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Coronavírus: notícias falsas inundam redes sociais

Com uma velocidade assustadora, as notícias falsas sobre o coronavírus inundam as redes sociais com afirmações que vão desde a previsão por Nostradamus da pandemia do coronavírus  em 1955, passa pela descoberta de uma vacina contra a Covid-19 em Cuba e chegam até à mirabolantes teorias da conspiração.

Diante desta “calamidade”, o curso preparatório para a Residência Médica Revisamed está publicando atualizações diárias, em suas redes sociais, sobre a pandemia do coronavírus sempre de fontes oficiais e seguras.

As notícias falsas só fazem aumentar a ansiedade e os boatos junto à população, colocando em riscos as medidas de proteção e a própria saúde das pessoas.

A proposta do Revisamed é contribuir para divulgação de informações verdadeiras e sérias para todas as pessoas e, especialmente, para nosso público que são médicos e estudantes de Medicina.

Neste momento, os profissionais da saúde são referência para as pessoas que buscam estar bem informados para colaborar no enfrentamento desta pandemia.

Agências confirmam crescimento das notícias falsas

O crescimento da divulgação de fake news pode ser comprovado conforme reportagem divulgada pelo portal da Agência Pública, a primeira agência especializada em jornalismo investigativo do Brasil.

As investigações da Agência Pública são reproduzidas gratuitamente em mais de 700 veículos nacionais e internacionais, desde blogs e publicações regionais a gigantes como o The Guardian, El País e o UOL.

Ao consultar representantes do Aos Fatos, Lupa, E-farsas e Estadão Verifica todos foram unânimes ao apontar um crescimento absurdo das fakes news, além de apontar as mais compartilhadas.

Além disto, para barrar esse fluxo de desinformação, agentes de saúde, órgãos oficiais, pesquisadores e jornalistas estão trabalhando incessavelmente.

Ainda segundo as agências, os criadores de boatos digitais se aproveitam do momento, criam histórias falsas para ganhar cliques, curtidas e compartilhamentos e melhorar seu rankeamento nas redes sociais.

Ainda segunda a reportagem, a Rede Internacional de Fact-Checkers (IFCN), que conta com a coalizão de mais de cem veículos de jornalismo em 50 países, já realizou mais de mil peças de checagem sobre o coronavírus desde o início da epidemia.

No ranking das informações falsas, segundo os checadores das agências,  estão receitas milagrosas para prevenção e cura do coronavírus como as “fake news” mais comuns; em seguida, boatos contendo teorias da conspiração.

Outra com grande número de acessos e espalhada pelo WhatsApp refere-se a uma vacina cubana para o coronavírus e outra da solução de gargarejar água morna ou salgada para matar os vírus que ficam na garganta, atribuída à Fiocruz. Tudo falso.

Conheça agora algumas das “mais populares” fake news
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Que imagem mostre vacina contra o coronavírus feita por cientistas dos EUA

A imagem que circula nas redes sociais mostra uma caixa de kits de testagem

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Pandemia é jogada da China para obter ganhos econômicos

Não há evidências de que vírus foi criado em laboratório e bolsas da China apresentam queda desde o início da pandemia.

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Cuba já desenvolveu vacina contra o coronavírus

Ainda não há vacinas para prevenção contra o coronavírus. O medicamento Interferon Alfa 2B (IFNrec) é, na verdade, um antiviral usado no tratamento da doença.

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Ozonioterapia mata o novo coronavírus

Curas milagrosas não existem, diz o Conselho Regional de Medicina de SP. Anúncio de que aplicação de ozônio é eficaz contra o novo vírus foi proibido pela Justiça. Sociedade Brasileira de Infectologia faz alerta e diz que ‘não há qualquer evidência científica’ nisso.

combate a fake news coronavirus

O vírus é fraco e não resiste ao calor. Temperaturas de 26◦ a 27◦ C eliminam.

Temperaturas acima de 30 graus podem reduzir o tempo de permanência do vírus no ambiente, mas são insuficientes para eliminá-lo imediatamente.

 O Ministério da Saúde criou um aplicativo e um site apenas para tratar do tema coronavírus. Até as plataformas de redes sociais anunciaram medidas especiais nesse sentido, como direcionar buscas sobre a doença a sites oficiais. Veja abaixo o vídeo do Ministério para o combate das fake news.

A divulgação de fake news pode ser avassaladora e provocar uma séries de riscos à saúde da população.  Portanto, o blog Revisamed orienta a todos que procurem fontes seguras para se informar.

Mantenha a sua proteção conforme as orientações do órgãos de saúde e faça a sua parte no combate às fake news e à epidemia do coronavírus.

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