente com necropsia e setor de diagnóstico por imagem.

Links úteis

Organização Mundial de Saúde (OMS)

http://www.who.int/eportuguese/countries/bra/pt/

Ministério da Saúde

http://portalsaude.saude.gov.br/

Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais

http://www.aids.gov.br/

Agência Nacional de Vigilância Sanitária

http://portal.anvisa.gov.br/

Conitec – Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS

http://conitec.gov.br/

Fundação Oswaldo cruz

https://portal.fiocruz.br/pt-br

Instituto Butantan

http://www.butantan.gov.br/Paginas/default.aspx

Instituto Emílio Ribas

http://www.emilioribas.sp.gov.br/

Associação Médica Brasileira (AMB)

AMB

Conselho Federal de Medicina (CFM)

https://portal.cfm.org.br/

Instituto Evandro Chagas

http://www.iec.gov.br/portal/

fonte: Texto adaptado do site da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) – https://www.infectologia.org.br

Especialidades Médicas

Especialidades Médicas filiadas à Associação Médica Brasileira – AMB

Conheça as sociedades de especialidade filiadas à AMB

Saiba quais são as especialidades médica filiadas à Associação Médica Brasileira (AMB). A AMB é uma sociedade sem fins lucrativos que tem a missão de defender a dignidade do médico e a assistência de qualidade à saúde da população brasileira.

A AMB conta com 27 associações médicas estaduais e 396 associações regionais. Seu Conselho Científico é composto por sociedades de especialidades que representam as especialidades reconhecidas no Brasil.

Desde 1958, a AMB concede Título de Especialista aos médicos aprovados em rigorosas avaliações teóricas e práticas com o objetivo de buscar o aprimoramento científico e a valorização profissional do médico.

Através da sua Comissão Nacional de Acreditação, a AMB trabalha na atualização dos títulos, administrando os créditos necessários. (fonte AMB)

Conheça as Especialidades Médicas filiadas à AMB

ACUPUNTURA

www.cmba.org.br

MEDICINA PREVENTIVA SOCIAL E ADMINISTRAÇÃO EM SAÚDE

cqh@apm.org.br / abrampas@apm.org.br

ALERGIA E IMUNOPATOLOGIA

www.asbai.org.br

ANESTESIOLOGIA

www.sba.com.br

ANGIOLOGIA E CIRURGIA VASCULAR

www.sbacv.com.br

CARDIOLOGIA

www.cardiol.br

CIRURGIA DE CABEÇA E PESCOÇO

www.sbccp.org.br

CIRURGIA CARDIOVASCULAR

www.sbccv.org.br

CIRURGIA DA MÃO

www.cirurgiadamao.org.br

CIRURGIA ONCOLÓGICA

www.sbco.org.br

CIRURGIA DIGESTIVA

www.cbcd.org.br

CIRURGIA GERAL

www.cbc.org.br

CIRURGIA PEDIÁTRICA

www.cipe.org.br

CIRURGIA PLÁSTICA

www.cirurgiaplastica.org.br

CIRURGIA TORÁCICA

www.sbct.org.br

CITOPATOLOGIA

www.citopatologia.org.br

CLÍNICA MÉDICA

www.sbcm.org.br

COLOPROCTOLOGIA

www.sbcp.org.br

DERMATOLOGIA  

www.sbd.org.br

ENDOCRINOLOGIA E METABOLOGIA

www.sbem.org.br

ENDOSCOPIA DIGESTIVA

www.sobed.org.br

GASTROENTEROLOGIA

www.fbg.org.br

GENÉTICA MÉDICA        

www.sbgm.org.br

GERIATRIA E GERONTOLOGIA

www.sbgg.org.br

GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA

www.febrasgo.com.br

HANSENOLOGIA

www.sbhansenologia.org.br

HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA

www.abhh.org.br

HEPATOLOGIA

www.sbhepatologia.org.br

HOMEOPATIA

www.amhb.org.br

INFECTOLOGIA

www.infectologia.org.br

MASTOLOGIA

www.sbmastologia.com.br

MEDICINA DE EMERGÊNCIA

www.abramede.com.br

MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE

www.sbmfc.org.br

MEDICINA DO ESPORTE

www.medicinadoesporte.org.br

MEDICINA DO TRABALHO

www.anamt.org.br

MEDICINA DE TRÁFEGO

www.abramet.org.br

MEDICINA FÍSICA E REABILITAÇÃO

www.abmfr.com.br

MEDICINA INTENSIVA

www.amib.org.br

MEDICINA LEGAL E PERÍCIAS MÉDICAS

www.abmlpm.org.br

MEDICINA NUCLEAR

www.sbmn.org.br

NEFROLOGIA

www.sbn.org.br

NEUROCIRURGIA

www.sbn.com.br

NEUROFISIOLOGIA CLÍNICA

www.mp.fmrp.usp.br/sbnc

NEUROLOGIA

www.abneuro.org

NUTRIÇÃO PARENTERAL E ENTERAL

www.sbnpe.com.br

Saiba como escolher o preparatório para residência médica

NUTROLOGIA

www.abran.org.br

OFTALMOLOGIA

www.cbo.com.br

ONCOLOGIA CLÍNICA

www.sboc.org.br

ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA

www.sbot.org.br

OTORRINOLARINGOLOGIA

www.aborlccf.org.br

PATOLOGIA

www.sbp.org.br

PATOLOGIA CLÍNICA

www.sbpc.org.br

PEDIATRIA

www.sbp.com.br

PNEUMOLOGIA E TISIOLOGIA

www.sbpt.org.br

PSIQUIATRIA

www.abp.org.br

RADIOLOGIA

www.cbr.org.br

RADIOTERAPIA

www.sbradioterapia.com.br

REUMATOLOGIA

www.reumatologia.com.br

UROLOGIA

www.sbu.org.br